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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Filosofia Espiritual X Ateísmo.

    Aí vai um tipo de desabafo: Há 21 anos peço uma simples explicação para as pessoas; "Poque não posso explicitar verdade alguma? Porque me condenar e dizer que imponho minha verdade se você quer me impor a sua?" É o caso dos ateus. Não tenho nada contra ateus. Sinceramente, pouco me dou ao trabalho de discutir com alguém que nem ao menos leu metade do livro que defendo. Ateus falam mais de religiões do que de Deus. São revoltados com as práticas dos líderes RELIGIOSOS, não as de Deus. Por isso, fico muito complicado encontrar um argumento, pois não sigo religiões ou doutrinas, sigo uma linha filosófica de vida e de conceito moral estabelecido em valores sólidos que me permitam viver e ter meus momentos de prazer, sem que tenha que incomodar ao próximo ou desgraçar meu organismo e minha vida.
   Me pergunto também porque eu, como um Ser Humano crente em forças maiores, tenho que ler, ver, ouvir e passar por todo tipo de inquisição acerca da minha crença, e porque tenho que ouvir toda santa semana que Deus não existe ou que é psicótico? Eu não cito a psicose de certos grandes ídolos ateus, nem vivo de todo dia pôr alguma coisa nas redes sociais discriminando ateus, atacando-os de qualquer modo, ou alegando veementemente que são um bando de retardados retrógrados com megalomania intelectual, auto-defensivos e instáveis, como já vi falarem de pessoas que seguem uma linha filosófica "religiosa".
   Meus caros, me poupem de ouvir sempre o mesmo argumento vindo de quem nunca leu nem o Gênesis. Vivem de dizer que um cristão acredita em tudo que lê na Bíblia. Ótimo, acreditamos mesmo, mas vocês, do mesmo modo que nós temos fé na Bíblia, vocês tem fé na ciência. Ciência é sempre mutável, é instável e vive de tentativas e erros. A Filosofia Cristã está estável há alguns mil anos...
   Parem de usar partes da Bíblia, que leram de algum outro ateu, e dizer que aquilo é uma prova de erro. Antes de lançar um argumento desse tipo, por favor, leiam toda a parte, pois tirar um trecho e tirar do contexto é mais fácil do que roubar doce de criança. Querer argumentar cientificamente inteligentemente e genialmente, como se auto-intitulam a grande maioria dos  ateus, significa não somente usar seus argumentos de modo sábio, trata-se também de aceitar que fatos contrários podem ocorrer. Não é isso que vejo. A ciência provou centenas de vezes as veracidades de inúmeros fatos bíblicos. A própria bíblia é fonte histórica. Mas espere? Se pode-se usar a bíblia para provar a veracidade de fatos científicos dito irrefutáveis, porque não posso usar o mesmo livro para provar que estou certo também? Observe que falei "também", ou seja, nunca discordei de vários fatos científicos, sejam esses tirados da Bíblia como fonte ou não.
   Ateus podem denegrir, segregar, ofender, atacar e desrespeitar a Fé e os Mestres dos que possuem um. Este argumento é irrefutável. Quando praticam atos assim, dizem que é um "brincadeira" ou uma"argumentação racional" (Argumentação digna de um coelho com retardo.) Agora, invertendo a situação, olhando pelo lado dos espiritualistas e outras vertentes, quando praticam qualquer desses atos, mesmo quando por descuido, é como se o mudo acabasse. Ateus não aceitam serem refutados, nem aceitam quando uma de suas provas são mais provas da existência de uma força maior do que para a inexistência desta. Há livros e mais livros com provas científicas irrefutáveis de inúmeros fatos citados na Bíblia, provando sua veracidade, como já havia dito antes. Mas incrivelmente, esses livros não são válidos como argumentos a favor da Filosofia Espiritual, não, não, jamais!
   Observem, meus amigos, que a Ciência deixou de procurar fatos e verdade, parou de procurar novidades para ocupar-se unicamente de desmentir a Bíblia. Boa parte de pesquisas iniciadas, principalmente nas ciências humanas, dedicam-se a tentar provar (Inutilmente, diga-se de passagem) a inexistência de Deus. Todos os dias são lançados livros contra os argumentos cristãos e todos esses livros começam com argumentos refutáveis e terminam com argumentos irracionais ou sem nexo.
   Me pedem para provar a existência de Deus pelo menos uma vez por mês, virou rotina pra mim. Antes de mais nada digo; Pra vocês eu sou um louco, para mim vocês são cegos. Este texto não se trata de buscar argumentos científicos nem nada do tipo, para isso se faz um livro. Aqui pergunto o porque da fragilidade dos ateus? porque o incomodo com um indivíduo que acredita que nada é obra do acaso? Pra que querer, usando metade do tempo de suas vidas, modificar a ideia do seguidor de Filosofias Espirituais? Lembro-me que certa vez deixei uns trechos bíblicos pouco conhecidos, escritos em meu caderno.  Diziam o seguinte: " Quem pode entender os próprios erros? Expurga-me tu dos que me são ocultos." "Não se inquiete pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã se cuidará por ele mesmo. Basta a cada dia o seu problema." e "Nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos e não agradar a nós mesmos." Não coloquei a referência de nenhum desses trechos. Todos os que liam, inclusive os ateus, achavam os trechos grandes verdades, copiavam e toda aquela coisa... Para alguns nunca falei de onde tirei o trecho, para outros falei e não obtive resposta. Foi aí que resolvi pôr as referências; respectivamente: Salmos: 19, 12. Mateus 6, 34 e Romanos 15, 1. Agora a reação era bem diferente. Quando viam a referência não se davam ao trabalho nem de ler um palavra do texto!
  O que posso inferir disso? Que o problema não é a palavra da Bíblia, é a mente de quem lê. É o incomodo que causa o nome de Deus, de Bhrama, Tao, Alá. Este incomodo também é bíblico.
  Antes do monte de críticas que devo receber ( e olhe que nem comentários recebo.) Observem que não falei das religiões e observe também que generalizei o ateísmo, assim como os ateus generalizam o cristianismo através da igreja católica e dos pastores bandidos. Lembrem-se que gente ruim tem em todo canto. Stálin era ateu e Hitler simpatizava com o catolicismo. Todos os dois mataram pessoas e fizeram guerras.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

A Verdade dói, mesmo quando esperamos por ela.

   Creio que nenhum Homem esteja preparado o suficiente para uma resposta de Verdade, mesmo quando esta é sempre esperada. Supus, em engano, que a única coisa que fazia com que o Homem temesse a verdade porque esta lhe despia e o deixava nu em pelo frente aos seus semelhantes, que , mesmo sendo tão vulneráveis ás verdades, tratariam do caso como se fossem invulneráveis a qualquer efeito.
   Pode-se saber qualquer resultado, saber que a catástrofe dentro será inimaginável e pensar que por saber que a tormenta vem, então sairemos o mais rápido possível, evitando assim, a violência e a impetuosidade desta tempestade de verdades. É aí que reside o perigo, pois é o onde a Esperança mora e deixa ovos. Isto nunca morre, mas é o que faz com que o Homem morra ou viva. Poucas vezes o vi viver por causa dela. Não há como controlar algo tão poderoso como a Esperança, a não ser que o Pessimismo e o Fatalismo tenham tomado conta.
   Compreender o Pessimismo como Realismo é complexo aos olhos de quem não sabe como agir de tal forma. Tudo sobre isso já é implícito, bastando que se dê ouvidos, mas apenas o bastante para não sair de Pessimista para Depressivo.Com o Pessimismo pode-se controlar a Esperança até certo ponto, partindo daí, a Verdade vai doer menos. Isso não quer dizer que a dor não seja grande e que não deixe marcas, quer dizer apenas que vai doer  menos.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A carga da Alma.

   Desde os tempos iniciais da Humanidade até hoje, o maior vício do homem é o sucesso. O homem comum vive de procurar sucesso, como se fosse um caçador disso. Além disso, busca enfiar, goela a baixo, de todos os outros homens, o seu conceito de sucesso no mundo objetivo. É para isso que estudamos é para isso que perdemos horas e horas de nossas vidas procurando conhecimentos que seriam, serão ou são inúteis para o que viemos fazer ou para o que desejamos fazer. Não que conhecimento seja inútil, pois não é. Seja ele qual for.
   Excesso de busca de conhecimento e sucesso obscurece a realização da evolução subjetiva, que é o cabo mestre da caminhada na busca do conhecimento ou do tão falado sucesso. Saber manusear o conhecimento não é questão de mais volume de conhecimento e sim de mais volume de inteligência e sabedoria. Alguns homens discordam disso porque já se veem completos e poderosos demais. Esta auto-realização na lhes valerá de nada até o dia em que tiverem diante dos seus olhos, o anjo da morte a lhes chamar, aí então verão que têm tudo mas nada tem e nada levarão. Verão que só levaram o que lhe for pertencente à alma.
   O que pertence a alma é apenas o que se agrega a ela no sucesso subjetivo e no que se faz com o que se conseguiu no sucesso objetivo. Iluminar a alma ou escurecê-la. É tudo o que pode-se fazer e toda a caraga que se pode levar enquanto se está morto. Cada carga com sua consequência.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Do visível ao invisível.

 O excesso de luz cega a vista.
  O excesso de som ensurdece o ouvido.
  Condimentos em demasia estragam o gosto.
  O ímpeto das paixões perturba o coração.
  A cobiça do impossível destrói a ética.
  Por isto, o sábio em sua alma
  Determina a medida para cada coisa.

  Todas as coisas visíveis lhe são apenas
  Setas que apontam para o invisível.

Lao-Tsé

 


 O ponto é que o verdadeiro sábio percebe que todas as coisas físicas, terrestres, empírico-mentais não são os objetivos mas os meios para a chegada no ponto objetivado. O Fim superior.
   " O profano conhece apenas os meios e ignora os fins, o místico só conhece os fins e despreza os meios mas o Homem Cósmico alcança os fins através dos meios e este é o Homem integral, o Homem que vive em sintonia com o Uno e o Verso.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Eternos são os Céus,a Terra e o Amor

   Porque não são auto-existentes. Radicam em algo além deles mesmos. Assim como o universo, o Verso ( a existência) não nasce dele mesmo mas do Uno da essência. Assim também é o Homem, nele o ego não pode se perpetuar pelo Ego (existência) mas pelo Eu (essência).
   Assim faz o Homem imortal, como Deus fez e ensinou. A partir do momento em que se aprende a Amar então a Essência passa a ser vivente e vivida. Ao amar, o que é Essência se multiplica em mais de uma Essência, como se fossem gêmeas e passam a suprir a Existência. Assim Deus o fez quando enviou seu filho Jesus, assim também o fez Buda quando pregou o Amor... Amando, a Essência duplicada passa a fazer viver em dois Egos e faz de outra Essência um par para que então se possa criar uma Essência diferente.
   Toda forma de Amor é válida desde que sob vontade, o Amor Ágape, Eros, Fraterno, Materno...

 "Quando se aprende a Amar o mundo passa a ser seu."

Porém, como todas as coisas no Universo, o Amor tem seu lado oposto e este não é o ódio mas sim a paixão. Contudo, tudo é neutro e mesmo paixão pode ser revertida em Amor, como geralmente acontece quando o Ego suprime o Eu.

sábado, 16 de abril de 2011

O Uno, o Verso e o Universo.

   Os conceitos destes temas são abordados muito claramente no Tao Te Ching. O Uno é o Criador, o Tao. O Ser e o Existir, a Essência e a Existência, esses seriam o Uno e o Verso, o Universo. A Essência do Ser é para nosso conhecimento como ser fosse o Nada, afinal, para nós, apenas o Algo Existencial é objeto de conhecimento.
   Em uma linguagem mais simples podemos dizer que o número “1” representa o Todo da Essência e o “0” representa o Nada absoluto da Não Essência. Se colocarmos o Nada ao lado direito do Todo, resultará no Algo da Essência. A partir deles nascem todas as existências finitas. Assim, o Verso da existência, não surge do Universo mas da Existência do Uno. O Uno não é Ego pelo Ego mas Ego perpetuado pelo Eu, que é eterno.
   Seguindo uma seqüencia, quem procura se perpetuar pelo ego acaba se destruindo, mas quem integra o seu ego com o Eu, esse imortaliza-se, porque o Eu é o todo, imortaliza também o ego.
   Usando a matemática de novo podemos mostrar essa verdade assim: quem quer salvar 10, mas sacrificar o 100, perderá o 100 e o 10, mas quem não se interessa em salvar o 10, e salvar somente o 100, este salvará tanto o 100 quanto o 10.
   Matemático. Por isso Einstein disse: “O princípio criador reside na matemática”

sábado, 18 de dezembro de 2010

Pensar por si só.

   Um erudito é diferente de um sábio pensador ou de um filósofo. Ao contrário do que pensam, não é uma convenção moderna dizer que um sábio, um erudito e um estudioso tem a mesma característica, esta não é verdade. O seus conceitos se confundem.

   Erudito é um indivíduo que lê bastante, tem muita informação mas não necessariamente tem instrução ou sabedoria. A maioria deles reproduz o que outros já disseram, baseiam suas ideias nas mesmas trilhas já desbravadas pelos antigos e por outros que pesaram por si só. É como disse um velho sabichão: "Alguns lêem tanto, que nunca serão lidos.".
   Vale mais aquele que pensa mais. Quem pensa mais, consequentemente produz mais. Ler muito não é bom assim como não ler nada tambeém não é bom. Ler é mais aproveitável quando nossos prórpios pensamentos esgotaram e então necessitamos de alguma fonte para saciar nossa curiosidade ou mais material para ponderarmos sobre outro ponto de vista. É como prática e teoria.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Da morte ,Metafísica do Amor e Do sofrimento do mundo.

  Livros de autoria do filósofo Arthur Schopenhauer. Neles o autor discorre sobre a morte ( como o próprio título diz), sobre os motivos e dúvidas que temos sobre o amor, em "a metafísica do amor" e sobre o mundo e sua face horrível e traiçoeira, de uma forma bastante pessimista em "do sofrimento do mundo".
   O interessante nesses livros é que, querendo ou não, muita coisa é verdade e você tem duas escolhas: Ou se deprima e se joga de cima do último andar do prédio de sua faculdade ou simplesmente pondera sobre as peripércias da vida.
   Em "Metafísica do amor" Schopenhauer sustenta a teroria de que  "os opostos se atraem". Os argumentos, em sua maioria são compreensíveis, outros são absurdos, beirando o ridículo, sobre isso, é preciso lembrar que as limitações da sua era foram grandes para o que ele escreveu. Usando como argumento alguns fatos biológicos e explicando esses através de sua prórpia teoria ele explica, por exemplo, porque uma mulher muito bela casa-se com um indivíduo feio, grosseiro e fanfarrão. Os românticos vão ficar discordantes e enfurecidos, os depressivos amorosos vão cortar os pulsos e o resto vai rir e ponderar.
  O livro "Do sofrimento do mundo" é mais um addendum do que própriamente uma obra completa. Na obra Schopenhauer toca na filosofia de Sócrates para apoiar um pedaço de sua tese. Ele vê a morte como o "gênio inspirador" ou a "musa da filosofia" e a partir disso passa o que pensa. A parte mais interessante desse adendo é que o autor, de uma forma um pouco indireta, diz que a morte é nossa única certeza mas vivemos toda a vida sem pensar nela de modo algum e quando pensamos, não a pensamos para nós mas para terceiros, como se fossemos imortais, sentimento esse que surge principalmente na jovialidade da vida.
  Bom, depois de ter lido esse livro eu tive certeza de uma coisa: Schopenhauer não teve mulher, e se teve foi uma megera rabugenta, é, ele é simplesmente genial, mas um gênio chato e carrancudo, daí ele não ter tantos amigos e suas aulas serem pouco vistas em relação ás de outros filósofos e teóricos.
  No que diz respeito ás opiniões, essa é uma ótima fonte de discussões sobre inúmeros assuntos pouco pensados ultimamente e uma ótima base argumentativa. Ler este aqui não vai ser tão feliz quanto se pensa mas vai abrir novas ruas nas mentes dos leitores, por isso, leiam e criem suas opiniões.

terça-feira, 16 de março de 2010

Conhecimento X Inteligência X Sabedoria.

   Entre todos esse assuntos há sempre uma confusão. Primeiramente, tudo o que vou dizer  não é fruto de nenhum estudo científico (jà me reclamaram antes sobre isso), nem li nenhum filósofo, ou coisa parecida, que venha a falar sobre isso nessa visão.

   Todos (Ou a maioria) tem conceitos similares em relação aos três elementos citados no título, como se todos fossem sinônimos, coisa que não é verdade. Primeiro vejamos o que é conhecimento; numa visão mais simplista, Conhecimento é tudo aquilo que algum indivíduo absorveu durante um tempo, podendo ser empírico ou instintivo.
   Conhecimento é a fonte mais poderosa de poder de todos os tempos e vai continuar sendo enquanto a humanidade existir. Digo poder como forma de dominação, como exemplo disso temos a dominação cultural de uma nação por outra, que é mais devastador do que uma guerra de fogo contra fogo. Alguns filósofos (cujos nomes esqueci por serem feios e impronunciáveis) mostram o Conhecimento como parte do homem desde seu nascimento, ficando adormecido ao entrar no convívio social, o qual aliena e faz com que o indivíduo "esqueça" de tudo e tenha que aprender novamente com novos moldes.
   De acordo com outros como o Dalai Lama, conhecimento sem utilidade não é virtude. Isolando-o com seu uso totalmente científico isso não passaria de meras informações de certo modo aleatórias.

  Ao falar de inteligência rapidamente ligamos seu conceito ao de conhecimento como o de quantidade de informação que o sujeito possui. Canso de ver pessoas dizerem que "Veloso é muito inteligente, sabe de tudo!" (Veloso será o mais novo mascote do blog). Inteligência, olhando profundamente pra ela, nada mais é que o uso, a aplicação do conhecimento, ou seja, por maior que seja seu conhecimento sendo ele sem aplicação por você mesmo, pode-se considerá-lo como "burro" a grosso modo. Filosoficamente falando (com mais autores de nomes assustadoramente impronunciáveis) pode-se considerar a Inteligência, de modo geral, como astúcia, de forma boa ou ruim. Como exemplo clássico disso (Abstraiam toda a questão relativizante do exemplo e se foquem no extremamente estrural dele) ; quem fez todo o projeto da bomba atômica tinha o Conhecimento mas não a Inteligência (que nesse caso foi usada para fins odiosos) do uso da bomba.
  Ao contrário do que se pensa, Inteligência não se mede como se faz com o Conhecimento.

  Em relação á Sabedoria tudo complica um pouco mais. Sabedoria é o uso da Inteligência. Não é tão simples como seu "conceito" explana, Sabedoria exige muito mais de Espírito do que qualquer outra virtude do raciocínio ou da mente abragentemente falando. Ser sábio não é simplesmente falar em enigmas (como o mestre dos magos faz) nem viver numa caverna, cabeludo, comendo minhocas e dormindo com a cabeça em cima de um pedra (como es sábios de filmes medievais). Sabedoria é o uso da Inteligência visando o crescimento espiritual seu e de seu interlocutor. Platão e Sócrates concordam que Sabedoria apenas os deuses possuem e que aos Homens cabe apenas serem amigos do saber (Philo Sophia).
  Obeserve que; Saber é diferente de Conhecer. Quem conhece muito tem muito Conhecimento, que sabe de muitas coisas tem muita Sabedoria . Conhecimento pode ser usado para o mal, Sabedoria nunca pode ter esse fim, pois perde a essência de espírito elevado tornando-a apenas conhecimento qualquer.


   Enfim, essas são as diferenças entre esses assuntos tão distintos porém fortemente interligados, quem entendeu ótimo, és um sábio conhecedor e quem não entendeu vai morrer na ignorância absurda! (brincadeira! não teve graça ¬¬)

sábado, 23 de janeiro de 2010

Somos o que pensamos.

   Divaldo Pereira Franco, atualmente o maior expoente do espiritismo aqui na Terra, após o desencarne de Chico Xavier, deu uma excelente dica de como manter uma vida saudável: cultivando bons pensamentos sempre! Ele falou "Nós somos o que pensamos". Nos lembra o "penso, logo existo" (Cogito, ergo sum) num sentido mais espiritual e menos cartesiano. E ainda disse o porquê: quando nossos pensamentos estão elevados, obviamente nos conectamos com as egrégoras superiores, e a captação de energia vital (que fazemos a toda hora, através dos chakras) se dá de forma mais pura. E o cérebro acaba produzindo, de forma sutilizada, fótons, que nada mais é que luz. Isso se dá porque, quanto maior a vibração (velocidade), mais a matéria se aproxima da luz (física elementar). Essa luz, que não está em nosso estado físico, (ou nossos órgãos internos brilhariam como o ET de Spielberg) se irradia pelo corpo, corrigindo distorções e fortalecendo as defesas do organismo. Ele comparou esse fenômeno a uma barra de ferro, com seus átomos bagunçados, dispostos em várias direções, que, ao passar nele uma corrente elétrica, alinha todos os seus átomos num único sentido.
   Em contrapartida, o pensamento negativo, depressivo, além de atrair energias semelhantes, faz o cérebro produzir elétrons. Tais elétrons se espalham pelo corpo e desestabilizam o que já era eletricamente harmonioso por natureza. Hoje se sabe que o princípio do câncer está nos radicais livres, que são "sobras" de elétrons que se agregam a outras moléculas, tirando-as da sua carga elétrica normal. Isso provoca velhice precoce também. Diz-se que vitamina C é ótimo pra evitar radicais livres, mas o melhor mesmo é um estado mental saudável.
   Isso não quer dizer que nos tornaremos Polianas, vendo beleza em tudo (muito embora deveríamos), mas sim vigiar nossos pensamentos todo o tempo, e evitar alimentar pensamentos negativos até como forma de auto-sobrevivência. O poder do pensamento explica o porque de nos livros espíritas encontrarmos almas moldadas em forma antropomórfica. Se uma pessoa sente culpa ou orgulho no fato de ser "esperto como uma raposa", ou "perigoso como uma cobra", ao longo do tempo o pensamento inconsciente imanta magneticamente as células do perispírito, que, por serem maleáveis, assumem qualquer forma que o pensamento queira. Essas acabam carregando este estigma na sua veste espiritual por muito tempo.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Empirismo.

   Empirismo é um corrente filosófica que defende o conhecimento da razão, verdades e ideias racionais através da experiência. Essa corrente é descrita/caracterizada pelo conhecimento científico, a sabedoria é adiquirida por percepções, pela relação causa/efeito por onde fixamos na mente o que é percebido atribuindo à percepção causas e efeitos; pela autonomia do sujeito que afirma a variação da consciência de acordo com cada momento; pela concepção da razão que não vê diferença entre o espírito e extensão, como propõe o Racionalismo e ainda pela matemática como linguagem que afirma a inexistência de hipóteses.
   John Locke é considerado o principal representante do Empirismo. Com sua corrente, denominada "Tabula Rasa", defendeu que as pessoas desconhecem tudo, mas que através de tentativas e erros aprendem e conquistam experiência. Sua corrente também originou o Behaviorismo que busca o entendimento dos processos mentais internos do homem, mais usado na Psicologia que na filosofia como material prático.
   Há também outros filósofos os quais estão associados ao Empirismo como: Aristóteles, Tomás de Aquino, Francis Bacon, Thomas Hobbes, George Berkeley, David Hume e Hohn Stuart Mill. Destes, Francis Bacon e Thomas Hobbes conseguiram influenciar uma geração de filósofos do Reino Unido com o Empirismo no século XVII.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Tudo para alcançar a perfeição.

Tornar-se uma verdadeira pessoa constitui a maior de todas as perfeições. Para Gracián, nem todo mundo é uma pessoa de fato. Alguém se torna uma "pessoa", não apenas um homem ou uma mulher por meio do esforço, pela perfeição moral. A verdade é que a perfeição vem de alguns pilares importantes. Dois deles são o caráter e a inteligência.



Esses são os pólos que fazem luzir os predicados. É perfeitamente perceptível (ao menos para alguns poucos olhos) que um sem o outro é apenas meia felicidade. Não basta ser inteligente; é preciso também ter o caráter apropriado, para isso é preciso considerar sua condição, posição, origem, amizades e uma capacidade singular de amar.



Em meu campo de visão, o que tenho enxergado hoje é que caráter já não é mais tão bem trabalhado quanto antes e inteligência é tranformada em traição (como disse Renato Russo). Fica difícil produzir sabedoria (Sabedoria, não apenas conhecimento...). Olhando as circunstâncias de hoje, sabemos que para fazer um sábio no presente exige-se muito mais do que se exigiu para fazer oito sábios no passado, e agora é preciso mais habilidade para lidar com um só homem do que antigamente com toda a nação.



Fato é que não se auto ajudam, até porque muitos foram atingidos por uma forte anestesia chamada alienação. Como se pode cultivar sabedoria sendo dependente do que poucos ,de ternos e gravatas, dão, se é que dão ou quando dão?!



Ninguém nasce perfeito. Deve se aperfeiçoar dia a dia, tanto no pessoal quanto no profissional até se realizar por completo, repleto de dotes e de qualidades. O muro que impede a grande maioria de entrar para o grupo dos discretos é chamado, em outras palavras, de dependência, preguiça e relaxamento com aquilo que o faz ficar sob a lama. Relaxamento, talvez uma das mais perigosas e dúbias capacidades do homem. Mas o foco é outro, relaxamos, deixamos tudo de lado e nos acostumamos a viver na sujeira. Se estávamos a procura da perfeição em todos os âmbitos então não a acharemos em lugar algum se mantivermos nossos focos nos prazeres efêmeros, como a muito tempo o sistema atual nos fazer agir. Claro, voltar vai depender da capacidade interior de cada um.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Tempo contra tempo


Se eu fosse mais velho e principalmente independente finaceiramente eu sairia desta cidade. Não que ela seja ruim, mas o fato é que não há muito mais o que eu possa fazer por aqui. Não tenho mais tempo pra nada. Também não é culpa da cidade, mas do que se passa nela. Poderia chover canivete por essas bandas mas sem tempo para ver a chuva cair, não vai ter nada de novo...


TEMPO... Como sempre falo, é só uma grandeza quantativa. Venho observando o efeito do tempo nas pessoas e é engraçado, ás vezes trágico, dramático até, o efeito que uma coisa assim causa em quem não está de bem com este tipo de matemática. Alguns ficam loucos, outros nostalgicos outros simplesmente endurecem. Os piores são os que morrem, não que morrem de perder a vida, mas os que deixam a alma ir embora e permitem que o corpo continue a reagir com o que há ao redor. São esses que fazem tudo parar, tudo ficar monótono. Não é culpa deles, é culpa da forma como eles viram o tempo passar.

Aproveitaram pouco ou não aproveitaram nada. Muitos morreram porque viram o tempo passar e foram aproveitar do jeito errado, do modo errado não só para o corpo mas também para a própra alma. Esses foram os que não curtiram uma boa música, não choraram porque chorar é pra fracos, se enganaram, chora quem é forte o suficiente pra adimitir o que há dentro, não viveram o que lhges restava do pouco tempo aqui na terra com quem eles amavam de verdade, com quem queria o bem deles, o que em vez de alimentarem o espírito alimentaram a superfície de pequenos desejos efêmeros.

Enfim, como se passa o tempo então? Conversando com quem o deu. É fácil. Conversar com o tempo pode se ruma ótima terapia para pessimistas e indecisos, o problema é o prolongamento da conversa. O Tempo para, mas o tempo não para.

domingo, 30 de agosto de 2009

O Medo na era líquida.


A característica mais marcante do Medo na nossa época é que ele tornou-se abstrato e difuso, como se a ameaça pudesse vir de toda parte. É esse medo que leva a exclusão do outro, do diferente, sacrificando a liberdade em troca de um pouco mais de segurança.

A violência se alastra rapidamente, e é contra os transtornos dessa situação tensa que nossa sociedade se vê obrigada a criar mecanismos de fuga psíquica( progaramas de tv, jogos, terapias...) para se manter são. No auge da era da liquidez o ser humano passou a ser "a coisa consumida" para em seguida ser "descartada", este é um tipo de medo de uma violência simbólica contra a dignidade da condição humana. Este processo de despersonalização do homem é uma das características mais marcantes da era líquida, além da moralidade frágil e dos ímpetos egoístas dos relacionamentos efêmeros, uma vez que o parceiro é encarado como uma peça que entra em processo de obsolência.

De acordo com essa perspectiva mega-hedonista, o mais conveniente é se relacionar com álguém sem que haja afetividade de qualquer tipo criando assim uma superficialidade pseudoamorosa. É como se o consumismo tivesse invadido o mundo dos relacionamentos, criando o medo iminente do abandono fazendo das relações amorosas algo perigoso. O medo no amor é resumido por; insegurança de se dar plenamente a alguém e depois ser jogado fora.

O sentimento do medo nessa sociedade atual fez com que o homem criasse aparatos para aumentar a sensção de segurança. Surge então a "Industria do medo" composta de empresas de segurança e também farmacêuticas com suas "pílulas de alívio imediato". Nessa condição o medo se torna imprescindível para a manutenção social, por mais absurdo que isso seja.

"Todos os homens tem medo. Quem não tem medo não é normal; isso não tem nada a ver com coragem" - Sartre.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Algumas formas de opensar o Ser Humano.


Existem duas formas de pensar o mundo humano. Uma delas é a cética, que diz que em nós há algo que não merece elogios. Freud diz que pode ser o desejo sexual que não se importa com preceitos morais. Nietzsche afirma que é a enorme vontade de poder. Já Hobbes defende que é a enorme desconfiança de todos contra todos, que leva-nos a guerra.

Outra forma vem de Rousseau e Wilhem Reich, em Marx e também em Thomas Morus, eles acreditam que tudo o que era ruim no ser humano descendia da propriedade privada (Morus, Rousseau e Marx) ou a moral seuxal repressiva (Reich). Se desativassemos esse veneno a vida mudaria completamente.

Reich simpatizava com Freud. O que lhe interessava era a energia interna dos homens (Energueia, dos gregos) ou presente na natureza. Reich afirmava também que nossas mazelas ficavam na parte interior de nosso ser enquanto o resto ficava na parte superficial, o ego, dito por Freud. É a consequência, o modo como lidamos com os valores que nos causa isso. Mas essa parte é fraco, o Id é que tem a força, é no Id que reside nossas pulsões mais agressivas, onde estão guardados os desejos sexuais reprimidos, a causa das mazelas, segundo Reich.

Talvez o que nos leve a escolher uma via ou outra seja a simpatia, mas acho mais fácil escolhermos pela utopia, a via dos libertadores, ou mesmo pelo realismo, caminho cético. Qualquer das rotas pode nos levar a injustiças, se abosovermos a injustiça abraçaremos o caos, se fizermos terror para que as mazelas acabem, faremos o mundo ainda pior. Difícil soma, ás vezes com saldo negativo...

domingo, 14 de junho de 2009

Teoria sobre o que é perfeição.


Entende-se por perfeito aquilo que não apresenta defeito algum , aquilo que é puro , o que não tem máculas. Ás vezes , as pessoas se perguntam se um dia as suas vidas serão perfeitas, estas pesssoas buscam a perfeição em ideias íntimas e em padrões considerados perfeitos por elas mesmas. Mas como se pode montar um padrão de perfeição se a própria perfeição não admite padrão que não seja o dela , que é intangível? Como uma grandeza metafísica , a tão almejada perfeição possui um padrão homogêneo de estilo detalhado. Segundo algumas vertentes da filosofia , o ser humano não atingiu e nem atingirá a perfeição antes da morte, nem ciraria algo que pudesse ser chamado de perfeito. Há somente duas perfeições, totalmente opostas, o Céu e o Inferno. Uma o perfeito bem e outra o pereito mal, ambas, não são deste mundo. O ser humano é imperfeito porque até suas qualidades possuem defeitos, então , se até qualidades possuem defeitos e o próprio bem e o mal (desse mundo) tem imperfeições entranhadas , o resultado lógico será: Não há perfeição nesta dimensão , não há objeto perfeito, não há música perfeita , pessoa perfeita, nem relaionamentos perfeitos e etc... Neste último caso o que o torna perfeito é o amor envolvido, que é uma parte separada da perfeição. Então o que há pra se fazer é não tentar deixar nada perfeito , pois, chegar a esse objetivo se torna uma trabalho cansativo e infindável pois a perfeição, com seus padrões, é altamente mutável, o que torna esse trabalho de alcançar a perfeição até mesmo mortal.É certo então que a perfeição não se faz por mãos, mas vem quando quer e quando o "ser" está pronto para carregar este peso, portanto, é nescessário empenhar-se em ser o melhor possível seguindo as leis da prudência para aos poucos atingir o estado perfeito. Nunca se promete perfeição pois ela só vem quando ela mesmo se doa ou quando foi escrito para ser perfeito.

sábado, 13 de junho de 2009

Diversidade de espíritos.


Segundo o filósofo e físico Blaise Pascal existem dois tipo de espírito: o Espírito de sutileza e o Espírito geômetra.O espírito de sutileza, em outras palavras , é aquele vinculado aos sentimentos e a intuição, julga pela "visão clara" e imeiata. O espírito geômetra é diametralmente oposto ao de sutileza.Porém , todos os geômetras seriam sutis se tivessem uma boa visão, pois eles não raciocinam em falso sobre os princípios que conhecem; e os espíritos sutis seriam geômetras se pudessem ver os princípios da Geometria (Racionalidade), a que estão acostumados os geômetras.
Os geômetras,por sua "venda racional", não podem ver o que há adiante de si, acostumados pela percepção simples do princípios nítidos e grosseiros da geometria e a só raciocinarem depois de ter examinado e manuseado seus príncipios cuidadosamente, se perdem nas coisas sutis, por isso , perdem-se nos princípios que não se deixam manusear de forma fria. Mal e bem são percebidos , primeiro os sentimos para depois os vermos. Geômetras tem a maior dificuldade em percebe-los e senti-los pois não sentem por si mesmos, afinal, são coisas tão delicadas e numerosas que se faz preciso um senso muito fino e claro para senti-las e julgar com justeza. Não é possível mostrar tais coisas em visão geométrica pois a geometria não possui os mesmos princípios da sutileza e porque isso seria incrívelmente trabalhoso pois é preciso ver com um relance de olhos e não com encadeamento de raciocínios. Os sutis, pelo contrário, estão acostumados a julgar por um único relance de olhos e ficam profundamente confusos quando alguém lhes mostra proposições de que nada sabem, e para ter acesso ás quais é nescessário passar por definições e princípios tão frios que eles nãos estão habituados a considerar detalhadamente e sentem repugnância a raciocinar desse jeito.
Os geômetras , que não são nada além de geômetras , têm um espírito reto mas com a condição de que todas as coisas lhe sejam extremamente bem explicadas por princípios e definições pré-fabricadas , fora isso , são insuportáveis pois só sabem ser retos com base em pricípios bem claros. Os sutis , que não são mais do que sutis , não têm paciência de voltar até o último princípio das coisas em especulação , que por sinal , nunca viram no mundo e que são completamente estranhas ao seu senso empírico.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Bom senso.


Para iniciar: O que é bom senso? a resposta para essa pergunta deve ter sumido com o passar dos anos , deve ter-se ido com os valores decentes , a inversão desses valores , que antes eram de grande veneração, deve ter matado aos poucos essa arte da vida.
Bem , como disse René Descartes: "O bom senso é a coisa mais bem dividida no mundo , pois casa um se julga ser tão bem dotado dele que ainda os mais difíceis de serem satisfeitos em outras coisas não costumam quere-lo mais do que têm." Bom senso nunca é demais , claro , em tudo temos que ter moderação pois até remédios e água em excesso podem matar. Senso quer dizer juízo ou forma espontânea de pensar , se tratando de filosofia.
Bom senso é a essência da prudência, a base de um sábio. È o tipo de característica de difícil manipulação. O uso excessivo dessa virtude também traz erros , pois , se usado muito pode fazer-nos errar por hesitação e quando usado insuficientemente faz-nos errar por negligência. Porém , é bem verdade que nem todo sábio é provido desta virtude, que mais parece ser de nascimento (não excluindo o fato de que se pode desenvolvê-la).Sem senso sabedoria torna-se mero conhecimento e Conhecimento sem virtude é apenas informação.
Em suma, o bom senso é o catalisador da trasformação da mera informação bruta em inteligência e da inteligência em sabedoria, além disso , para se obter a perfeita prudência é preciso de uma boa dose de bom senso. Aquele que possui esta virtude está a um passo do sucesso de seus empreendimentos e da evolução de sua sabedoria.