sábado, 3 de novembro de 2012
Algum motivo não refutável para patriotismo?
Almejo ser um policial. No Brasil esta é uma das profissões mais desvalorizadas, complexas, subestimadas, sem insfraestrutura de emprego, rejeitada, desgraçada, mal paga, arriscada e uma centena de adjetivos depreciativos. Perde somente para o Professorado.
Trabalhar como policial num país onde privilegia-se a bandidagem, o mal caratismo e a falta de disciplina e honra. Onde a Lei acoberta a fuga e o descumprimento dela mesma. Onde as penas são brandas e os assassinos implacáveis. Trabalhar como defensor da lei onde os criadores dessas leis são salafrários, canalhas desprezíveis, assassinos, desonestos, cruéis, mais amantes dos seus interesses do que os da sociedade (característica esta que é uma das principais da democracia.), é no mínimo suicídio. E é isto que se vê ultimamente. No último mês, cinco policiais federais cometeram suicídio por causa da pressão da profissão. Uma coisa que esqueceram de dizer a esses valoroso homens, é que em uma terra onde ser ladrão é lei, o mocinho torna-se vilão. Portanto, tudo o que ele fizer será em vão, servirá apenas para deixá-lo longe de sua família e receber algumas migalhas em troca de sua sanidade física e mental.
Falando em Polícia Federal, que é a força policial mais bem treinada do Brasil, sendo a melhor da América Latina, é também a que tem o salário mais injusto se comparado suas atribuições, o risco de vida e seu salário baixíssimo. Porque? Porque é a Polícia Federal quem previne e busca os criminosos maiores para trazê-los ao alcance da espada da justiça, que aqui neste país sem escrúpulos, usa no máximo, uma espadinha de plástico. Estes grandes criminosos são exatamente os que controlam o país, escolhidos pelo povo, que em sua maioria vive de "bolsas" dadas por esses criminosos, que veladamente (para mim é descaradamente) controlam as mentes frágeis e sem instrução desses cidadãos, através de esmolas e festas, pão e circo.
O Sistema de saúde daqui é pior do que sistemas de saúde de países que vivem em constante guerra. Salvar vidas está, na lista de prioridades do governo, em segundo lugar. Em primeiro vem a mudança de sexo.
Quanto ao sistema educacional, creio que não seria necessário comentar, já que é mais que óbvio que é um dos mais deficientes do mundo. A falta de profissionais qualificados é gritante, sendo necessário importar profissionais competentes de outros países para concluir um trabalho que deveria estar sendo feito por um brasileiro. Os que conseguem algum sucesso no campo do conhecimento são logo exportados, recebendo melhor e tendo mais incentivo e estrutura, tanto física quando psicológica, para suas pesquisas e avanços. Isso ocasiona uma maciça fuga de cérebros, deixando que os nossos brilhantes cientistas saiam daqui para ir para EUA, Reino Unido e Japão, porque o incentivo financeiro dado para o avanço científico-tecnológico é duas vezes menor do que o dado para o carnaval do Rio.
Estes são apenas três dos milhares de coisas que me fazem ter mais raiva deste país imundo do que sentimento de amor pela pátria. Brasil, apesar de ter o hino mais belo dentre todas as nações, é o que tem a pior face de todas elas. Sendo um país de economia enorme, é o mais pobre, semelhante a um velho avarento e doente, que em vez de dar um pouco de seu dinheiro para que se cure e tenha saúde, prefere guardar todo para si e para as traças, que são seus governantes, que corroem seus fundos financeiros, deixando-o mais pobre e doente do que se gastasse com seu tratamento barato, que se resume, em outras palavras, a melhorar a educação e sistema de leis.
Me dizem que o Brasil é um país lindo, está cheio de belas paisagens e seu povo é hospitaleiro e gentil. É o povo mais feliz do mundo, é o país do futebol e de mulheres bonitas.
Sim, claro, o Brasil tem belas paisagens, como qualquer outro país tem as suas. A diferença é que as belas paisagens brasileiras estão cheias de esgotos, pela sua falta de saneamento básico e sua paisagens florestais estão desaparecendo por causa da fome insaciável de dinheiro que alguns tem, como se já não bastasse explorar do pobres, também tem que explorar da natureza. Nos restam poucas paisagens agora.
O povo hospitaleiro brasileiro só é hospitaleiro para estrangeiros, que saem de seus países para cagarem o solo e pagar pela prostituição das crianças, para após a temporada maravilhosa na terra sem lei que é o Brasil, voltar ao seu país e espalhar para seus amigos gringos que no Brasil podem fazer o que quiser e todas as mulheres são prostitutas que andam com macacos. Brasileiros não conseguem ser hospitaleiros com os estrangeiros que vem para um turismo correto, que querem saber da cultura e criar amizades aqui. Não, não, com estes os "brasileiros hospitaleiros" enganam, roubam, sequestram e assustam.
País do futebol... Não sou fã de futebol e o futebol brasileiro não está lá muito bem. Futebol não é motivo de patriotismo.
Enfim, não consigo conceber a ideia de amar e defender um país que trata seus filhos como fezes num saco plástico. Se algum dia tiver que defendê-lo de algum mal numa guerra, não será pelo país que lutarei, mas pelas pessoas que infelizmente estão nele e que as amo.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
ANONYMOUS e O PLANO
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Anonymous.
O vídeo é auto-explicativo.
O site oficial dos caras está na descrição do vídeo, é o primeiro link. Quem quiser ajudar de alguma maneira, cadastre-se e veja o que pode ser feito. Já estou lá. Lá dentro, saibam qual o plano, a lógica e tudo mais. Só entende quem quer revolucionar.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
A Massa da Democracia.
Na Democracia, a maioria é que tem o poder de escolha. Um ótimo conceito, o mais justo até agora. O que traz o defeito é que a maioria não tem instrução. No caso, a nivelação de um país, pode ser por baixo. O povo ganha não porque é mais instruido e soube escolher mas porque é a maioria e esta maioria é incrivelmente manipulável. Comprar votos é muito fácil, manipular uma mente que desde cedo vem sofrendo uma descarga de informaçãoes manipuladas com o intuito de conseguir dominar a ideologia da maioria do país para que futuramente seja usada para proveito próprio. Isso tem um nome: Massa de manobra.domingo, 25 de abril de 2010
Comentário Anti-Rebolation
~>Se você for mais um fã idiota e alienado desta "obra" (note as aspas...) chamada rebolation, com toda a certeza você não irá gostar do comentário.
~>Se você desejar discutir como um adulto sobre este assunto, por favor assista e vídeo e comente.
~>Se voê for mais um mané sem Q.I ou maturidade suficiente para aceitar a realidade, por favor se retire.
~>Se você é o mané da indicação acima e ainda continua aqui pois deseja me xingar, expor algum erro meu e tentar avacalhar o sistema, devo lembrá-lo que lugar de criança é na escola e não absorvendo bosta e falando tolices.
~>Se você ainda continua a achar que isso é música, por favor, estude história da música e veja seu conceito em algum livro decente.
~>Se você é dançarino, diz que isso serve apenas para "Pegar mulher", afirmo uma coisa: Na minha opinião, isso é mais gay do que ser gay, rebolar o traseiro nessa espécie de dança do acasalamento baiana, pra mim, não passa de uma tentativa frustrada de sedução física, já que a inteligência se foi antes mesmo de você se dar como gente. Balançam a bunda suada para substituir o pênis, que já foi extinto por causa do uso excessivo de bombas e hormônios.
~> Se não tem nada para falar, concorda e não quer falar mais nada, não concorda e não quer falar, então, que bom.
Comentário:
Anti-Rebolation
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
1968 " A revolução inesperada".
terça-feira, 27 de outubro de 2009
"Por que não fazemos revoluções? E se fazem porque se originam na massa intelectual? ''

Bom... Ao meu humilde ponto de vista acho que não fazemos mais revoluções pelo fato de termos nos acomodado com o que acontece ultimamente. Não é uma acomodação normal e nem todos estão tão acomodados assim, mas é forte a ponto de manter uma nação todinha aos pés de um aparelho de televisão. Certo que a geração passada foi ás ruas e protestou dando sangue a té a prórpia vida, sem esse sangue não teriamos tanta liberdade quanto temos hoje.

Indo direto ao ponto, não há falta de muita coisa pra se fazer uma revolução, pelo menos não neste nosso período. Temos jovens idealistas, temos pessoas suficientes para mudar alguns mundos, mas falta coragem, falta vontade de dar a vida (talvez em todos os sentidos) á uma causa incerta no momento e quem sabe, até nos momentos vindouros.
Para instigar nossa geração a ir ás ruas, pegar em armas ou abster-se de algo, será preciso mais do que o sofrimento do próximo para mover tantos. Será necessário atingir egos inflados e mentes condicionadas a viver no mar da ignorância e do modismo consumista anticonstrutivo intelectual, moral e espiritual.
Não é difícil... Mas também não é tão simples quanto parece.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Alguma coisa está fora de ordem

O escritor Ariano Suassuna, em uma matéria publicada num jornal sobre o chamado forró estilizado, que está lotando casas de show e praças públicas, principalmente nas cidades interioranas do Nordeste, ficou escandalizado ao ouvir algumas das músicas de várias bandas que seguem essa linha grotesca, do achincalhe e da desmoralização à mulher. As suas considerações renderam críticas e durante uma das suas aulas-espetáculo, ano passado, ele foi bastante criticado, por ter 'malhado' uma música da banda Calipso, apontada de mau gosto. Quando mostraram a Ariano algumas letras das bandas desse tipo de 'forró', ele exclamou: 'Eita, que é pior do que eu pensava'.
Do que ele pensava e do que muito mais gente jamais imaginou. Para conhecer algumas letras e as respectivas bandas, Ariano foi na fonte e lá se deparou com 'Calcinha no chão' (Banda Caviar com Rapadura), 'Zé Priquito' (Cantor Duquinha), 'Fiel à putaria' (Banda de Felipão Forró Moral), 'Chefe do puteiro' (Banda Aviões do forró), 'Mulher roleira' (Banda Saia Rodada), 'Mulher roleira a resposta'(Banda Forró Real). Encontrou também 'Chico Rola' (Banda Bonde do Forró), 'Banho de língua' (Banda Solteirões do Forró), 'Vou dá-lhe de cano de ferro' (Banda Forró Chacal), 'Dinheiro na mão, calcinha no chão' (Banda Saia Rodada), 'Sou viciado em putaria' (Banda Ferro na Boneca), 'Abre as pernas e dê uma sentadinha' (Banda Gaviões do forró), 'Tapa na cara, puxão no cabelo' (Banda Swing do forró) entre tantas 'pérolas' desta artilharia que anda povoando a mentes de quem, parece não pensa,
desconhece a boa música brasileira.
Diante de todas essas possibilidades, Ariano Suassuna disse que toda essa esculhambação tem uma origem. Veja o que ele: 'Esta 'esculhambação' não é culpa exatamente das bandas ou dos
empresários que as financiam, já que na grande parte delas, cantores,músicos e bailarinos são meros empregados do cara que investe no grupo. O buraco é mais embaixo. ' Faço um paralelo com o turbo folk, um subgênero musical que surgiu na antiga Iugoslávia, quando o país
estava esfacelando-se. Dilacerado por guerras étnicas, em pleno governo do tresloucado Slobodan Milosevic surgiu o turbo folk, mistura de pop, com música regional sérvia e oriental. As estrelas do turbo folk vestiam-se como se vestem as vocalistas das bandas de 'forró', parafraseando Luiz Gonzaga, as blusas terminavam muito cedo, as saias e shortes começavam muito tarde.
Numa entrevista ao jornal inglês The Guardian, o diretor do Centro de Estudos Alternativos de Belgrado, Milan Nikolic, afirmou, em 2003, que o regime Milosevic incentivou uma música que destruiu o bom-gosto e relevou o primitivismo estético. Pior, o glamour, a facilidade estética, pegou em cheio uma juventude que perdeu a crença nos políticos, nos valores morais de uma sociedade dominada pela máfia, que, por sua vez, dominava o governo. Aqui o que se autodenomina 'forró estilizado' continua de vento em popa. Tomou o lugar do forró autêntico nos principais arraiais juninos do Nordeste. Sem falso moralismo, nem elitismo, um fenômeno lamentável emerecedor de maior atenção. Quando um vocalista de uma banda de música popular, em plena praça pública, de uma grande cidade, com presença de
autoridades competentes (e suas respectivas patroas) pergunta se tem 'rapariga na platéia', alguma coisa está fora de ordem. Quando canta uma canção (canção?!!!) que tem como tema uma transa de uma moça com dois rapazes (ao mesmo tempo), e o refrão é 'E vou dá-lhe
de cano de ferro/e toma cano de ferro!', alguma coisa está muito doente.
Sem esquecer que uma juventude cuja cabeça é feita por tal tipo de música é a que vai tomar as rédeas do poder daqui a alguns poucos anos... não precisa dizer mais nada...'
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
O que é que a Bahia tem?
lar. Calma, leitores. Antes, ele pediu autorização. A princípio pensei: Ora, o que isso implica na demissão? Ela não estava fazendo na frente de seus alunos, nem dentro do colégio. Estava apenas se divertindo, como todo ser humano. Mas, como toda polêmica, há sempre os dois lados da argumentação e sempre nos remete a outros princípios. A ideia foi amadurecendo enquanto esse caso foi repercutindo. É sempre recomendável saber o motivo da atitude e dar o direito de defesa da acusada, não? Pois bem, Jaqueline Carvalho e Mário Brasil defenderam-se, em um programa de auditório. Ele, como defensor da música baiana afirma que a atitude dela não foi vulgar, que a Bahia é feita dessas músicas e danças e só há sucesso porque há um apelo popular. Se não agradasse ao público, não faria sucesso. Essa citação só reforça o pré conceito que a Bahia divulga ao Brasil: Bahia pode ter o melhor carnaval, na opinião de alguns, mas o estado e a vulgaridade estão intimamente ligados.Várias perguntas foram feitas. Ao perguntar se ela se arrepende ela se contradiz em questão de minutos. Mas o que mais me chamou a atenção foi a possível hipocrisia quando foi perguntado a ele se caso tivesse uma filha, ele deixaria ela se comportar de tal forma. A resposta veio entre sorrisos: Não tenho. Mas tenho irmã. Se ela quiser pode ir dançar '' Todo Enfiado comigo ''. Vamos considerar que ele ainda não sabe o sentimento de ter um filho e os cuidados com ele. Nesse mesmo âmbito, vamos a Jaqueline. Ela, que tem uma filha de sete anos, gostaria de vê-la rebolando semi nua no palco e ouvir milhares de homens gritando por ela, e pornograficamente? E pedir respeito nesse lugar é, no mínimo, sem lógica. Não! Ela não gostaria. Prova disso é que ela afirmou que se chocou quando viu a menina, ao ver o vídeo, imitando a mãe. Falha tentativa de amolecer o coração da população que a julga por ser irresponsável. Parece que temos aqui questão de ponto de vista, não? Para ela, ao beber dois litros de uísque - dois dias depois, disse que na verdade foram algumas doses - é perfeitamente normal se divertir desse modo. Entre por ou não a culpa no álcool, fica o sentimento de que é do feitio dela, intimamente ou não, dançar '' sensualmente '', termo usado por ela. Não é por inveja - termo usado pela professora, ao ver que os índices de mulheres contra a atitude dela são maiores do que os do homens - ou outros, que as mulheres são mais revoltosas quanto a esse assunto. Elas se põem no lugar. Não fariam o mesmo, por mais bêbadas que estivessem, creio.
E como ficam as crianças? Aquelas que diariamente veem a professora delas ensinarem o que é correto e procuram fazer o reflexo da '' tia ''. Naturalmente, professoras do ensino fundamental precisam ter a postura além do ensino, elas são acima de tudo, pessoas que participam ativamente da educação tanto moral, ética, religiosa e psicológica. Não me admira que os pais, ao verem o vídeo fiquem revoltados. A escola demitiu antes, por melhor profissional que seja, para evitar a confusão entre pais e educadores. Tratando-se disso, o grande vilão foi exclusivamente o vídeo ter se tornado público. Se não, iria ser mais uma mulher que ia subir no palco e dançar. Naquele momento não importa a profissão. Afinal, ninguém foi martirizar e julgar as outras mulheres que estavam com ela. Não ia ser repercussão mundial, mas internamente todos que ali estavam iam saber, de todo modo é exposição.
O vídeo só alertou os modos de diversão que acontecem nesses shows. Se não subir no palco, lá embaixo as danças acontecem da mesma forma. O que a população Brasileira precisa é de Educação. Funk, swigueiras e afins geralmente tem letras que incitam a danças que expõe o corpo de modo vulgar. O problema não é o ritmo. Se talvez, os ritmos acompanhassem letras mais construtivas, a dança naturalmente apresentaria outro aspecto, e mesmo assim não se perderia a diversão que é dançar.
Desliguei a televisão, em meio a esses pensamentos e com uma certa revolta ao ver que ela já estava sentindo o sucesso e os privilégios, levando o debate de forma divertida. As lágrimas deram lugar ao sorriso, a preocupação de perder o emprego deu lugar a uma nova oportunidade de dançar profissionalmente em outra banda - vale ressaltar que ela exige que a dança da futura banda não seja uma coreografia que venha denegrir sua imagem - e o modo 'estrela popular' que ela estava sendo tratada, nomeando-a como a '' Mulher mais famosa de Salvador '' ( ÃHN? )
Apresentador - Hoje, você faria a mesma coisa?
Jaqueline Carvalho - Não desse jeito.
Apresentador - Que jeito? Mostrando a calcinha?
Jaqueline Carvalho - Mostrar a calcinha eu até posso.
Esperem: '' Playboy - A baiana mostra que é uma professora de primeira ''( Pensando bem, o vídeo até que foi bastante lucrativo. )"
Por: Camilla Linson.
Bom, em parte concordo com boa parte do que a autora do texto comentou (Partes bem observadas) acima. Discordo primeiramente de que ela seria acusada ou não independente de ser professora. Pelo menos ao meu ver, iria sim, se ela não fosse professora, com toda a certeza, não haveira peso algum sobre ela e a polêmica "Toda enfiada" nas nossas cabeças simplesmente não existira. Professorar é uma coisa bem complicada, passar uma imagem de total integridade para crianças é complicado, se não fosse, teríamos vários professores por aqui... Na verdade, o problema não é o que ela vai passar para as crianças, mas sim, o que os pais vão pensar em relação a esse tipo de atitude de uma professora, "Se uma professora age assim, imagine o resto dos funcionários do colégio?". Mesmo se o vídeo tivesse sido lançado na internet e a "vítima" não fosse uma professora, não iria dar em lugar nenhum. O ponto é simples; "Porque uma professora, profissional que educa, fez isso? atos libidinosos desse jeito?". Meu ponto de vista em relação a isso é outro, no caso, o que ela fez realmente não diz respeito a postura que ela deveria ter em SALA de aula. Da vida pessoal dela, é ela quem sabe, não se pode impedi-la de gozar do seu direito de lazer, por mais ridículo e imoral que seja. Enfim, o caso é que, sendo professora "o bicho pegou" pra o lado dela. Vemos todos os dias políticos acabando com o que chamamos de ética e honestidade e não damos a mínima, se damos, não falamos o que achamos ou não nos movemos como deveria ser. Professores são espelhos da educação, assim como os políticos são o espelho da populaçao ou seja, se a população age como corruptos e desonestos, assim serão nossos políticos. Quem nunca ouviu alguém dizer "Ah, se eu estivesse lá também ia roubar um pouco". Isso resume muito da situação atual do país. Mas o foco não é esse. O que pensam é; "Se até professores estão nessa onda de pornografia e imoralidade, o que será do futuro de nosso país?" É o que pesa, brincar com a esperança de uma nação é perigoso. Acho que isso não passa de mais um factóide.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Nas formas sociais.

quinta-feira, 18 de junho de 2009
Big Brother Brasil , a grande bosta brasileira.


