domingo, 28 de junho de 2009

Nem tudo bom nem tudo mal.


A filosofia budista tem uma caraterística marcante, talvez a que represente melhor a religião. O caminho do meio. Sidarta Gautama, o Buda pregava o não exagero das coisas no caminho da vida, nem hedonismo ( A busca do prazer imediato "como única e possível forma de senso moral") e nem o sacrifício extremo. Este conceito é considerado por Baltasar Gracián como "a fórmula de toda a sabedoria". Levar os prazeres ao extremo é errar por exagero, se abster totalmente deles (assim como so monges enclausurados) é errar por negligência.
Pode-se também provar isso através da própria inteligência, que se usada de mais esgota-se, ou mesmo por uma vaca que se ordenhada excessivamente dá sangue em vez de leite. Até mesmo um pequeno deslize esporadicamente é bom. Pode ser que através deste deslize possamos ajudar alguém a descobrir seus talentos. Moralidade excessiva torna-se incômoda e pode espelhar a hipocrisia, a falta de moralidade torna-se repulsiva e beira a tolice mas o camino do meio entre esses dois extremos leva á vizinhança da perfeição.

4 comentários:

  1. meuu velhoo..
    parabéns ..
    to escrevendoo isso aki pra dizer q dou maior apoio pra esse blogg..
    to chegandoo agora...
    e esperoo..apender um pouquinho ctg.
    flw abraçoo..
    Abraão

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  2. "Pode-se também provar isso através da própria inteligência, que se usada de mais esgota-se"

    mago, não concordo muito com essas afirmação aí. acho q quanto mais vc pensa, mais vc tá exercitando o seu cérebro, a sua oratória e torna a sua vida até mais legal.
    afinal, quando o homem não pensa, ele faz guerra!
    na minha opinião,o homem sempre tem q estar aprendendo, por isso q escolho tanto os meus amigos, é tudo uma troca de informações, pensamentos e dúvidas.
    a vida, prá mim, é isso: pensar ao extremo para trocar o q eu aprendi com outras pessoas.
    eu chamo isso de: socializar as idéias.

    então é isso.

    e viajei nisso aqui. =D

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  3. Esgotar no sentido de não ter mais o que expor, entende?

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