
A filosofia budista tem uma caraterística marcante, talvez a que represente melhor a religião. O caminho do meio. Sidarta Gautama, o Buda pregava o não exagero das coisas no caminho da vida, nem hedonismo ( A busca do prazer imediato "como única e possível forma de senso moral") e nem o sacrifício extremo. Este conceito é considerado por Baltasar Gracián como "a fórmula de toda a sabedoria". Levar os prazeres ao extremo é errar por exagero, se abster totalmente deles (assim como so monges enclausurados) é errar por negligência.
Pode-se também provar isso através da própria inteligência, que se usada de mais esgota-se, ou mesmo por uma vaca que se ordenhada excessivamente dá sangue em vez de leite. Até mesmo um pequeno deslize esporadicamente é bom. Pode ser que através deste deslize possamos ajudar alguém a descobrir seus talentos. Moralidade excessiva torna-se incômoda e pode espelhar a hipocrisia, a falta de moralidade torna-se repulsiva e beira a tolice mas o camino do meio entre esses dois extremos leva á vizinhança da perfeição.
me add tb :p
ResponderExcluirmeuu velhoo..
ResponderExcluirparabéns ..
to escrevendoo isso aki pra dizer q dou maior apoio pra esse blogg..
to chegandoo agora...
e esperoo..apender um pouquinho ctg.
flw abraçoo..
Abraão
"Pode-se também provar isso através da própria inteligência, que se usada de mais esgota-se"
ResponderExcluirmago, não concordo muito com essas afirmação aí. acho q quanto mais vc pensa, mais vc tá exercitando o seu cérebro, a sua oratória e torna a sua vida até mais legal.
afinal, quando o homem não pensa, ele faz guerra!
na minha opinião,o homem sempre tem q estar aprendendo, por isso q escolho tanto os meus amigos, é tudo uma troca de informações, pensamentos e dúvidas.
a vida, prá mim, é isso: pensar ao extremo para trocar o q eu aprendi com outras pessoas.
eu chamo isso de: socializar as idéias.
então é isso.
e viajei nisso aqui. =D
Esgotar no sentido de não ter mais o que expor, entende?
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