terça-feira, 1 de junho de 2010

Rebeldes sem causa 2º Parte

  Não demora muito e os dois saem aos amassos, quentes,intensos ,com toques em tudo que é parte do corpo. Aos tropeços os dois saem lentamente enquanto esbarravam nas mesas e cadeiras do bar enfumaçado pela maconha. Chegaram até o apartamento minúsculo de Dex onde, já da porta, começaram a despir um ao outro.
- Está precisando de sexo, tio.. está muito enferrujado!- Falou Arven como se já tivesse vasta experiência no ramo.
  Com mais vontade ainda, Dex joga a garota na cama e os dois começam a fazer tudo o que queriam para aquela noite.
  A noite foi longa e prazeroza. Foi a melhor das transas para Dex e a mágica primeira vez inesquecível e inigualável para Arven. Depois daquele dia nunca mais os dois se viram e nem eles mesmo sabiam o porque, só sabiam que queriam se ver. Dex a procurava todos os dias no Plauta's mas nunca a encontrava, Arven o procurava em toda a vizinhança, mas também não obtinha tanto sucesso.
  De tanto se frustrar e se envolver com o ambiente, Dex virou um festeiro garanhão, quase uma máquina de sexo movida a álcool. Arven virou budista e passou a trabalhar assim que parou de frequentar o Plauta's e a vizinhança. Os meses passavam e as angustias de ambos aumentavam exponencialmente. O que não entendiam era porque se gostavam tanto já que só se viram por apenas uma noite e foi tudo tão carnal. No fundo se achavam animais selvagens, assim como fora seu sexo.

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