terça-feira, 31 de janeiro de 2012

O Fantasma da Ópera.

   É um romance do francês Gaston Leroux, publicado pela primeira vez em 1910, inspirado ( não baseado, inspirado.) no livro Trilby, de George du Maurier. Foi adaptada várias e várias vezes desde sua primeira publicação, além disso, bateu o recorde de permanência na Broadway, superando o musical 'Cats'.

   Um livro que prende a atenção do leitor, revesando capítulos de ação e informação, com os capítulos mais lentos com diálogos e intervenções do autor. Não falta muito para este livro ser uma obra completa. Tem romance, tem ação, tem terror e ficção. O enredo é interessante e abre espaço para julgamentos pela parte do leitor, por ter personagens mais 'flexíveis', coisa que não se vê por aí sempre. Melhor ainda é o espaço que se dá para julgar as atitudes do Fantasma da Ópera, vendo ao final, se deve-se tê-lo como bom ou mal. Por mim ainda não sei se o colocaria na lista de meus vilões ou heróis favoritos, mas com certeza ele estaria em uma lista privilegiada.

Errare Humanum Est.

   Errar é a pior ação que toma um Humano em relação à outro. Nesta categoria de erro, o erro com o próximo, não há perdão, por mais inocente que tenha sido seu erro.
   Todo Ser Humano tem um limite de paciência e um limiar de erros. Infelizmente é falho, pois nem todos os erros são propositais e nem todos são previsíveis. É comum errar e errar novamente. É comum, mas não é normal. Certos erros vem para consertar o que há de errado numa espécie de paradoxo maldito, afinal, mesmo que o erro conserte o que há de errado, ainda assim é um erro e será reprovado.
   Os conceitos de certo e errado ajudam bastante a nos fazerem errar, apesar de servirem para nortear as ações, de modo que as mesmas não venham a afetar o próximo a nenhum prazo. Acredite ou não, buscar o certo sempre levará primeiramente ao errado. É mais fácil errar, geralmente é até mais divertido cometer erros. Divertem-se com erros aqueles que não pensaram ou não pensam à longo prazo.
   Em minha humilde opinião, o pior dos erros é aquele cometido por puro reflexo, não por mal, mas por inocência. Desses erros, as consequências são impiedosas e sempre imediatas. Quem comete este tipo de erro costuma não querer errar e quase nunca sabe das consequências, justamente porque não faz ideia de que a ação a qual acabou de cometer, seja um erro tão grave quanto tirar a vida de alguém. Pior ainda é que a única solução para estes erros é o pedido de perdão, se este falhar, então não há muito o que fazer depois, apenas esperar para ver o que vai sobrar para o Humano que errou e o que fará o Humano que foi atingido pelo erro.
   Mas aí vai uma palavra de encorajamento para você que acabou de errar ao ler todo este comentário; Pode ser esse o maior propósito da sua vida: Servir de modelo para outras pessoas, de como não ser e não agir.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Feliz Ano Novo, povo escroto!
Depois de muito tempo sem postar, tenho uma boa notícia;

Ainda não faço ideia do que postar. Ainda estou bastante engajado no meu livro e lendo outras coisas enquanto a faculdade não me força a ler as coisas lógicas demais ou chatas demais que ela teima em passar.
No mais, aguentando um pouco mais, tenho coisas a mais pra colocar aqui, umas besteirinhas, coisas que aprendi em 2011.

2011 realmente foi o ano em que voltei para o lado negro da força.