sexta-feira, 25 de junho de 2010

Os 10 Piores Serial Killers da História - Pedro Alonso Lopez

    Essa tag foi reservada para mostrar o quanto é bizarro e auto-destrutivo o ser humano, nesse caso por doença ou livre e espôntanea maldade mesmo. Para quem acha que matar por diversão é coisa de filme, é só ler estas postagens, tiradas de e-mails e pesquisas.

    Sem mais delongas, o pior Serial Killer que já vi.

Pedro Alonso Lopez (+ de 300)

   Teve uma infância terrível, filho de prostituta e expulso de casa aos 8 anos, foi recolhido por um pedófilo e sodomizado a força.
   Agiu em três países da América do sul: Equador, Peru e Colômbia. Em 1978 já havia assassinado 100 meninas no Peru. Mudou-se para a Colômbia onde matava três vezes por semana.

  O homem aí ficou conhecido como "Monstro dos Andes" em 1980 quando revelou o túmulo de 53 vítimas que tinha feito no Equador, todas eram meninas entre 9 e 12 anos. Depois de 1993 foi condenado por matar 110 jovens equatorianos e ainda por cima confessou ter matado 240 moças desaparecidas na Colômbia e no Peru.
   Os crimes de Pedro Alonso Lopez ficaram conhecido internacionalmente após uma série de entrevistas de um foto-jornalista de longa carreira chamado Ron Laytner, que o conheceu em 1980  em sua cela na prisão de Ambato.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Rebeldes sem causa. 4º Parte

   Acabados, derrotados pela dor e surpresos com a tragédia os familiares do dois fizeram um enterro simbólico com as cinzas que restaram, no mesmo cemitério, quase na mesma cova. Equanto jogava as cinzas do filho, o pai de Dex olhou para o enterro ao lado e viu a mulher que não vira há anos, a mulher com quem tivera Dexton. Ela o olhava, surpresa, principalmente pelo fato de estarem enterrando no mesmo dia seus filhos que morreram tragicamente.
   O Sr. Floram perguntou para a mulher, quem era que ela estava enterrando e ela responde em prantos:
- Ah Yuri! Aaah Yuri! É a filha a qual tive depois que nos separamos!
- Pensei que você tivesse morrido no parto! - Diz Yuri mais surpreso do que nunca - Por isso me mudei para esta cidade, junto com nosso filho o Dexton!
   Ela, emocionada e assustada com o engano que durou vinte anos responde:
- Mas como? pensei que tivesse me abandonado! Minha finada mãe disse-me que você tinha fugido na noite anterior ao parto, então, magoada e conformada com o acontecido decidi prosseguir minha vida sem tentar encontrar você novamente.
   Ele, igualmente surpreso responde:
- Mas foi ela quem me falou, com lágrimas nos olhos, que você tinha sido internada e que ficou lá por muito tempo e terminou morrendo junto com a criança, dois dias após o parto!
Os dois, sem reação alguma, se olhavam e olhavam para os potes onde estavam as cinzas dos filhos, na mão de cada um, então se deram conta, depois de lagum tempo que tinham perdido os filhos, os quais nunca se conheceram.
- Qual era o nome dela, Delina? -Pergunta Yuri em um tom de curiosidade e dor aos mesmo tempo.
- Era Arven... Um belo nome. não acha
- Acho sim... Acho também que eles deveriam ter se conhecido, afinal, eram irmãos.
Então, sem mais palavras, jogram as cinzas, juntos, em um único túmulo.
   Dois anos depois Yuri e Delina se casaram novamente e as cinzas misturadas de Dexton e Arven já havim sido absorvidas pela terra..

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Da morte ,Metafísica do Amor e Do sofrimento do mundo.

  Livros de autoria do filósofo Arthur Schopenhauer. Neles o autor discorre sobre a morte ( como o próprio título diz), sobre os motivos e dúvidas que temos sobre o amor, em "a metafísica do amor" e sobre o mundo e sua face horrível e traiçoeira, de uma forma bastante pessimista em "do sofrimento do mundo".
   O interessante nesses livros é que, querendo ou não, muita coisa é verdade e você tem duas escolhas: Ou se deprima e se joga de cima do último andar do prédio de sua faculdade ou simplesmente pondera sobre as peripércias da vida.
   Em "Metafísica do amor" Schopenhauer sustenta a teroria de que  "os opostos se atraem". Os argumentos, em sua maioria são compreensíveis, outros são absurdos, beirando o ridículo, sobre isso, é preciso lembrar que as limitações da sua era foram grandes para o que ele escreveu. Usando como argumento alguns fatos biológicos e explicando esses através de sua prórpia teoria ele explica, por exemplo, porque uma mulher muito bela casa-se com um indivíduo feio, grosseiro e fanfarrão. Os românticos vão ficar discordantes e enfurecidos, os depressivos amorosos vão cortar os pulsos e o resto vai rir e ponderar.
  O livro "Do sofrimento do mundo" é mais um addendum do que própriamente uma obra completa. Na obra Schopenhauer toca na filosofia de Sócrates para apoiar um pedaço de sua tese. Ele vê a morte como o "gênio inspirador" ou a "musa da filosofia" e a partir disso passa o que pensa. A parte mais interessante desse adendo é que o autor, de uma forma um pouco indireta, diz que a morte é nossa única certeza mas vivemos toda a vida sem pensar nela de modo algum e quando pensamos, não a pensamos para nós mas para terceiros, como se fossemos imortais, sentimento esse que surge principalmente na jovialidade da vida.
  Bom, depois de ter lido esse livro eu tive certeza de uma coisa: Schopenhauer não teve mulher, e se teve foi uma megera rabugenta, é, ele é simplesmente genial, mas um gênio chato e carrancudo, daí ele não ter tantos amigos e suas aulas serem pouco vistas em relação ás de outros filósofos e teóricos.
  No que diz respeito ás opiniões, essa é uma ótima fonte de discussões sobre inúmeros assuntos pouco pensados ultimamente e uma ótima base argumentativa. Ler este aqui não vai ser tão feliz quanto se pensa mas vai abrir novas ruas nas mentes dos leitores, por isso, leiam e criem suas opiniões.

Rebeldes sem causa. 3º Parte


   Um ano se passou e os dois ainda sonhavam com aquela noite, até que, cansado desses pensamentos nostalgicos, Dex saiu do apartamento e decidiu tomar umas e todas no Plauta's, junto com seus novos, loucos e irresponsáveis amigos.
  Arven, também cansada dos pensamentos e saudades, resolveu ir ao templo budista onde meditava, para ver se conseguia esvaziar a mente. Chegando no templo, acendeu vários incensos e pôs-se a meditar.
  Quanto mais Dex bebia, mais lembrava-se de Arven. Quanto mais fazia sexo com outras garotas e garotos, mais lembrava-se de como tinha sido expetacular aquela noite ocorrida há exatamente um ano. Quanto mais meditava, mais Arven enchia a mente com lembranças da noite estupenda, quanto mais respirava fundo e inalava a fumaça dos incensos, mais se sentia excitada, cada vez mais tinha vontade de fazer sexo com Dex novamente.
  Não aguentando mais toda a pressão, Dex pega o carro e, altamente embriagado e cheio de vontades, pisa fundo no acelerador e pela estrada escura, fazia zig-zag com o carro. Até que, com os reflexos totalmente debilitados, não consegue desviar do caminhão que vinha com tudo em sua direção e bate frontalmente. Com o impacto, Dex morre instantaneamente e o carro pega fogo, carbonizando Dex.
  Arven, já tendo inalado muita fumaça, estava sufocada e acabou morrendo com tanta fumaça nos pulmões. Os incensos continuaram a queimar até que as pequenas brasas encostaram nas cortinas e o fogo tomou conta do ambiente e dentro dessa fornalha estava o corpo inerte de uma garota sedutora porém resignada. Do corpo não sobrou muita coisa, só o que dava para fazer um pouco de cinzas para um enterro simbólico.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Rebeldes sem causa 2º Parte

  Não demora muito e os dois saem aos amassos, quentes,intensos ,com toques em tudo que é parte do corpo. Aos tropeços os dois saem lentamente enquanto esbarravam nas mesas e cadeiras do bar enfumaçado pela maconha. Chegaram até o apartamento minúsculo de Dex onde, já da porta, começaram a despir um ao outro.
- Está precisando de sexo, tio.. está muito enferrujado!- Falou Arven como se já tivesse vasta experiência no ramo.
  Com mais vontade ainda, Dex joga a garota na cama e os dois começam a fazer tudo o que queriam para aquela noite.
  A noite foi longa e prazeroza. Foi a melhor das transas para Dex e a mágica primeira vez inesquecível e inigualável para Arven. Depois daquele dia nunca mais os dois se viram e nem eles mesmo sabiam o porque, só sabiam que queriam se ver. Dex a procurava todos os dias no Plauta's mas nunca a encontrava, Arven o procurava em toda a vizinhança, mas também não obtinha tanto sucesso.
  De tanto se frustrar e se envolver com o ambiente, Dex virou um festeiro garanhão, quase uma máquina de sexo movida a álcool. Arven virou budista e passou a trabalhar assim que parou de frequentar o Plauta's e a vizinhança. Os meses passavam e as angustias de ambos aumentavam exponencialmente. O que não entendiam era porque se gostavam tanto já que só se viram por apenas uma noite e foi tudo tão carnal. No fundo se achavam animais selvagens, assim como fora seu sexo.