domingo, 28 de fevereiro de 2010

Diablo Swing Orchestra.

                       
       Diablo Swing Orchestra - Sing Along Songs For The Damned & Delirious


CD novinho da banda! Muito bom, por sinal, melhoraram ainda mais o som, principalmente pra quem gosta dessas misturebas.



Diablo Swing Orchestra – Sing-Along Songs for the Damned and Delirious


Track List:
01.: A tap dancer’s dilemma (5:12)
02.: A rancid romance (4:27)
03.: Lucy fears the morning star (6:34)
04.: Bedlam sticks (3:29)
05.: New world widows (5:56)
06.: Siberian love affairs (0:58)
07.: Vodka inferno (4:08)
08.: Memoirs of a roadkill (3:30)
09.: Ricerca dell’anima (5:34)
10.: Stratosphere serenade (8:25)

Download: http://rapidshare.com/files/288305404/0852.rar

Mais Informações:
País: Suécia
Estilo: Avant-Garde Metal
Site Oficial: http://www.diabloswing.com/

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Um Experimento Comunista.

   Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.
   Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo. '
  O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."
   Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas. ' Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...
   Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
   Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D".
   Ninguém gostou.
   Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".
   As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano... Para sua total surpresa.
   O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
   "Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Série; Os Supersoldados que superam o Rambo. Yogendra Singh Yadav

 
                                                  Yogendra Singh Yadav                               

   Yogendra Singh Yadav era um membro do batalhão granadeador indiano, durante o conflito em Paquistão em 1999. A missão deles era escalar a “Colina do Tigre” (uma montanha foda), e neutralizar os 3 abrigos inimigos no topo. Infelizmente, isso significava subir a montanha enorme de puro gelo. Como eles não queriam subir tudo aquilo com picaretas de gelo, eles decidiram que iriam mandar um cara até lá, e ele iria descer as cordas, para que todo mundo pudesse subir do jeito mariquinha.
   Yadav tendo culhões de aço, se voluntariou
   Metade do caminho pela subida do inferno gelado, inimigos se posicionaram numa montanha adjacente, e abriram fogo, atirando neles com RPG (lança-mísseis), depois fuzilando com rifles de assalto. Metade do seu esquadrão foi morto, incluindo o comandante, e o resto se espalhou totalmente desorganizados. Yadav, apesar de ter sido baleado 3 vezes, continuou escalando..
    Quando ele atingiu o topo, um dos abrigos inimigos que era o alvo, abriu fogo contra ele com metralhadoras. Yadav correu em direção da chuva de balas, atirou uma granada pela janela e matou todos lá dentro. A essa altura, o segundo abrigo tinha uma mira limpa e abriu fogo, então ele correu até eles, absorvendo todas as balas enquanto fazia isso, e matou quatro homens fortemente armados, com as mãos vazias.
   Enquanto isso, o restante de seu batalhão estava parado olhando para ele e dizendo “cara, puta que pariu!” Então todos foram juntos e renderam o terceiro abrigo sem problemas.
   Por sua proeza e quantidade de culhões, ele foi condecorado com o Param Vir Chakra, o maior prêmio militar da Índia. Diferente da Medalha de Honra dos EUA, o Param Vir Chakra só é dado para os mais “raro dos raros soldados que vai além do dever patriótico e que em vida normal seria considerado impossível de se obter.” Exatamente, você precisa quebrar as leis da realidade só pra que se torne possível possuir a medalha.
   Somente 21 pessoas foram condecoradas com ela, e dois terços morreram no processo. No começo havia sido reportado que Yadav também havia morrido, mas parece que eles o confundiram com alguém menos fodásico. Ou eles apenas deduziram que nenhum ser humano poderia sobreviver uma perna quebrada, um braço destroçado e 10-15 buracos de balas em carne fresca, de uma só vez.


PS: Ele tinha apenas 19 anos na época em que fez todas essas proezas dignas de um ciborgue programado para matar.

P.P.S: Bate nessa tora, Chuck Norris.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Poltergeist.

   A noite estava num agito monótono, então decidi sair para andar no bosque ao lado de casa, só para adimirar a fauna local. Comecei minha jornada ás 10 da noite. Andei vagarosamente. senti o cheiro de todas as plantas e senti os espinhos de uma bela rosa espetarem miha perna esquerda, abaixei-me para pega-la. Na verdade, a deixei lá, deixei-a viver para enfeitar o lugar. Era melhor do que deixa-la morrer em minha estante cheia de livros empoeirados.
   Ao olhar para o horizonte pude notar uma chaminé no cume de uma colina. Lembro-me desta colina. Quando era criança, costumava brincar pelos arredores e ouvia de um e de outro a lenda de que a casa daquela colina era assombrada, então, ficou conheciada como; A casa poltergeist pois todos que lá entravam saiam atordoados, atônitos com medo da própria sombra. Não acreditei em nada disso, mesmo assim, batia um medo terrível á porta do meu coração.
   Resolvi entrar na casa, só por curiosiadade e autoafirmação. Abri a velha porta, havia muitos quadros, na maioria quadros surrealistas. Arte para todos os gostos, livros dos mais variados temas, em sua maioria, da escola do Realismo. A casa inteira, na parte de dentro, era cercada de espelhos, tantos que mal dava para ver a cor das paredes. Ouvi uma voz que chamava suavemente o meu nome, era uma voz feminina. Então a vi. Não tinha face alguma mas podia notar que me olhava docemente, fazendo meu libido ir até os confins. Eu sabia que não podia me render a ela. Tudo o que vinha a minha mente eram meus medos e desejos ocultos, dos mais excitantes aos mais desanimadores.
   Tudo vinha á tona. Esse possível fantasma sedutor me fazia tremer até nos cabelos. saí correndo feito um louco, não! eu estava realmente louco, eu pude, por uma hora, entender minha mente e pude ver toda minha vida e minhas ações, só que do lado de fora, com os olhos da sanidade.
  Todos aqueles medos, aquela dor lacerante e os instintos aflorando ao mesmo tempo... Não havia fantasma algum, era só eu mesmo, com todas as mazelas adquiridas durante a vida e "evolução". era o retrado da mente do Homo sapiens, uma fotografia da pseudodivindade antropocêntrica, oculta, espreitando e esperando só um momento para devorar quem vem aos arredores. Este é o pior fantasma, a assombração dos próprios instintos humanos. O Demônio somos nós mesmos, os chacais da nossa própria raça desunida. É preciso a virtude de um santo para não sucumbir á vinda desse poltergeist


Por: Hugo Belmonte.