sábado, 30 de janeiro de 2010

Série; Os Supersoldados que superam o Rambo. Jack Malcolm

                                                            Jack Malcolm.


  Um comandante aliado na Segunda Guerra Mundial, e um ávido fã de surfe. Capitão Jack Malcolm Thorpe Fleming Churchil, também conhecido como “Lutador Jack Churchil” e “Jack Insano” era basicamente o desgraçado mais doido de toda a guerra.
   Ele se voluntariou para uma missão, não sabendo ao certo no que se envolveria, mas sabendo que parecia perigoso e portanto, divertido. Ele era conhecido por dizer que “Qualquer soldado que entrar em ação sem sua espada está vestido impropriamente.” E sempre levava sua espada para a batalha – no meio da Segunda Guerra… E não era uma daquelas espadinhas gays que os oficiais da Marinha possuíam. Jack carregava uma porra de uma Claymore (espada escocesa usada com as duas mãos), sendo que ele a usava na guerra…
   Ele capturou um total de 42 Alemães e um esquadrão de morteiro, durante a noite, usando apenas sua espada. Simplesmente usando um corpo de um soldado inimigo e sorrateiramente indo de um posto de vigia até o outro e enfiando sua espada na cara de cada soldado.
   Quando indagado como havia conseguido aquilo, ele disse: “Eu matenho que, contanto que você diga para um alemão, alto e claro o que fazer, se você for mais velho que ele, ele resmungará ‘jawohl’ (sim, senhor) e fará o que você disse com entusiasmo e eficácia, independente da situação.”
   Também famoso por aparecer de surpresa em campos alemães, montando uma motocicleta e usando nada além de um arco-e-flecha e sua espada, e estuprando o campo inteiro. Ou ainda por resgatar um soldado britânico de uma emboscada, mesmo depois de ter sido atingido no pescoço por uma metralhadora montada.
   Após ser enviado para um campo de concentração, ele ficou entediado e saiu. Simplesmente caminhou pra fora. Eles o pegaram de novo e o mandaram para um novo campo. Então ele saiu de novo. Depois de caminhar 150 milhas com apenas latas enferrujadas de cebolas como comida, ele foi pego por americanos e enviado de volta para a Inglaterra, chegando lá ele exigiu ser enviado novamente ao campo de batalha, apenas para descobrir (com grande decepção) que a guerra havia terminado enquanto ele estava no caminho até lá. Como ele disse para seus amigos depois “Se não fosse pelos malditos ianques (americanos), nós poderíamos manter a guerra por mais 10 anos!”

P.S: Gostei do saiote escocês dele.
P.P.S: Uso a claymore como canivete.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Série; Os Supersoldados que superam o Rambo. Alvin York.

                                           Alvin York.
   Nascido em uma família de fazendeiros caipiras do Tennessee, Alvin York passou a maior parte de sua juventude ficando podre de bêbado e entrando em brigas nos bares. Quando seu amigo morreu em uma dessas brigas, ele largou a birita e se tornou um pacifista. Ele foi chamado para servir, tentou evitar, mas foi enviado para o treinamento básico.Um ano depois, ele era um dos 17 homens designados para se arrastarem furtivamente e tomar um acampamento fortificado com artilharia pesada (metralhadoras), guardando uma rodovia Alemã. Conforme se aproximavam, os atiradores os enxergaram e abriram fogo, destroçando nove deles em pedaços.
   Os poucos sobreviventes que não possuíam culhões de ferro entre suas pernas, fugiram, deixando York parado lá, sob fogo de 32 metralhadoras pesadas.Como ele contou mais tarde em seu diário; “Eu não tinha tempo para desviar por trás de árvores, ou mergulhar em arbustos, nem para me ajoelhar ou deitar. Não tinha tempo para fazer qualquer coisa, a não ser assisti-los atirando e lhes dar o melhor que eu podia. No começo, eu estava atirando deitado, como costumávamos atirar nas partidas de tiro ao alvo do Tennessee. Era a mesma distância, só que com alvos maiores. Naquele momento, eu não podia errar o corpo ou cabeça de um alemão. E eu não errei.”
   Depois de matar mais ou menos 20 homens, um Tenente alemão, mandou 5 caras juntos, para tentar matá-lo pelos flancos. York puxou seu revólver Colt .45 (que só tinha 8 balas) e matou todos eles.
   A essa altura o Tenente Paul Jurgen Vollmer gritou perguntando se York era Inglês. Veja que na 2ª Guerra, ninguém realmente levava os americanos a sério, e todos os viam como os novatos. Vollmer deduziu que esse soldado louco/fodástico/cheio de culhões deveria algum tipo de Super Homem Inglês que estava mostrando para os maricas americanos como se fazia. Quando York disse que era Americano, Vollmer replicou “Santo Deus! Se você parar de atirar, eu ordenarei que meus homens se rendam!”Dez minutos depois, 133 homens vieram andando, o que havia restado do batalhão de York. O Tenente Woods, superior de York, no começo achou que era uma emboscada alemã, até ver York que o cumprimentou e disse; “Soldado York se apresentando com prisioneiros, senhor!” Quando o estupefato oficial perguntou quantos eram, York disse “Honestamente tenente, eu não sei…”
 

Série; Os Supersoldados que superam o Rambo.

 Imagine se existissem soldados mais rachadores de crânios do que o Rambo! pois existem sim... pra falar a verdade, os caros recrutas a seguir deixaram Rambo parecendo um garotinha de vestidinho.


                                     Audie Muphy
   Quando Audie Murphy se alistou para a Marinha em 1942 na idade de 16, ele tinha 1 metro e 60 e pesava pouco mais de 50 quilos. Eles riram da cara dele. Então ele se alistou na Força Aérea, e eles também riram da cara dele. Então ele se alistou no Exército, e o exército refletiu que poderiam sempre usar um peão para absorver o poder de fogo do inimigo, então o deixaram entrar. Ele não era particularmente bom naquilo, e na verdade eles tentaram transferi-lo para a cozinha, depois que ele desmaiou na metade do treinamento. Ele insistiu que queria lutar.
    Durante a invasão da Itália ele foi promovido para corporal graças a suas incríveis habilidades de tiro, e nesse mesmo período, contraiu malária, que ele teve durante quase toda a guerra. Tente se lembrar desse detalhe…
   Ele foi enviado para o sul da França em 1944. Ele encontrou um pessoal de artilharia Alemã que fingia estar se rendendo, então atiraram em seu melhor amigo. Murphy ficou completamente doido, matou todos no ninho de artilharia e depois usou suas armas para matar cada coitado em um alcance de 100 jardas, incluindo mais dois ninhos de artilharia e um grupo de snipers. Eles lhe deram condecorações e o tornaram comandante, enquanto todos se desculpavam por chamá-lo de “baixinho”.
   Quase um ano depois, sua companhia recebeu a missão de defender Colmar Pocket, uma região crítica na França, mesmo que tudo que eles tivessem fossem 19 caras e dois M-10 Tank Destroyers.
   O Alemães apareceram com uma porretada de soldados e meia dúzia de tanques. Já que reforços não iriam chegar por um bom tempo, Murphy e seus homens se esconderam em uma trincheira e enviaram os M-10s para fazer o trabalho pesado. Eles foram dizimados em pedaços.
   Então, este garoto com um metro e 60, raquítico e cheio de malaria, correu para um dos M-10s destruídos, subiu na traseira e tomou controle da metralhadora calibre.50 acoplada em cima do tanque e começou a matar todo mundo à vista. Um detalhe é que o M-10 estava em chamas e tinha um tanque cheio de gasolina, o que o tornava uma armadilha mortal.
   Ele continuou por quase uma hora até que estivesse sem balas, então se afastou de volta até seus homens enquanto o M-10 explodia no fundo, estilo Mad Max. Eles lhe deram literalmente, todas as medalhas que podiam (33 no total, apesar de que ele tinha algumas “repetidas”, mais 5 da França e 1 da Bélgia), incluindo a Medalha de Honra.
   Depois da Guerra, ele sofreu stress traumático pós-guerra, e lhe foi prescrito o antidepressivo Placidyl. Quando ele ficou viciado no remédio, em vez de entrar em um programa como uma menininha, ele optou pelo caminho frio e solitário, se trancou em um quarto de hotel por uma semana e superou o problema como o pequeno minúsculo filho da puta com nervos de aço que ele era. Ele escreveu uma autobiografia intitulada “Ao Inferno e de Volta”, e depois se tornou um ator.
   Ele interpretou a si mesmo em um filme sobre suas ações, porem, teve que cortar mais da metade das cenas que mostravam seus heroísmos, pois temia que ninguém acreditasse e achariam que ele estaria tentando se promover.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Somos o que pensamos.

   Divaldo Pereira Franco, atualmente o maior expoente do espiritismo aqui na Terra, após o desencarne de Chico Xavier, deu uma excelente dica de como manter uma vida saudável: cultivando bons pensamentos sempre! Ele falou "Nós somos o que pensamos". Nos lembra o "penso, logo existo" (Cogito, ergo sum) num sentido mais espiritual e menos cartesiano. E ainda disse o porquê: quando nossos pensamentos estão elevados, obviamente nos conectamos com as egrégoras superiores, e a captação de energia vital (que fazemos a toda hora, através dos chakras) se dá de forma mais pura. E o cérebro acaba produzindo, de forma sutilizada, fótons, que nada mais é que luz. Isso se dá porque, quanto maior a vibração (velocidade), mais a matéria se aproxima da luz (física elementar). Essa luz, que não está em nosso estado físico, (ou nossos órgãos internos brilhariam como o ET de Spielberg) se irradia pelo corpo, corrigindo distorções e fortalecendo as defesas do organismo. Ele comparou esse fenômeno a uma barra de ferro, com seus átomos bagunçados, dispostos em várias direções, que, ao passar nele uma corrente elétrica, alinha todos os seus átomos num único sentido.
   Em contrapartida, o pensamento negativo, depressivo, além de atrair energias semelhantes, faz o cérebro produzir elétrons. Tais elétrons se espalham pelo corpo e desestabilizam o que já era eletricamente harmonioso por natureza. Hoje se sabe que o princípio do câncer está nos radicais livres, que são "sobras" de elétrons que se agregam a outras moléculas, tirando-as da sua carga elétrica normal. Isso provoca velhice precoce também. Diz-se que vitamina C é ótimo pra evitar radicais livres, mas o melhor mesmo é um estado mental saudável.
   Isso não quer dizer que nos tornaremos Polianas, vendo beleza em tudo (muito embora deveríamos), mas sim vigiar nossos pensamentos todo o tempo, e evitar alimentar pensamentos negativos até como forma de auto-sobrevivência. O poder do pensamento explica o porque de nos livros espíritas encontrarmos almas moldadas em forma antropomórfica. Se uma pessoa sente culpa ou orgulho no fato de ser "esperto como uma raposa", ou "perigoso como uma cobra", ao longo do tempo o pensamento inconsciente imanta magneticamente as células do perispírito, que, por serem maleáveis, assumem qualquer forma que o pensamento queira. Essas acabam carregando este estigma na sua veste espiritual por muito tempo.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Hierarquia dos Anjos.



Durante a idade média foram feitas várias classificações com relações a classificação hierarquica dos Anjos. A mais conhecida veio de um tratado chamado; "De Coelesti Hierarchia" de Dionísio o Areopagita (teólogo e filósofo), que foi criada a partir das passagens:


EFÉSIOS 1: 21"Acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro;"
 
COLOSSENSES 1:16 "Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele."


1º Hierarquia
Os que mantém contato direto com Deus.

Serafins ->
Encarregados de transmitir o amor aos demais.
Príncipe: Metatron
Componentes: Vehuiah, Jeliel, Sitael, Elemiah, Mahasiah, Lelahel e Achaiah.
Passagens na bíblia: [ Isaias 6:2 ] e [ Isaías 6:6 ].

Querubins ->
Guardas e mensageiros dos mistérios divinos. Com a função de transmitir a sabedoria.
Príncipe: Haziel
Componentes: Cahethel, Haziel, Aladiah, Laoviah, Hahahiah, Yeslel, Mebahel, Hariel e Hekamiah.
Passagens na bíblia: [ Gênesis 3:24 ], [ Êxodo 25:18 - 20], [ Êxodo 25:22 ], [ Êxodo 26:1 ], [ Êxodo 26:31 ], [ Êxodo 36:8 ], [ Êxodo 36:35 ], [ Êxodo 37:7 - 9 ], [ Números 7:89 ], [ I Samuel 4:4 ], [ II Samuel 6:2 ], [ II Samuel 22:11 ], [ I Reis 6:23 - 29], [ I Reis 6:32 ], [ I Reis 6:26 -27], [ I Reis 6:35 ], [ I Reis 7:29 ], [ I Reis 7:36 ], [ I Reis 8:6 ], [ Crônicas 3:11- 12 ], [ Salmos 18:10], [ Ezequiel 9:3 ], [ Ezequiel 10:2 ], [ Ezequiel 10:4 ], [ Ezequiel 10:7 ], [ Ezequiel 10:9 ], [ Ezequiel 10:14 ], [ Ezequiel 28:14 ], [ Ezequiel 28:16 ] e [ Ezequiel 41:18 ].

Tronos ->
Recebem as mensagens de Deus e as transmitem aos demais anjos de outras ordens.
Príncipe: Tsaphkiel (também chamado de Auriel e Cassiel)
Componentes: Lauviah, Caliel, Leuviah, Pahaliah, Nelchael, Ieiaiel, Melahel e Haheuiah.


2ºHierarquia
Encarregados dos acontecimentos no universo.
 
Dominações ->
Cuidam para que os outros seres celestiais cumpram a vontade de Deus.
Príncipe: Tsadkiel (também chamado de Saquiel e Uriel)
Componentes: Nith-Haiah, Haaiah, Ierathel, Seheiah, Reyel, Omael, Lecabel e Vasahiah.

Potências ->
Responsáveis pela ordem e pelos elementos (ar, água, terra, fogo) da natureza.
Príncipe: Camael (também chamado de Samuel)Componentes: Iehuiah, Lehahiah, Chavakiah, Menadel, Aniel, Haamiah, Rehael e Ieiazel.
 
Virtudes ->
Traduzem a vontade de Deus.
Príncipe: Rafael
Componentes: Hahahel, Mikael, Veuliah, Yeliah, Sealiah, Ariel, Asaliah, Mihael e Vehuel.


3ºHierarquia
São os que executam as ordens de Deus. Conhecem a fundo a natureza humana a qual estudam e interferem conforme o preciso para fazer a vontade de Deus.


Principados ->
Protetores dos líderes da sociedade.
Príncipe: Haniel (também chamado de Aniel)
Componentes: Daniel, Hahasiah, Imamaiah, Nanael, Nithael, Mebahiah e Poiel

.Arcanjos ->
Executam grandes tarefas e anunciações de Deus.
Príncipe: Mikael (também chamado de Miguel)
Componentes: Nemamiah, Ieialel, Harahel, Mitzrael, Umabel, Iah-Hel, Anauel e Mehiel..
Passagens na bíblia: [ Tessalonicenses 4:16 ] e [ Judas 1:9 ].

 Anjos ->
Levam as mensagens de Deus aos seres humanos.
Príncipe: Gabriel
Componentes: Damabiah, Manakel, Ayel, Habuhiah, Rochel, Yabamiah, Haiaiel e Mumiah.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Avatar.


  Avatar é um boneco de Deus aqui na terra. O termo "Avatar" vem so Sânscrito "Avatara" (que significa "Descida", no sentido "do céu para a terra"), a expressão se refere á manifestação de uma deidade aqui no nosso mundo. Existem dois tipos de avatar, o direto (sakshat), que é quando Deus aparece diretamente, seja como Vishnu ou como o arbusto flamejante de Moisés, e o indireto (avesa) que é quando Deus investe uma pessoa de poderes, como no caso de Vasudeva, Buda, Krishna e,segundo o epiritismo, Jesus Cristo.
   A finalidade aqui é falar do filme, então aí vai: Além de ter sido o filme mais caro do cinema (custou aproximadamente 500 milhões de verdinhas Estado-Unidenses), lenvando uns bons anos para ficar pronto, o filme Avatar vai ficar conhecido não só como o melhor filme 3D, mas também ficará marcado na mente de toda uma geração assim como Star Wars ficou marcado na mente do diretor James Cameron.
  Para quem nunca viu um filme 3D, este é O FILME para se ver. Esse sim faz você repensar no conceito de entretenimento além de acabar com lenda "È melhor ficar em casa com minha televisão gigante, alugar um filme, assim gasta menos!". Vale a pena cada centavo! A experiência de se ver um filme tão envolvente assim, é quase visceral.
  Em relação á filosofia do filme, o tema abordado é a porteção ambiental, além da ganância humana. Um ponto que eu achei legal no filme é que esse é o primeiro que eu vi no qual o ser humano é o invasor alienígena feio e malvado.
  O filme tem um conteúdo religioso forte puxando para o lado do espiritismo, mostrando também a conexão que os seres vivos tem com o ambiente. A parte científica do filme também é bem interessante e já é real, não com um corpo todo mas com partes dele.
  Enfim, após assistir o filme, ficarão nas suas mentes a vontade de porteger o meio ambiente, vai ficar aquela vontade de estar mais "conectado" com o que lhe cerca, vai ver que tudo tem conexões, nada é em vão nenhuma energia se vai, nem fica para sempre. Depois de tudo, vão desejar acordar em Pandora, com 3 metros de altura, pele azul e cara de gato, assim como eu desejei.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Colina De Ferro.

   Leon Hart estava acampando com seu esquadrão, estavam lá quase 60 homens alojados nas colinas perto do Nilo esperando o batalhão do exército do general Hitita, Edon dar as caras para poderem atacá-lo e arrancar-lhe a cabeça. O sol deixava um gosto amargo, meio metálico na boca dos soldados cansados de várias batalhas.
   Já se ouvia o barulho das armaduras atendo nas armas soltas nasmãos cansadas dos guerreiros advesários. A expectativa de Leon era de no máximo 150 guerreiros. Vieram 300. "Capitão Leon Hart precisa de reforço. Batalhão de 300 contra 60 egípcios." Ele escreveu e prendeu na perna de seu falcão Arkmen Rá, em homenagem ao Faraó, era um falcão robusto e bem treinado.
   Um estrondo forte foi ouvido por toda a colina. A colisão dos escudos parecia um trovão. No meio de todo aquele sague e braços se entrelaçando com espadas e lanças o Capitão Leon segurava um amuleto que tinha preso ao pescoço, um dado negro de 6 faces. Guerreava. Lutava com todas as forças esperando os reforços. Só restavam 36 soldados de pé, dos 60 que vieram e o reforço ainda estava a 1 km da colina. espaço suficiente para liquidar com o resto do esquadrão. O grito de Arkmen Rá se fez ouvir e junto com ele vinha o exército do Capitão Saint Fray, velho amigo de guerras e vidas de Leon, junto com ele, veio também o Capitão Dalbot Kart, também um velho amigo, muito habilidoso na arte de guerrear. Os dois exércitos se destruiam em um ritmo fernétio, banhado no sangue de homens enquanto o tinir do ferro no ferro fazia Leon Hart desejar mais sangue do rival.
- Saint Fray! Ordene a retirada pelo flanco esquerdo!
- Entendido, Leon Hart! preciso de seus cavalos, libere 6 carros e os deixe no centro da colina!
- Certo!- Gritou Leon com gosto enquanto empunhava seu escudo egípcio.
Saint então reordenou seu batalhão e fez um esquadrão com seus melhores homens para o flanco esquerdo.
- Dalbot! ataque pelo centro, não deixe os ratos hititas sairem pelos fundos, o Exército Real pretende cercá-los.
- Certo! enviarei 25 homens com flechas para o centro!
   Dalbot estava totalmente banhado em sangue. Por mais que dissessem que ela era um homem pacífico, todos sabiam que ele adorava arancar mebros de homens que se opunham ao seu estilo de vida, de forma veemente.
   O batalhão dos hititas estava quase aniquilado, a estratégia egípcia praticamente esmagou-o. O dia estava acabando e a sinfonia de guerra dava suas últimas notas e viradas.
   No fim, os ferimentos estavam sendo tratados, as baixas contadas e uma pilha de corpos estava sendo jogado no mar, outros guardados para a mumificação e outros estava sendo guardados para mumificação, era o que parecia.
- Banho de sangue... Refrescante e dessensibilizante- Balbuciou Saint
- Anúbis vai trabalhar bastante hoje- Retrucou com suavidade Leon
- Preciso de sono e sexo.- Disse dalbot Kart
Em 12 horas os respectivos Capitães e seus exércitos estarão em casa. Nada mudou.


Por: Hugo Belmonte.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

As loucuras da sociedade e a Felicidade real.

   Indo direto ao ponto, a Sociedade sofre de uma loucura epidêmica, contagiosa. Foram estabelicidos parâmetros não relativos de como se deve viver e do que se deve buscar. Aliás, não há apenas uma loucura, mas quatro, concordando com Roberto Shinyashiki.
   A primeira dela é impor que todos precisam ter sucesso na vida. Para cada um o sucesso tem um significado, cada um tem uma meta e da conclusão dessa meta surge o sucesso e dele a felicidade. Devemos, antes disso, lembrar que sucesso é uma caminhada, não consegue-se sucesso de uma vez, mas passo a passo, um objetivo de cada vez.
   A segunda é justamente sobre a felicidade. Felicidade também tem sentido relativo, os espíritos geômetras dessa era líquida transformou o motivo da felicidade em um só, na maioria das vezes a quantidade de dinheiro, mulheres e carros. Pra mim felicidade pode ser conseguir tomar o meu tão sonhado "refrigerante de cupuaçu" e para outro seja passar em uma universidade concorrida e conceituada. Felicidade é relativo e metafísico, é um estado de espírito, não um estado físico. Somos animais sentimentais, deveríamos saber diso.
   A terceira loucura e uma das mais absurdas é instituir que temos que estar felizes todos os dias. NINGUÉM está feliz todos os dias! Coisas acontecem e metas falham, o sucesso dá uma pausa e a felicidade de realizar um plano que agora está frustrado desaparece. O lado bom é o aprendizado. A necessidade de atenção aumenta. O que vai diferenciar o dia seguinte do dia triste é a força para ver onde o erro ocorreu e onde pode-se mudar. Lembrando da Bíblia: "A tristeza dura uma noite mas a alegria vem de manhã".
   E a quarta e última: Você tem que comprar tudo o que puder. Daí é que surge o consumismo absurdo, não é preciso falar, esta loucura é quase íntima do capitalismo moderno.

   Bom, o que sintetisa-se daqui é que as metas são interessantes para o sucesso, não para a felicidade. SER feliz não é PARECER feliz. Perceber os arredores é uma boa forma de saber se é feliz ou não. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa, saindo com os amigos, aproveitando a família, indo ao cinema, dormindo, ganhando na mega sena e, quem sabe, até mesmo batendo com o carro... Felicidade e sucesso são ligados e relativos.
  Felizes mesmo são as pequenas coisas, são delas, as mínimas coisas do dia a dia que tiramos nossa forcinha extra e paciêncis para alcaçarmos a verdadeira e duradoura felicidade.

A Mudança e o Surto

   Percebi um dia desses, que, querendo ou não, as coisas mudam e você é obrigado ( quando digo obrigado é no sentido altamente literal da palavra, com direito á faca na barriga e revólver na cabeça e tudo mais.) a mudar de atitudes. Dentro dessas mudanças aprendi que por mais que mudemos, nunca mudamos de verdade. Podemos comparar essas mudanças com as mudanças de cor de um camaleão, que por mais que mude sua cor, sempre terá a sua original.
   Foi o que houve comigo. Tive que mudar da água para o vinho para sustentar Mudanças. Depois de algum tempo percebi-me como um camaleão, mudando de personalidade mas sempre sabendo que aquela não era a minha. Me fiz de durão, me fiz de grosso e de quem não se importa, mas no real "eu" eu era "eu" e não deixei de ser eu.
   Não posso dizer com toda a certeza universal se isso é bom ou não mas posso afirmar um coisa bem simples; É por essas mudanças que vivemos cometendo asneiras, elas chegam e vão mas com elas deixam tudo o que há de estranho, até transformarem o indivíduo num estranho total. Dessas situações de Mudanças bruscas (Surtos)  é que fazem as palavras malditas saírem de nossas bocas e os gestos do nosso corpo.
   Em suma, Mudar é tarefa para anos a fio de pequenas variações graduais, até que o que se pode chamar de "Mudança" tanto no setido emocional, quanto no sentido espiritual, possa acontecer por completo. Mudanças não afetam quem anda a sua volta porque são essas pessoas que, algumas vezes, influênciam o caminho da Mudança. Ou elas influenciam ou são influenciadas, nunca se ferem porque o processo e lento e nesse período de Mudança, "os arredores" se acostumam.
  Quando uma Mudança fere alguém , não pode ser chamada de mudança, sim de Surto.

1968 " A revolução inesperada".

“Havia um ar estranho: a revolução inesperada arrastara o adversário, tudo era permitido, a felicidade coletiva era desenfreada.” - Antonio Negri


  1968 foi o ano louco e enigmático do nosso século. Ninguém o previu e muito poucos os que dele participaram entenderam afinal o que ocorreu. Deu-se uma espécie de furacão humano, uma generalizada e estridente insatisfação juvenil, que varreu o mundo em todas as direções. Seu único antepassado foi 1848 quando também uma maré revolucionária - a “ Primavera dos Povos” -, iniciada em Paris em fevereiro, espalhou-se por quase todas as capitais e grandes cidades da Europa, chegando até o Recife no Brasil.
  O próprio filósofo Jean-Paul Sartre, presente nos acontecimentos de maio de 1968 em Paris, confessou, dois anos depois, que “ainda estava pensando no que havia acontecido e que não tinha compreendido muito bem: não pude entender o que aqueles jovens queriam...então acompanhei como pude...fui conversar com eles na Sorbone, mas isso não queria dizer nada” (Situations X).
  A dificuldade de interpretrar os acontecimentos daquele ano deve-se não só à “multipla potencialidade do movimento”como a ambiguidade do seu resultado final. A mistura de festa saturnal romana com combates de rua entre estudantes, operários e policiais, fez com que alguns, como C.Castoriaditis, o vissem como “uma revolta comunitária” enquanto que para Gilles Lipovetsky e outros era “a reinvidicação de um novo individualismo.”
   Tornou-se um ano mítico porque “1968” foi o ponto de partida para uma série de transformações políticas, éticas, sexuais e comportamentais, que afetaram as sociedades da época de uma maneira irreversível. Seria o marco para os movimentos ecologistas, feministas, das organizações não-governamentais (ONGs) e dos defensores das minorias e dos direitos humanos. Frustrou muita gente também. A não realização dos seus sonhos, “da imaginação chegando ao poder”, fez com que parte da juventude militante daquela época se refugiasse no consumo das drogas ou escolhesse a estrada da violência, da guerrilha e do terrorismo urbano.
  1968 foi também uma reação extremada, juvenil, às pressões de mais de vinte anos de Guerra Fria. Uma rejeição aos processos de manipulação da opinião pública por meio dos mass-midia que atuavam como “aparelhos ideológicos” incutindo os valores do capitalismo, e, simultaneamente, um repúdio “ao socialismo real”, ao marxismo oficial, ortodoxo, vigente no leste Europeu, e entre os PCs europeus ocidentais, vistos como ultrapassados.
  Assemelhou-se aquele ano aloucado a um calidoscópio, para qualquer lado que se girasse novas formas e novas expressões vinha a luz. Foi uma espécie de fissão nuclear espontânea que abalou as instituições e regimes. Uma revolução que não se socorreu de tiros e bombas, mas da pichação, das pedradas, das reuniões de massa, do autofalante e de muita irreverência. Tudo o que parecia sólido desmanchou-se no ar.