terça-feira, 27 de outubro de 2009

"Por que não fazemos revoluções? E se fazem porque se originam na massa intelectual? ''



É uma questão que, a primeira vista, parece fácil porém, dá margens a milhares de interpretações, desde religiosas até socio-filosóficas. No caso, agora, ficaremos com a segunda opção.



Bom... Ao meu humilde ponto de vista acho que não fazemos mais revoluções pelo fato de termos nos acomodado com o que acontece ultimamente. Não é uma acomodação normal e nem todos estão tão acomodados assim, mas é forte a ponto de manter uma nação todinha aos pés de um aparelho de televisão. Certo que a geração passada foi ás ruas e protestou dando sangue a té a prórpia vida, sem esse sangue não teriamos tanta liberdade quanto temos hoje.


Indo direto ao ponto, não há falta de muita coisa pra se fazer uma revolução, pelo menos não neste nosso período. Temos jovens idealistas, temos pessoas suficientes para mudar alguns mundos, mas falta coragem, falta vontade de dar a vida (talvez em todos os sentidos) á uma causa incerta no momento e quem sabe, até nos momentos vindouros.

Para instigar nossa geração a ir ás ruas, pegar em armas ou abster-se de algo, será preciso mais do que o sofrimento do próximo para mover tantos. Será necessário atingir egos inflados e mentes condicionadas a viver no mar da ignorância e do modismo consumista anticonstrutivo intelectual, moral e espiritual.

Não é difícil... Mas também não é tão simples quanto parece.

2 comentários:

  1. A questão é não conseguimos fugir da era das incertezas. Porém, as certezas do futuro são feitas pelas respostas do passado.

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  2. As questões giram em torno de adquirir mais saber do que os que já sabem muito. Quem sabe muito está no poder e o poder está no saber. Pra derrubar é preciso ser impreciso.

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