quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Cellador

Cellador - Enter Deception
Tendo Bill Hudson na guitarra fazendo os solos, é simplesmente perfeito. Todas as músicas foram bem montadas e criadas de modo que seja bom de se ouvir sempre. Esse é o projeto do ex-baixista do Dragonforce. A banda segue a linhagem do Power Metal pórem é um Power bem mais rápido por isso acho mais conveniente chamar-la de Speed Metal ou Speed Power Metal
Track List:
01.: Leaving All Behind (03:13)
02.: A Sign Far Beyond (05:17)
03.: Never Again (05:13)
04.: Forever Unbound (05:59)
05.: Seen Through Time (07:09)
06.: Wakening (05:19)
07.: Releasing the Shadow (05:42)
08.: No Chances Lost (06:31)
Mais informações:
País: Estados Unidos
Estilo: Power Metal

O Inferno é exotérmico ou endotérmico?


Bom, a resposta não é minha, mas a linha de raciocínio é a mesma. Sempre quis saber sobre a situação calorífica do Inferno, e aí está a resposta:



"Primeiramente, postulemos que o inferno exista e que esse é o lugar paraonde vão algumas almas .

Agora postulemos que as almas existem; assim elas devem ter alguma massa eocupam algum volume. Então um conjunto de almas também tem massa e tambémocupa um certo volume.Então, a que taxa as almas estão se movendo para fora e a que taxa elasestão se movendo para dentro do inferno?

Podemos assumir seguramente que, uma vez que certa alma entra no inferno elanunca mais sai de lá. Logo, não há almas saindo. Para as almas que entram no inferno, vamos dar uma olhada nas diferentes religiões que existem no mundo e no que pregam algumas delas hoje em dia.
Algumas dessas religiões pregam que se você não pertencer a ela, você vai para o inferno...
Se você descumprir algum dos 10 mandamentos ou se desagradar a Deus, vocêvai para o inferno.

Como há mais de uma religião desse tipo e as pessoas não possuem duas religiões, podemos projetar que todas as almas vão para o inferno.

A experiência mostra que poucos acatam os mandamentos. Com as taxas de natalidade e mortalidade do jeito que estão, podemos esperar um crescimento exponencial das almas no inferno. Agora vamos olhar a taxa demudança de volume no inferno. A Lei de Boyle diz que para a temperatura e a pressão no inferno serem as mesmas, a relação entre a massa das almas e o volume do inferno deve ser constante. Existem, então, duas opções:

1) Se o inferno se expandir numa taxa menor do que a taxa com que as almas entram, então a temperatura e a pressão no inferno vão aumentar até ele explodir, portanto EXOTÉRMICO.

2) Se o inferno estiver se expandindo numa taxa maior do que a entrada de almas, então a temperatura e a pressão irão baixar até que o inferno se congele, portanto ENDOTÉRMICO.

Se nós aceitarmos o que a menina mais gostosa da FATEC me disse no primeiro ano: 'Só irei pra cama com você no dia que o inferno congelar' e, levando-se em conta que AINDA NÃO obtive sucesso na tentativa de ter relações amorosas com ela, então a opção 2 não é verdadeira. Por isso, o inferno é exotérmico. "

Gênio...

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

15 dias de pura Paz


Faço um desafio aos poucos leitores deste blog. Se alguém conseguir ter 15 dias da mais pura pais celestial por favor enviem para meu e-mail como foram esses 15 dias, seria de total interesse da direção (eu) deste meio de comunicação.


Não haverá prêmio nenhum, o prêmio é a incrível satisfação de ter 15 dias sem apoquentarem as suas almas, e este, é um prêmio raríssimo.


O blog Cogito Ergo Sum, faz esse desafio quase impossível, se você passar, então será a pessoa mais feliz da face da terra.
Boa Sorte.

Alguma coisa está fora de ordem






O escritor Ariano Suassuna, em uma matéria publicada num jornal sobre o chamado forró estilizado, que está lotando casas de show e praças públicas, principalmente nas cidades interioranas do Nordeste, ficou escandalizado ao ouvir algumas das músicas de várias bandas que seguem essa linha grotesca, do achincalhe e da desmoralização à mulher. As suas considerações renderam críticas e durante uma das suas aulas-espetáculo, ano passado, ele foi bastante criticado, por ter 'malhado' uma música da banda Calipso, apontada de mau gosto. Quando mostraram a Ariano algumas letras das bandas desse tipo de 'forró', ele exclamou: 'Eita, que é pior do que eu pensava'.




Do que ele pensava e do que muito mais gente jamais imaginou. Para conhecer algumas letras e as respectivas bandas, Ariano foi na fonte e lá se deparou com 'Calcinha no chão' (Banda Caviar com Rapadura), 'Zé Priquito' (Cantor Duquinha), 'Fiel à putaria' (Banda de Felipão Forró Moral), 'Chefe do puteiro' (Banda Aviões do forró), 'Mulher roleira' (Banda Saia Rodada), 'Mulher roleira a resposta'(Banda Forró Real). Encontrou também 'Chico Rola' (Banda Bonde do Forró), 'Banho de língua' (Banda Solteirões do Forró), 'Vou dá-lhe de cano de ferro' (Banda Forró Chacal), 'Dinheiro na mão, calcinha no chão' (Banda Saia Rodada), 'Sou viciado em putaria' (Banda Ferro na Boneca), 'Abre as pernas e dê uma sentadinha' (Banda Gaviões do forró), 'Tapa na cara, puxão no cabelo' (Banda Swing do forró) entre tantas 'pérolas' desta artilharia que anda povoando a mentes de quem, parece não pensa,
desconhece a boa música brasileira.




Diante de todas essas possibilidades, Ariano Suassuna disse que toda essa esculhambação tem uma origem. Veja o que ele: 'Esta 'esculhambação' não é culpa exatamente das bandas ou dos
empresários que as financiam, já que na grande parte delas, cantores,músicos e bailarinos são meros empregados do cara que investe no grupo. O buraco é mais embaixo. ' Faço um paralelo com o turbo folk, um subgênero musical que surgiu na antiga Iugoslávia, quando o país
estava esfacelando-se. Dilacerado por guerras étnicas, em pleno governo do tresloucado Slobodan Milosevic surgiu o turbo folk, mistura de pop, com música regional sérvia e oriental. As estrelas do turbo folk vestiam-se como se vestem as vocalistas das bandas de 'forró', parafraseando Luiz Gonzaga, as blusas terminavam muito cedo, as saias e shortes começavam muito tarde.




Numa entrevista ao jornal inglês The Guardian, o diretor do Centro de Estudos Alternativos de Belgrado, Milan Nikolic, afirmou, em 2003, que o regime Milosevic incentivou uma música que destruiu o bom-gosto e relevou o primitivismo estético. Pior, o glamour, a facilidade estética, pegou em cheio uma juventude que perdeu a crença nos políticos, nos valores morais de uma sociedade dominada pela máfia, que, por sua vez, dominava o governo. Aqui o que se autodenomina 'forró estilizado' continua de vento em popa. Tomou o lugar do forró autêntico nos principais arraiais juninos do Nordeste. Sem falso moralismo, nem elitismo, um fenômeno lamentável emerecedor de maior atenção. Quando um vocalista de uma banda de música popular, em plena praça pública, de uma grande cidade, com presença de
autoridades competentes (e suas respectivas patroas) pergunta se tem 'rapariga na platéia', alguma coisa está fora de ordem. Quando canta uma canção (canção?!!!) que tem como tema uma transa de uma moça com dois rapazes (ao mesmo tempo), e o refrão é 'E vou dá-lhe
de cano de ferro/e toma cano de ferro!', alguma coisa está muito doente.




Sem esquecer que uma juventude cuja cabeça é feita por tal tipo de música é a que vai tomar as rédeas do poder daqui a alguns poucos anos... não precisa dizer mais nada...'

domingo, 13 de setembro de 2009

Ser feliz ou ter razão?

"Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo, assim como o caminho que ela conferiu no mapa antes de sair. Ele dirige o carro.

Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem a certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde
.
Mas ele ainda quer saber:

- Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais.

E ela diz:

- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite.

Esta pequena história foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente de tê-la ou não.


'Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.' "