segunda-feira, 31 de agosto de 2009

O que é que a Bahia tem?

"Das raras vezes que paro para asssitir televisão, vejo a ênfase no caso da professora que foi demitida por causa de ter dançado em cima do palco. Não era uma dança comum, além de misturar a coreografia simbologicamente mostrando atos sexuais ( como a maioria das danças de swigueiras e do funk ), Jaqueline Carvalho para entrar no clima do refrão: '' Mas essa mina tem um fio só. Todo enfiado, todo enfiado, todo enfiado... '', deixa Mário Brasil, o cantor da então banda '' O Troco '', levantar seu vestido, subir a calcinha dela fazendo-a de fio dental e ela como dançarina, continuar a rebolar. Calma, leitores. Antes, ele pediu autorização. A princípio pensei: Ora, o que isso implica na demissão? Ela não estava fazendo na frente de seus alunos, nem dentro do colégio. Estava apenas se divertindo, como todo ser humano. Mas, como toda polêmica, há sempre os dois lados da argumentação e sempre nos remete a outros princípios. A ideia foi amadurecendo enquanto esse caso foi repercutindo. É sempre recomendável saber o motivo da atitude e dar o direito de defesa da acusada, não? Pois bem, Jaqueline Carvalho e Mário Brasil defenderam-se, em um programa de auditório. Ele, como defensor da música baiana afirma que a atitude dela não foi vulgar, que a Bahia é feita dessas músicas e danças e só há sucesso porque há um apelo popular. Se não agradasse ao público, não faria sucesso. Essa citação só reforça o pré conceito que a Bahia divulga ao Brasil: Bahia pode ter o melhor carnaval, na opinião de alguns, mas o estado e a vulgaridade estão intimamente ligados.


Várias perguntas foram feitas. Ao perguntar se ela se arrepende ela se contradiz em questão de minutos. Mas o que mais me chamou a atenção foi a possível hipocrisia quando foi perguntado a ele se caso tivesse uma filha, ele deixaria ela se comportar de tal forma. A resposta veio entre sorrisos: Não tenho. Mas tenho irmã. Se ela quiser pode ir dançar '' Todo Enfiado comigo ''. Vamos considerar que ele ainda não sabe o sentimento de ter um filho e os cuidados com ele. Nesse mesmo âmbito, vamos a Jaqueline. Ela, que tem uma filha de sete anos, gostaria de vê-la rebolando semi nua no palco e ouvir milhares de homens gritando por ela, e pornograficamente? E pedir respeito nesse lugar é, no mínimo, sem lógica. Não! Ela não gostaria. Prova disso é que ela afirmou que se chocou quando viu a menina, ao ver o vídeo, imitando a mãe. Falha tentativa de amolecer o coração da população que a julga por ser irresponsável. Parece que temos aqui questão de ponto de vista, não? Para ela, ao beber dois litros de uísque - dois dias depois, disse que na verdade foram algumas doses - é perfeitamente normal se divertir desse modo. Entre por ou não a culpa no álcool, fica o sentimento de que é do feitio dela, intimamente ou não, dançar '' sensualmente '', termo usado por ela. Não é por inveja - termo usado pela professora, ao ver que os índices de mulheres contra a atitude dela são maiores do que os do homens - ou outros, que as mulheres são mais revoltosas quanto a esse assunto. Elas se põem no lugar. Não fariam o mesmo, por mais bêbadas que estivessem, creio.


E como ficam as crianças? Aquelas que diariamente veem a professora delas ensinarem o que é correto e procuram fazer o reflexo da '' tia ''. Naturalmente, professoras do ensino fundamental precisam ter a postura além do ensino, elas são acima de tudo, pessoas que participam ativamente da educação tanto moral, ética, religiosa e psicológica. Não me admira que os pais, ao verem o vídeo fiquem revoltados. A escola demitiu antes, por melhor profissional que seja, para evitar a confusão entre pais e educadores. Tratando-se disso, o grande vilão foi exclusivamente o vídeo ter se tornado público. Se não, iria ser mais uma mulher que ia subir no palco e dançar. Naquele momento não importa a profissão. Afinal, ninguém foi martirizar e julgar as outras mulheres que estavam com ela. Não ia ser repercussão mundial, mas internamente todos que ali estavam iam saber, de todo modo é exposição.


O vídeo só alertou os modos de diversão que acontecem nesses shows. Se não subir no palco, lá embaixo as danças acontecem da mesma forma. O que a população Brasileira precisa é de Educação. Funk, swigueiras e afins geralmente tem letras que incitam a danças que expõe o corpo de modo vulgar. O problema não é o ritmo. Se talvez, os ritmos acompanhassem letras mais construtivas, a dança naturalmente apresentaria outro aspecto, e mesmo assim não se perderia a diversão que é dançar.
Desliguei a televisão, em meio a esses pensamentos e com uma certa revolta ao ver que ela já estava sentindo o sucesso e os privilégios, levando o debate de forma divertida. As lágrimas deram lugar ao sorriso, a preocupação de perder o emprego deu lugar a uma nova oportunidade de dançar profissionalmente em outra banda - vale ressaltar que ela exige que a dança da futura banda não seja uma coreografia que venha denegrir sua imagem - e o modo 'estrela popular' que ela estava sendo tratada, nomeando-a como a '' Mulher mais famosa de Salvador '' ( ÃHN? )

Apresentador - Hoje, você faria a mesma coisa?
Jaqueline Carvalho - Não desse jeito.
Apresentador - Que jeito? Mostrando a calcinha?
Jaqueline Carvalho - Mostrar a calcinha eu até posso.
Esperem: '' Playboy - A baiana mostra que é uma professora de primeira ''( Pensando bem, o vídeo até que foi bastante lucrativo. )"

Por: Camilla Linson.

Bom, em parte concordo com boa parte do que a autora do texto comentou (Partes bem observadas) acima. Discordo primeiramente de que ela seria acusada ou não independente de ser professora. Pelo menos ao meu ver, iria sim, se ela não fosse professora, com toda a certeza, não haveira peso algum sobre ela e a polêmica "Toda enfiada" nas nossas cabeças simplesmente não existira. Professorar é uma coisa bem complicada, passar uma imagem de total integridade para crianças é complicado, se não fosse, teríamos vários professores por aqui... Na verdade, o problema não é o que ela vai passar para as crianças, mas sim, o que os pais vão pensar em relação a esse tipo de atitude de uma professora, "Se uma professora age assim, imagine o resto dos funcionários do colégio?". Mesmo se o vídeo tivesse sido lançado na internet e a "vítima" não fosse uma professora, não iria dar em lugar nenhum. O ponto é simples; "Porque uma professora, profissional que educa, fez isso? atos libidinosos desse jeito?". Meu ponto de vista em relação a isso é outro, no caso, o que ela fez realmente não diz respeito a postura que ela deveria ter em SALA de aula. Da vida pessoal dela, é ela quem sabe, não se pode impedi-la de gozar do seu direito de lazer, por mais ridículo e imoral que seja. Enfim, o caso é que, sendo professora "o bicho pegou" pra o lado dela. Vemos todos os dias políticos acabando com o que chamamos de ética e honestidade e não damos a mínima, se damos, não falamos o que achamos ou não nos movemos como deveria ser. Professores são espelhos da educação, assim como os políticos são o espelho da populaçao ou seja, se a população age como corruptos e desonestos, assim serão nossos políticos. Quem nunca ouviu alguém dizer "Ah, se eu estivesse lá também ia roubar um pouco". Isso resume muito da situação atual do país. Mas o foco não é esse. O que pensam é; "Se até professores estão nessa onda de pornografia e imoralidade, o que será do futuro de nosso país?" É o que pesa, brincar com a esperança de uma nação é perigoso. Acho que isso não passa de mais um factóide.

domingo, 30 de agosto de 2009

Reacionário.

Sou Reacionário. Não gosto dos sem terra e de todos os outro sem.
Dizem que isto é ser reacionário, mas não gosto de vê-los invadindo fazendas, indústrias, supermercados, Congresso Nacional, Assembléias Legislativas, Câmaras de Vereadores, Palácios do Executivo, parando ruas e estradas, ocupando linhas de trens, quebrando repartições públicas,tentando parar o lento progresso do Brasil.
Sou Reacionário.Não gosto dos congressistas que aprovam a demarcação de áreas indígenasnas fronteiras de nosso país, maiores do que muitos países europeus, para meia dúzia de índios aculturados e (muito bem) preparados no exterior, para formar uma nação ou várias, desmembradas do Brasil.

Sou Reacionário. Não gosto de índios insuflados por interesses obscuros parando explanação de engenheiros de estatais com facões, para parar o lento andar do progresso na construção de usinas hidrelétricas para geração de energia que tanto necessitamos (já tivemos apagões e teremos outros se não agilizarmos as novas construções).

Sou Reacionário. Não gosto de bufões que gritam contra governos estrangeiros e vendem petróleo a eles. Não gosto de cocaleiros que estatizam empresas brasileiras sem o devido ressarcimento dos investimentos feitos em seus países. Não gosto de esquerdistas eleitos em seus países, que querem discutir contratos firmados há mais de 30 anos, em hidrelétricas construídas com dinheiro tomado emprestado pelo Brasil, e, que nós estamos pagando com juros altíssimos.

Sou reacionário. Não gosto de governantes frouxos que não tomam atitudes enérgicas para impedir a espoliação de nossos investimentos externos, que compram aviões de empresas estrangeiras em detrimento das nacionais. Não gosto degovernantes semi-analfabetos que acham que instrução e educação não são importantes para o povo.Não gosto de governantes que pouco trabalharam na vida, aposentados como perseguidos políticos, tendo ficado menos de 24 horas detidos, que cortam o próprio dedo para conseguir indenização e que moram ou moraram em casas emprestadas por 'compadres'...

Sou Reacionário. Não acredito em cotas para negros e índios. Dizem que sou racista. Mas para mim racista é quem julga negros e índios incapazes de competir com os brancos em pé de igualdade. Eu acho que a cor da pele não pode servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser fonte para privilégios imerecidos, provocando cenas ridículas.

Sou Reacionário. Não gosto da farta distribuição de Bolsas tipo Família, vale gás, vale isso, vale aquilo, que na realidade são moedas de troca nas eleições, para que certos partidos políticos com seu filiados corruptos, possam se perpetuar no poder.

Sou Reacionário. Não gosto das bases de sustentação de governos eleitos de forma minoritária, com loteamento de cargos públicos e desvios de dinheiro público para partidos e seus filiados, como nos casos do mensalão e Detran.

Não quero ouvir mais notícias de pessoas morrendo de dengue. Tapo osouvidos e fecho os olhos mas continuo a ouvir e ver. Não quero saber de crianças sendo arrastadas em carros por bandidos, crianças adotadas sendo maltratadas pelos pais adotivos, velhos jogados (ou amontoados) em asilos,ou de uma menininha jogada pela janela em plena flor de idade. Meu coração não tem mais força para sentir emoções.
Estou mais velho que o Oscar Niemeyer.Ele ainda acredita em comunismo, coisa que deixou de existir. Eu não acredito em nada. Estou cansado de quererem me culpar por não ser pobre, por ter casa, carros e outros bens, todos adquiridos com honestidade e muito trabalho (mais de 12 horas por dia, seis dias por semana), por ser amado por minha mulher . Nada mais me comove...
Estou bem envelhecido! !!Bem, sou um brasileiro 'Reacionário' , indignado com as sacanagens e roubalheiras deste país. O melhor da Democracia não é eleger os melhores, é derrotar os corruptos,os demagogos, os mentirosos.


Sem comentários.

O Medo na era líquida.


A característica mais marcante do Medo na nossa época é que ele tornou-se abstrato e difuso, como se a ameaça pudesse vir de toda parte. É esse medo que leva a exclusão do outro, do diferente, sacrificando a liberdade em troca de um pouco mais de segurança.

A violência se alastra rapidamente, e é contra os transtornos dessa situação tensa que nossa sociedade se vê obrigada a criar mecanismos de fuga psíquica( progaramas de tv, jogos, terapias...) para se manter são. No auge da era da liquidez o ser humano passou a ser "a coisa consumida" para em seguida ser "descartada", este é um tipo de medo de uma violência simbólica contra a dignidade da condição humana. Este processo de despersonalização do homem é uma das características mais marcantes da era líquida, além da moralidade frágil e dos ímpetos egoístas dos relacionamentos efêmeros, uma vez que o parceiro é encarado como uma peça que entra em processo de obsolência.

De acordo com essa perspectiva mega-hedonista, o mais conveniente é se relacionar com álguém sem que haja afetividade de qualquer tipo criando assim uma superficialidade pseudoamorosa. É como se o consumismo tivesse invadido o mundo dos relacionamentos, criando o medo iminente do abandono fazendo das relações amorosas algo perigoso. O medo no amor é resumido por; insegurança de se dar plenamente a alguém e depois ser jogado fora.

O sentimento do medo nessa sociedade atual fez com que o homem criasse aparatos para aumentar a sensção de segurança. Surge então a "Industria do medo" composta de empresas de segurança e também farmacêuticas com suas "pílulas de alívio imediato". Nessa condição o medo se torna imprescindível para a manutenção social, por mais absurdo que isso seja.

"Todos os homens tem medo. Quem não tem medo não é normal; isso não tem nada a ver com coragem" - Sartre.

sábado, 22 de agosto de 2009

William Shakespeare


William Shakespeare nasceu em 1564 numa pequena cidade inglesa chamda Stratford-avon. Não existiam muitos registros sobre sua infância mas sabe-se que ele estudou latim e grego na sua escola.

Aos 18 anos se casou. Sua mulher, Ana Hathaway vinha de uma rica família de agricultores, juntos tiveram três filhos. No entanto a vida como pai não durou muito para Shakespeare, aos 25 anos ele deixou a família para ir para Londres.

Sua chegada a capital inglesa é cercada de mistérios. Ninguém sabe ao certo o que ele fazia antes de ser ator e dramaturgo, existem histórias que dizem que ele foi marinheiro e professor de primário. Outra história diz que ele foi guardador de cavalos na frente dos teatros da cidade.

Sua trajetória começou a ser registrada em 1591, quando terminou sua primeira obra, o drama histórico "Henrique VI" , a partir de então escreveu incansávelmente ganhando fama e fortuna além do prestígio com a corte britânica, para quem proporcionava encenações especiais.

Depois de anos de aplausos, Shakespeare deixou Londres em 1613 e retornou a Stratford-avon onde passou seus últimos dias. Morreu em 1616 aos 56 anos.



~> Cronologia as obras de Shakespeare


1590-1591- Henrique VI

1592-1593- Ricardo III

1593-1594- A megera domada

1595-1596- Romeu e Julieta

1595-1596- Sonhos de uma noite de verão

1596-1567- O mercador de veneza

1599- Júlio César

1600-1601- Hamlet

1604- Otelo

1605- Rei Lear

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Algumas formas de opensar o Ser Humano.


Existem duas formas de pensar o mundo humano. Uma delas é a cética, que diz que em nós há algo que não merece elogios. Freud diz que pode ser o desejo sexual que não se importa com preceitos morais. Nietzsche afirma que é a enorme vontade de poder. Já Hobbes defende que é a enorme desconfiança de todos contra todos, que leva-nos a guerra.

Outra forma vem de Rousseau e Wilhem Reich, em Marx e também em Thomas Morus, eles acreditam que tudo o que era ruim no ser humano descendia da propriedade privada (Morus, Rousseau e Marx) ou a moral seuxal repressiva (Reich). Se desativassemos esse veneno a vida mudaria completamente.

Reich simpatizava com Freud. O que lhe interessava era a energia interna dos homens (Energueia, dos gregos) ou presente na natureza. Reich afirmava também que nossas mazelas ficavam na parte interior de nosso ser enquanto o resto ficava na parte superficial, o ego, dito por Freud. É a consequência, o modo como lidamos com os valores que nos causa isso. Mas essa parte é fraco, o Id é que tem a força, é no Id que reside nossas pulsões mais agressivas, onde estão guardados os desejos sexuais reprimidos, a causa das mazelas, segundo Reich.

Talvez o que nos leve a escolher uma via ou outra seja a simpatia, mas acho mais fácil escolhermos pela utopia, a via dos libertadores, ou mesmo pelo realismo, caminho cético. Qualquer das rotas pode nos levar a injustiças, se abosovermos a injustiça abraçaremos o caos, se fizermos terror para que as mazelas acabem, faremos o mundo ainda pior. Difícil soma, ás vezes com saldo negativo...

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Os três grandes impactos e o surgimento da crise existencial do homem.

Durante um tempo fiquei pensando em algumas coisas aleatórias, e do nada me veio um pensamento, talvez fosse ele o motivo de algumas de nossas crises. Só reforçou mais quando em uma aula de História sobre Renascimento, o professor deu a chave, a pitada que faltava pra completar meu raciocínio. Como já avisei antes, o post pode estar meio desconexo em algumas partes, o que pode exigir uma repetição da leitura.







Na História da humanidade, levamos 3 grandes tapas. O primeiro foi Galileu quem deu, ele afirmou que a terra é que girava ao redor do sol e não o contrário, como se pensava na época. Para uma sociedade que acreditava que o centro da criação de Deus era o homem (logo a Terra estaria no centro do universo) foi um impacto enorme! pensar que logo ele,o homem , o ser mais perfeito existente, não era a medida de todas as coisas como diria Protágoras!








O segundo tapa foi dado por Darwin. Depois de publicar o livro que falava sobre a evolução das espécies ( A origem das espécies) foi praticamente chamado de satanista (No livro não há nada que diga que Darwin era ateu, nem nada sobre posição religiosa alguma) pelo fato de de algum jeito, negar a criação do homem por Deus. E mais uma vez, o Homem, que pensou ser a imagem do próprio Deus, tomou um grande choque, afinal, "viemos do macaco" ( particularmente não concordo com essa TEORIA). O pobre homem, que pensava ser tão superior, sofreu por ser apenas um tipo de primata.








O terceiro e derradeiro golpe foi Freud, o austríaco pai da psicanálise. Freud afirmou que não somos seres racionais, somo guiados mais por nossos estímulos inconscientes do que por nossas vontades aparentes. Este talvez tenha sido um dos mais fortes impactos já tomados pela humanidade. O homem que se gabava de, pelo menos, ser o mais inteligente dos animais, o único que era capaz de raciocinar, levou uma rasteira de seu próprio egocêntrismo. Somos tão irracionais quanto nossos animais de estimação.



Apesar de todos esses golpes quase mortais nada mudou, ainda que, por todas as perspectivas, seja porvado que somos todos animais quase iguais, alguns ainda teimam em alimentar um complexo megalomaníaco que nos leva a pensar que temos um deus na barriga. Egocentrismo é uma característica natural do ser humano, quando percebeu-se que não somos o que pensamos ser, surgiu então uma dolorosa e profunda cirse existencial que possivemente deu origem a nossa inversão de valores. Enlouquecemos ao saber que não somos o centro de tudo.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Pausa.

Vou dar uma pausa no blog... Não tenho mais nem tempo nem paciência para continuar postando, ainda mais postando pra meia dúzia de pessoas que raramente lêem o blog. Enfim, na verdade estou cansado de muita coisa ao mesmo tempo. Estou cansado é de espírito mesmo

Até daqui a algum tempo.

sábado, 1 de agosto de 2009

Resposta para o porque do Exterminador do futuro não ter ido proteger Cristo...

video

Ia ser campeão de bilheteria...

Comedimento, sinal de prudência.


A língua é um monstro feroz, difícil de ser dominado. A língua é o pulso da alma, dela sai do que o nosso coração está cheio, portanto, para que da língua saiam apenas coisas de boa qualidade, é preciso exercitar o coração naquilo que é bom. Os sábios usam a língua para nos falar de boas coisas, os atentos a usam para transmitir o que ouviram de seus corações. O problema é que aquele que deveria ser mais cauteloso, geralemente é o que menos o é. Quem sabe usar a língua eivta várias situações embaraçosas, aborrecimentos e mostra o quanto é senhor de si. Ás vezes, uma simpes palavra ou um comentário inocentemente mal feito põe tudo a perder, por vezes sem querer e por outras por maldade. É como uma conversa entre amantes, que passam horas de boa conversa, mas no final alguém deixa escapar um comentário inocente que acaba gerando uma briga desgastante e desnescessária. Tentar controlar a língua é um ótimo exercício de auto controle e quem consegue já é, em grande parte, prudente.