terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Necronomicon - O Livro Dos Mortos - 2ºParte

  O percurso histórico do Necronomicon continua em 1586, quando o mago e erudito Jonh Dee anuncia a intenção de traduzi-lo para o idioma inglês, tendo como base a versão latina de Wormius. No entanto, o trabalho de Dee nunca foi impresso mas chegou até as mãos de Elias Ashmole (1617-1692), estudioso que os reescreveu para a biblioteca de Bodleian, em Oxford. Assim, os escritos de Ashmole ficaram esquecidos por aproximadamente 250 anos, quando o mago britânico Aleister Crowley (1875-1947), fundador do Thelema, os encontrou em Bodleian. O Thelema é regido pelo Livro da Lei, obra dividida em três capítulos na qual fica evidente o plagio da obra de Jonh Dee. No ano de 1918, Crowley conhece a modista Sônia Greene e passa alguns meses em sua companhia. Sônia conhece o escritor Howard Phillip Lovecraft em 1921, e casam-se em 1924. Neste período, o autor lança o romance A Cidade Sem Nome e o conto O Cão de Caça, onde menciona Abdul Alhazred e o Necronomicon. Em 1926, um trecho da obra O Chamado de C`Thullu menciona partes do Livro da Lei, de Crowley. Portanto, o ressurgimento contemporâneo do Necronomicon deve-se a Lovecraft, apesar de não haver evidências de que o escritor tivesse acesso ao Livro dos Nomes Mortos.
  Algumas suposições aludem a outras cópias que teriam sido roubadas pelos nazistas na década de 30. Ainda nesta hipótese, haveria uma cópia do manus-crito original feita com pele e sangue dos prisioneiros dos campos de concentração, que na 2ª Guerra foi escondida em Osterhorn, uma região montanhosa localizada próxima a Salzburg, Áustria. Atualmente, não é provável que ainda exista um manuscrito árabe do Necronomicon. Uma grande investigação levou a uma busca na Índia, no Egito e na biblioteca de Mecca, mas sem sucesso.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Necronomicon - O Livro Dos Mortos - 1ºParte

  De um certo trabalho toda a pesquisa... Nada do que há aí é material própriamente criado por mim, mas foi escolhido á dedo. O material estará dividido em duas partes.



  O estranho escritor de ficção H. P. Lovecraft criou uma mitologia que inclui monstros bizarros, comunidades problemáticas, acadêmicos doidos e uma biblioteca cheia de ensinamentos proibidos. De todos os livros que detalham essa mitologia que Lovecraft menciona em suas histórias, há um em especial que estimula nossa imaginação mais do que qualquer outro: o "Necronomicon". De acordo com Lovecraft, o Necronomicon é um volume repleto de segredos e rituais que podem levar o leitor à loucura.
  Segundo o Necronomicon, muitas espécies além do gênero humano habitaram a Terra. Estes seres denominados Antigos, vieram de outras esferas semelhantes ao Sistema Solar. São sobre-humanos detentores de poderes devastadores, e sua evocação só é possível através de rituais específicos descritos no Livro. Até mesmo a palavra árabe para designar antigo, é derivado do verbo hebreu cair. Portanto, seriam Anjos Caídos.
  O suposto verdadeiro autor do Necronomicon, Abdul Alhazred, nasceu em Sanna no Iêmen. Em busca de sabedoria, vagou de Alexandria ao Pundjab, passando muitos anos no deserto despovoado do sul da Arábia. Alhazred dominava vários idiomas e era um excelente tradutor. Possuía também habilidades como poeta, o que proporcionava um aspecto dispersivo em suas obras, incluindo o Necronomicon. Abdul Alhazred era familiarizado com a filosofia do grego Proclos, além de matemática, astronomia, metafísica e cultura de povos pré-cristãos, como os egípcios e os caldeus. Durante suas sessões de estudo, o sábio acendia um incenso que combinava várias ervas, entre elas o ópio e o haxixe.

  Alhazred adaptou a interpretação de alguns neoplatonistas sobre o Necronomicon. Nesta versão, um grupo de anjos enviado para proteger a Terra tomou as mulheres humanas como suas esposas, procriando e gerando uma raça de gigantes que se pôs a pecar contra a natureza, caçando aves, peixes, répteis e todos os animais da Terra, consumindo a carne e o sangue uns dos outros ( Também aparecem no livro apócrifo de Enoque) . Os anjos caídos lhes ensinaram a confeccionar jóias, armas de guerra e cosméticos; além de ensinar encantos, astrologia e outros segredos.
  Existe uma grande semelhança dos personagens e enredos das narrações do Necronomicon em diversas culturas. O mito escandinavo do apocalipse, chamado Ragnarok, é sugerido em certas passagens do Livro; além dos Djins Árabes e Anjos Hebraicos, que seriam versões dos deuses escandinavos citados. Este conceito também é análogo à tradição judaica dos Nephilins( Os gigantes filhos de anjos com humanos).
  Uma tradução latina do Necronomicon foi feita em 1487 pelo padre alemão Olaus Wormius, que era secretário de Miguel Tomás de Torquemada, inquisidor-mor da Espanha. É provável que Wormius tenha obtido o manuscrito durante a perseguição aos mouros. O Necronomicon deve ter exercido grande fascínio sobre Wormius, para levá-lo a arriscar-se em traduzi-lo numa época e lugar tão perigosos. Uma cópia do livro foi enviada ao abade João Tritêmius, acompanhada de uma carta que continha uma versão blasfema de certas passagens do Gênese. Por sua ousadia, Wormius foi acusado de heresia e queimado juntamente com as cópias de sua tradução. Porém, especula-se que uma cópia teria sobrevivido à inquisição, conservada e guardada no Vaticano.

Este mês começo a divulgar aqui alguns contos e algumas crônicas de minha autoria. Pode ser que não agrade ninguém, ou mesmo que agrade a todos. No fundo, é só mais uma forma de transportar novos conceitos, opiniões, novidades, fontes e etc, sem manter a mesma estrutura textual, dissertativa e tal...  Enfim, espero que todos que chegarem a ler os contos/crônicas possam dar uma boa viagem pelo universo das mentes (principalmente a minha).

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Diálogos.


Legendas de um cinema mudo.
Como pode esperar por uma vida que não há?


- A vida é uma dor efêmera.
- Pior. A vida é um viajante europeu percorrendo um mangue tropical.
- Rárá! Já desligou a tevê?
- Ainda não! Espera... Pronto!
- Seu novo corte de cabelo te deixou mais maníaco!
- Pois é, fico parecendo um niilista psicótico.
- Pare de se analisar tanto. Você se culpa por tudo e por todos.
- Eu me culpo por ser um personagem.
- Pior. Somos a reprodução sem título de algum escritor.
- Nossa conversa está ficando muito profunda. Não sei se vou conseguir continuar.
- Ei, antes que vá preciso te dizer uma coisa.
- O quê?
- No início era uma pontada fina. Os dias foram passando. Semanas, talvez. Hoje fui ao médico. Descobri que estou com câncer. Não vou viver muito. Fiquei pensando em você, por isso te liguei. Eu sei! te conheço. Você não tem nenhum livro, ou frase de efeito que fale de amor. Deixa eu contar um segredo: o amor não se diz, se sente.
- A vida é uma dor efêmera. Se amanhã você se ausentar, por você prometo. Que essa infame frase não irá se inverter.
- Eu sei que você me ama, número dois.
- Naturalmente numerária sete.

Por: Marcelo Freire.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Jangada



  Assim como o Dharma (que, no caso, se refere ao conjunto de ensinamentos e tradições do budismo para alcançar a iluminação) é apenas a ferramenta (jangada) feita com elementos banais, que muitos tomariam como lixo, muito do próprio ensinamento (no seu caráter individual, como as parábolas) pode ser encarado pela mesma ótica: elementos banais, costumeiros, que são transformados pelo autor em um ensinamento transcendente. Muitos Mestres (reais ou não) nos presentearam com belas parábolas, tais como Krishna, Osho, Mirdad, "O profeta" de Gibran e Zaratustra. Mas, na minha opinião, o maior alquimista de todos, aquele que melhor pegou os elementos circundantes (cenários, objetos, gestos, palavras e respostas) e os transformou em ouro, foi Jesus. Seus ensinamentos são de uma simplicidade que cativa os mais simples, e profundidade que encanta os estudiosos. Sua "jangada" pode parecer tosca à primeira vista. Fraca e balouçante ao sabor da correnteza, sua construção é tão pouco ortodoxa que muitos não aceitam embarcar nela, embora queiram atravessar o rio. Mas sua trama, se analisada de perto, é tão delicada e ao mesmo tempo tão forte (como a teia de aranha) que esta jangada permanece ativa até os dias atuais.





 "Há esta grande extensão de água... mas não há barco nem ponte. Então irei coletar grama, galhos, ramos e folhas, e juntá-los como uma jangada. Desta forma eu irei cruzar com segurança para a outra margem. O Dharma é similar a uma jangada, que existe com o propósito de cruzar o rio, e não para se agarrar/ater a ela".


(Buda; Majjhima Nikaya XXII)

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Empirismo.

   Empirismo é um corrente filosófica que defende o conhecimento da razão, verdades e ideias racionais através da experiência. Essa corrente é descrita/caracterizada pelo conhecimento científico, a sabedoria é adiquirida por percepções, pela relação causa/efeito por onde fixamos na mente o que é percebido atribuindo à percepção causas e efeitos; pela autonomia do sujeito que afirma a variação da consciência de acordo com cada momento; pela concepção da razão que não vê diferença entre o espírito e extensão, como propõe o Racionalismo e ainda pela matemática como linguagem que afirma a inexistência de hipóteses.
   John Locke é considerado o principal representante do Empirismo. Com sua corrente, denominada "Tabula Rasa", defendeu que as pessoas desconhecem tudo, mas que através de tentativas e erros aprendem e conquistam experiência. Sua corrente também originou o Behaviorismo que busca o entendimento dos processos mentais internos do homem, mais usado na Psicologia que na filosofia como material prático.
   Há também outros filósofos os quais estão associados ao Empirismo como: Aristóteles, Tomás de Aquino, Francis Bacon, Thomas Hobbes, George Berkeley, David Hume e Hohn Stuart Mill. Destes, Francis Bacon e Thomas Hobbes conseguiram influenciar uma geração de filósofos do Reino Unido com o Empirismo no século XVII.

Perfeição.

Vamos celebrar a estupidez humana
A estupidez de todas as nações
O meu país e sua corja de assassinos
Covardes, estupradores e ladrões
Vamos celebrar a estupidez do povo
Nossa polícia e televisão
Vamos celebrar nosso governo
E nosso Estado, que não é nação
Celebrar a juventude sem escola
As crianças mortas
Celebrar nossa desunião
Vamos celebrar Eros e Thanatos
Persephone e Hades
Vamos celebrar nossa tristeza
Vamos celebrar nossa vaidade.

Vamos comemorar como idiotas
A cada fevereiro e feriado
Todos os mortos nas estradas
Os mortos por falta de hospitais
Vamos celebrar nossa justiça
A ganância e a difamação
Vamos celebrar os preconceitos
O voto dos analfabetos
Comemorar a água podre
E todos os impostos
Queimadas, mentiras e seqüestros
Nosso castelo de cartas marcadas
O trabalho escravo
Nosso pequeno universo
Toda hipocrisia e toda afetação
Todo roubo e toda a indiferença
Vamos celebrar epidemias:
É a festa da torcida campeã.

Vamos celebrar a fome
Não ter a quem ouvir
Não se ter a quem amar
Vamos alimentar o que é maldade
Vamos machucar um coração
Vamos celebrar nossa bandeira
Nosso passado de absurdos gloriosos
Tudo o que é gratuito e feio
Tudo que é normal
Vamos cantar juntos o Hino Nacional
(A lágrima é verdadeira)
Vamos celebrar nossa saudade
E comemorar a nossa solidão.

Vamos festejar a inveja
A intolerância e a incompreensão
Vamos festejar a violência
E esquecer a nossa gente
Que trabalhou honestamente a vida inteira
E agora não tem mais direito a nada
Vamos celebrar a aberração
De toda a nossa falta de bom senso
Nosso descaso por educação
Vamos celebrar o horror
De tudo isso - com festa, velório e caixão
Está tudo morto e enterrado agora
Já que também podemos celebrar
A estupidez de quem cantou esta canção.

Venha, meu coração está com pressa
Quando a esperança está dispersa
Só a verdade me liberta
Chega de maldade e ilusão.
Venha, o amor tem sempre a porta aberta
E vem chegando a primavera -
Nosso futuro recomeça:
Venha, que o que vem é perfeição
 
 
 
 
  Faz tanto tempo e ainda não desatulizou-se... É incrível como estamos alheios ao que acontece ao nosso redor, mais incrível ainda é não deixar tanta esperança dispersa quando nós mesmo temos fome de tê-la... amor é um caso raro de se encontrar hoje em dia, em todos os âmbitos. Tudo é mais egoísmo, sistematização de sentimentos, improviso de verdades, falta de carinho pelo próximo... Enfim, tantos e tantos querem apenas "o venha a nós".
  Antes ainda era possível ouir um "eu te amo"  com força no coração e sinceridade nos lábios. Nesse tempo (muito tempo atrás) já era raríssimo ver isso, a maioria estava na TV. Hoje 99% está na internet, 0.5% na TV, 0,3% no álcool, 0,1% em sonhos surreiais e o restinho na boca de quem ainda resta um pouco de sinceridade e lealdade.
  Mas quem é que quer ser reto quando o caminho pra isso é tão estreito? não tem  pra que! por que respeitar? Amar um indivíduo é muito difícil, amar dinheiro é mais fácil, ele te proporciona coisas que fazem o caminho estreito parecer um caminho de minas terrestres. A diferença é que no final dos caminhos, o estreito dará num campo aberto onde viver não será uma dádiva fatal, onde Amor continuará com a porta aberta e aesperança estará muito bem dividida, isso se ainda precisarem dela.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Viver é uma dádiva fatal.

Renato Russo caprichou mesmo nessa frase. É verdade que, ás vezes, temos que enfrentar tudo do que não gostamos, e que enfrentamos o que odiamos a maior parte do tempo, é complicado, algumas horas é chato, entediante em outras, é cansativo, corrido e altamente estressante.

Acho que o tempero exato da receita de omo viver em paz com tudo ao redor foi extinguido a muito tempo. Os velhos 15 dias de paz nunca chegam. Acredito que nunca vão chegar. Afinal, como tudo anda hoje, é mais fácil se render ao desligamento das emoções, perder, para os racionalismos insensatos, a maioria do que se tinha como sentir, como perceber que algo está pra vir. Isso já se perdeu desde a primeira revolução industrial. Esqueceram que beleza morre, músculos perdem a força... só a sabedoria fica, guardada numa "caixa" que não é o cérebro.

Acho bom tirarmos um dia pra lembrar que somos felizes, por mais incoerente que seja, já que sentimos dor, sofremos abusos, ofensas e por muito menos machucam-nos com setas sem direção, apenas por gostarem do sabor da lágrima dos outros.

Infelizmente nada evolui, se tantas almas desencarnam e voltam para a terra melhores do que eram, porque estamos cada vez mais podres?

Me dói ver que o mundo é tão radical, cheio do que há de pior entre as maldades; a Sra. Traição e o Dr. Roubo. Se olhar ao redor, eles sentam atpe dos seus lados nos ônibus, colégios e mesmo igrejas.

Não sou pessimista. Eu só observo demais... ou tenho baixa auto estima...

Viver é uma dádiva fatal, no fim das contas, ninguém sai vivo daqui.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

"Por que não fazemos revoluções? E se fazem porque se originam na massa intelectual? ''



É uma questão que, a primeira vista, parece fácil porém, dá margens a milhares de interpretações, desde religiosas até socio-filosóficas. No caso, agora, ficaremos com a segunda opção.



Bom... Ao meu humilde ponto de vista acho que não fazemos mais revoluções pelo fato de termos nos acomodado com o que acontece ultimamente. Não é uma acomodação normal e nem todos estão tão acomodados assim, mas é forte a ponto de manter uma nação todinha aos pés de um aparelho de televisão. Certo que a geração passada foi ás ruas e protestou dando sangue a té a prórpia vida, sem esse sangue não teriamos tanta liberdade quanto temos hoje.


Indo direto ao ponto, não há falta de muita coisa pra se fazer uma revolução, pelo menos não neste nosso período. Temos jovens idealistas, temos pessoas suficientes para mudar alguns mundos, mas falta coragem, falta vontade de dar a vida (talvez em todos os sentidos) á uma causa incerta no momento e quem sabe, até nos momentos vindouros.

Para instigar nossa geração a ir ás ruas, pegar em armas ou abster-se de algo, será preciso mais do que o sofrimento do próximo para mover tantos. Será necessário atingir egos inflados e mentes condicionadas a viver no mar da ignorância e do modismo consumista anticonstrutivo intelectual, moral e espiritual.

Não é difícil... Mas também não é tão simples quanto parece.

sábado, 24 de outubro de 2009

Behaviorismo.

Behaviorismo, derivado da palavra inglesa "Behavior", significa comportamento.


Behaviorimos é uma corrente e método da psicologia que afirma que o único obejeto de estudo da Psicologia é o comportamento, seja dos homens ou dos animais e que é suscetível de ser medido.


John Watson sustentou que não existem estados internos na consciência como; "Pensamento", "Vontade", "Percepção" etc. A única coisa que existe são respostas orgânicas (Musculares ou glandulares). As emoções, hábitos, pensamentos ou linguagem são respostas fisiológicas complexas a estímulos externos. Nesse sentido, Watson procurou determinar as leis que regiam a ocorrência de certos estímulos (ou eventos ambientais) e as respostas que provocam.


Valorizaram as experiências na formação do seres humanos deixando a herança genética em segundo plano. Ou seja, todo tipo de conduta era aprendida e não herdada. Rigorosamente falando afirma que o homem é produto das experiências. Aplicou com ênfase os métodos laboratoriais

UFO colide com avião na Romênia.

BUCARESTE, Romênia - O ministério de Defesa Romeno confirmou no dia 6 de junho de 2008 que um caça MIG 21 foi atingido por Objetos Voadores não-identificados em 31 de outubro de 2007. O piloto Marin Mitrica ficou ligeiramente ferido, mas conseguiu aterrissar o avião em segurança. O relatório oficial diz que a cabine do piloto foi quebrada. O choque em um vôo de treinamento levou só 67 milissegundos e foi registrado pela câmera de vídeo no avião.Lt. Col. Nicolae Grigorie disse que o vídeo mostra "dois corpos sólidos, não translúcidos". Também disse que estão tentando determinar o que os objetos podem ser. "Eles não podiam ser pássaros, porque não existe nenhum pássaro na Europa capaz de voar tão alto. E eles não podem ser pedras de gelo porque estava um céu claro - nem podia ser pedaços de outro avião ou um meteoro. Nós podemos definitivamente dizer o que esta coisa não era, mas nós não podemos dizer o que era".O governo também descartou lançamentos de foguete e artilharia como causas do incidente.





Não é a primeira vez que um UFO arrebenta um avião em sua passagem. Já aconteceu aqui no Brasil mesmo, com a Esquadrilha da fumaça, em 1996, durante uma apresentação.

Vários países já admitiram oficialmente, em algum ponto, a existência de OVNIs. Então, por que o assunto ainda é tão underground? Só porque os EUA ainda não chegaram na TV pra falar "existem objetos voadores não-identificados nos céus do planeta"? Só por isso? Porque a existência desse "algo" é um fato, e não uma conspiração de malucos tentando provar algo. Os militares belgas já mostraram vídeo de perseguição a UFOs, os russos também, e mesmo os militares iranianos.



Então o que falta pra dar o "estalo final" na cabeça das pessoas, e trazer à consciência o fato de que não estamos sós? Enquanto isso a mídia prefere dar destaque a palhaçadas como o suposto alien brilhante que aparece na janela e que não pode ser mostrado porque o cara quer ganhar dinheiro fácil com um "documentário". Isso é claramente um movimento orquestrado sabe-se lá por quem, com apoio da mídia, pra ridicularizar a ufologia e fazer as pessoas esquecerem dos fatos RELEVANTES.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Tudo para alcançar a perfeição.

Tornar-se uma verdadeira pessoa constitui a maior de todas as perfeições. Para Gracián, nem todo mundo é uma pessoa de fato. Alguém se torna uma "pessoa", não apenas um homem ou uma mulher por meio do esforço, pela perfeição moral. A verdade é que a perfeição vem de alguns pilares importantes. Dois deles são o caráter e a inteligência.



Esses são os pólos que fazem luzir os predicados. É perfeitamente perceptível (ao menos para alguns poucos olhos) que um sem o outro é apenas meia felicidade. Não basta ser inteligente; é preciso também ter o caráter apropriado, para isso é preciso considerar sua condição, posição, origem, amizades e uma capacidade singular de amar.



Em meu campo de visão, o que tenho enxergado hoje é que caráter já não é mais tão bem trabalhado quanto antes e inteligência é tranformada em traição (como disse Renato Russo). Fica difícil produzir sabedoria (Sabedoria, não apenas conhecimento...). Olhando as circunstâncias de hoje, sabemos que para fazer um sábio no presente exige-se muito mais do que se exigiu para fazer oito sábios no passado, e agora é preciso mais habilidade para lidar com um só homem do que antigamente com toda a nação.



Fato é que não se auto ajudam, até porque muitos foram atingidos por uma forte anestesia chamada alienação. Como se pode cultivar sabedoria sendo dependente do que poucos ,de ternos e gravatas, dão, se é que dão ou quando dão?!



Ninguém nasce perfeito. Deve se aperfeiçoar dia a dia, tanto no pessoal quanto no profissional até se realizar por completo, repleto de dotes e de qualidades. O muro que impede a grande maioria de entrar para o grupo dos discretos é chamado, em outras palavras, de dependência, preguiça e relaxamento com aquilo que o faz ficar sob a lama. Relaxamento, talvez uma das mais perigosas e dúbias capacidades do homem. Mas o foco é outro, relaxamos, deixamos tudo de lado e nos acostumamos a viver na sujeira. Se estávamos a procura da perfeição em todos os âmbitos então não a acharemos em lugar algum se mantivermos nossos focos nos prazeres efêmeros, como a muito tempo o sistema atual nos fazer agir. Claro, voltar vai depender da capacidade interior de cada um.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

The Matrix.

Uma produção norte-americana e australiana. Um dos filmes de maior bilheteria da história do cinema. Foi também o que mais mexeu com o sentido filosófico da "Realidade". Garantiu um bom lugar na eternidade...

O tema de Matrix, gira em torno da exitência da Realidade, afirmando que tudo o que vemos faz parte de uma ilusão criada por um programa de computador.

O filme custou 63 mihões de Dólares e arrecadou 458 milhões, além disso, fez uma revolução no cinema, tanto em efeitos especiais, como a cena em que o trajeto de uma bala, em câmera lenta, foi perfeitamente representado, ou mesmo com o balé inimaginável das artes marciais, e claro, também inovou em questão de roteiro.

Matrix é dividido em 3 partes: Matrix, Reloaded e Revolutions.

Primeira parte: Thomas Anderson (Keanu Reeves), o hacker Neo, ao encontrar Morpheus (Lawrence Fishburne) tem sua vida modificada. Depois do encontro dos dois, Neo fica sabendo que o mundo em que vive é uma ilusão, a Matrix. Morpheus faz uma proposta a Neo; tomar a pílula vermelha e salvar a humanidade ou tomar a pílula azul (que não era o viagra...) e esquecer de tudo. De um jeito sutil, Neo é comparado a Cristo. Neo toma a pílula vermelha.

Segunda parte: Com o auxílio de Morpheus e Trinity (Carrie-Anne Moss) liberta boa parte dos humanos e os leva para Zion, a última cidade humana, onde homens se preparam para entrar em guerra contra as máquinas. O vilão francês Merovíngiam e Perséfone são introduzidos na história. Em troca de um beijo, Perséfone coloca Neo em contato com o Chaveiro, peça fundamental para encontrar o Arquiteto, o criador da Matrix.

Terceira parte: Encerramento da trilogia. Episódio no qual Neo terá que salvar a cidade de Zion das máquinas e libertar o povo. Terá que enfrentar pela última vez o Agente Smith (Hugo Weaving), vilão principal da trama, e suas milhares de cópias, no meio de uma chuva torrencial. Neo morre pela humanidade fazendo, novamente, uma sutil alusão a Cristo e sua morte pelos humanos. Num final pouco convencional o Oráculo (Mary Alice) diz: "Um dia ainda veremos Neo novamente" talvez, também, outra sutil alusão a Cristo e sua volta.

Curiosidades:
-Matrix é inspirado em um livro chamado "Neuromancer".

-Os custos de "Matrix Reloaded" e "Matrix Revolutions" chegaram a 350 milhões de Dólares. Deste total 100 milhões foram gastos apenas em efeitos especiais.

-As duas sequências "Reloaded" e "Revolutions" demoraram a ser concluídas porque algumas das empresas contratadas para fazer os efeitos especiais faliram.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Tempo contra tempo


Se eu fosse mais velho e principalmente independente finaceiramente eu sairia desta cidade. Não que ela seja ruim, mas o fato é que não há muito mais o que eu possa fazer por aqui. Não tenho mais tempo pra nada. Também não é culpa da cidade, mas do que se passa nela. Poderia chover canivete por essas bandas mas sem tempo para ver a chuva cair, não vai ter nada de novo...


TEMPO... Como sempre falo, é só uma grandeza quantativa. Venho observando o efeito do tempo nas pessoas e é engraçado, ás vezes trágico, dramático até, o efeito que uma coisa assim causa em quem não está de bem com este tipo de matemática. Alguns ficam loucos, outros nostalgicos outros simplesmente endurecem. Os piores são os que morrem, não que morrem de perder a vida, mas os que deixam a alma ir embora e permitem que o corpo continue a reagir com o que há ao redor. São esses que fazem tudo parar, tudo ficar monótono. Não é culpa deles, é culpa da forma como eles viram o tempo passar.

Aproveitaram pouco ou não aproveitaram nada. Muitos morreram porque viram o tempo passar e foram aproveitar do jeito errado, do modo errado não só para o corpo mas também para a própra alma. Esses foram os que não curtiram uma boa música, não choraram porque chorar é pra fracos, se enganaram, chora quem é forte o suficiente pra adimitir o que há dentro, não viveram o que lhges restava do pouco tempo aqui na terra com quem eles amavam de verdade, com quem queria o bem deles, o que em vez de alimentarem o espírito alimentaram a superfície de pequenos desejos efêmeros.

Enfim, como se passa o tempo então? Conversando com quem o deu. É fácil. Conversar com o tempo pode se ruma ótima terapia para pessimistas e indecisos, o problema é o prolongamento da conversa. O Tempo para, mas o tempo não para.

O que se usa para saber viver?

Quando eu era mais novo, meu pai costumava dizer que a chave da vida era a felicidade.
Algum tempo depois fui fazer uma tarefa escolar onde havia um questionário. Uma das perguntas era: "O que você quer ser quando crescer?" eu respondi "Feliz".

Na outra semana, depois de devolverem os cadernos, a professora me chamou e disse: "Você nao entendeu o que a questão quer" e eu respondi: "Vocês não entendem o que a vida pede"

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Cellador

Cellador - Enter Deception
Tendo Bill Hudson na guitarra fazendo os solos, é simplesmente perfeito. Todas as músicas foram bem montadas e criadas de modo que seja bom de se ouvir sempre. Esse é o projeto do ex-baixista do Dragonforce. A banda segue a linhagem do Power Metal pórem é um Power bem mais rápido por isso acho mais conveniente chamar-la de Speed Metal ou Speed Power Metal
Track List:
01.: Leaving All Behind (03:13)
02.: A Sign Far Beyond (05:17)
03.: Never Again (05:13)
04.: Forever Unbound (05:59)
05.: Seen Through Time (07:09)
06.: Wakening (05:19)
07.: Releasing the Shadow (05:42)
08.: No Chances Lost (06:31)
Mais informações:
País: Estados Unidos
Estilo: Power Metal

O Inferno é exotérmico ou endotérmico?


Bom, a resposta não é minha, mas a linha de raciocínio é a mesma. Sempre quis saber sobre a situação calorífica do Inferno, e aí está a resposta:



"Primeiramente, postulemos que o inferno exista e que esse é o lugar paraonde vão algumas almas .

Agora postulemos que as almas existem; assim elas devem ter alguma massa eocupam algum volume. Então um conjunto de almas também tem massa e tambémocupa um certo volume.Então, a que taxa as almas estão se movendo para fora e a que taxa elasestão se movendo para dentro do inferno?

Podemos assumir seguramente que, uma vez que certa alma entra no inferno elanunca mais sai de lá. Logo, não há almas saindo. Para as almas que entram no inferno, vamos dar uma olhada nas diferentes religiões que existem no mundo e no que pregam algumas delas hoje em dia.
Algumas dessas religiões pregam que se você não pertencer a ela, você vai para o inferno...
Se você descumprir algum dos 10 mandamentos ou se desagradar a Deus, vocêvai para o inferno.

Como há mais de uma religião desse tipo e as pessoas não possuem duas religiões, podemos projetar que todas as almas vão para o inferno.

A experiência mostra que poucos acatam os mandamentos. Com as taxas de natalidade e mortalidade do jeito que estão, podemos esperar um crescimento exponencial das almas no inferno. Agora vamos olhar a taxa demudança de volume no inferno. A Lei de Boyle diz que para a temperatura e a pressão no inferno serem as mesmas, a relação entre a massa das almas e o volume do inferno deve ser constante. Existem, então, duas opções:

1) Se o inferno se expandir numa taxa menor do que a taxa com que as almas entram, então a temperatura e a pressão no inferno vão aumentar até ele explodir, portanto EXOTÉRMICO.

2) Se o inferno estiver se expandindo numa taxa maior do que a entrada de almas, então a temperatura e a pressão irão baixar até que o inferno se congele, portanto ENDOTÉRMICO.

Se nós aceitarmos o que a menina mais gostosa da FATEC me disse no primeiro ano: 'Só irei pra cama com você no dia que o inferno congelar' e, levando-se em conta que AINDA NÃO obtive sucesso na tentativa de ter relações amorosas com ela, então a opção 2 não é verdadeira. Por isso, o inferno é exotérmico. "

Gênio...

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

15 dias de pura Paz


Faço um desafio aos poucos leitores deste blog. Se alguém conseguir ter 15 dias da mais pura pais celestial por favor enviem para meu e-mail como foram esses 15 dias, seria de total interesse da direção (eu) deste meio de comunicação.


Não haverá prêmio nenhum, o prêmio é a incrível satisfação de ter 15 dias sem apoquentarem as suas almas, e este, é um prêmio raríssimo.


O blog Cogito Ergo Sum, faz esse desafio quase impossível, se você passar, então será a pessoa mais feliz da face da terra.
Boa Sorte.

Alguma coisa está fora de ordem






O escritor Ariano Suassuna, em uma matéria publicada num jornal sobre o chamado forró estilizado, que está lotando casas de show e praças públicas, principalmente nas cidades interioranas do Nordeste, ficou escandalizado ao ouvir algumas das músicas de várias bandas que seguem essa linha grotesca, do achincalhe e da desmoralização à mulher. As suas considerações renderam críticas e durante uma das suas aulas-espetáculo, ano passado, ele foi bastante criticado, por ter 'malhado' uma música da banda Calipso, apontada de mau gosto. Quando mostraram a Ariano algumas letras das bandas desse tipo de 'forró', ele exclamou: 'Eita, que é pior do que eu pensava'.




Do que ele pensava e do que muito mais gente jamais imaginou. Para conhecer algumas letras e as respectivas bandas, Ariano foi na fonte e lá se deparou com 'Calcinha no chão' (Banda Caviar com Rapadura), 'Zé Priquito' (Cantor Duquinha), 'Fiel à putaria' (Banda de Felipão Forró Moral), 'Chefe do puteiro' (Banda Aviões do forró), 'Mulher roleira' (Banda Saia Rodada), 'Mulher roleira a resposta'(Banda Forró Real). Encontrou também 'Chico Rola' (Banda Bonde do Forró), 'Banho de língua' (Banda Solteirões do Forró), 'Vou dá-lhe de cano de ferro' (Banda Forró Chacal), 'Dinheiro na mão, calcinha no chão' (Banda Saia Rodada), 'Sou viciado em putaria' (Banda Ferro na Boneca), 'Abre as pernas e dê uma sentadinha' (Banda Gaviões do forró), 'Tapa na cara, puxão no cabelo' (Banda Swing do forró) entre tantas 'pérolas' desta artilharia que anda povoando a mentes de quem, parece não pensa,
desconhece a boa música brasileira.




Diante de todas essas possibilidades, Ariano Suassuna disse que toda essa esculhambação tem uma origem. Veja o que ele: 'Esta 'esculhambação' não é culpa exatamente das bandas ou dos
empresários que as financiam, já que na grande parte delas, cantores,músicos e bailarinos são meros empregados do cara que investe no grupo. O buraco é mais embaixo. ' Faço um paralelo com o turbo folk, um subgênero musical que surgiu na antiga Iugoslávia, quando o país
estava esfacelando-se. Dilacerado por guerras étnicas, em pleno governo do tresloucado Slobodan Milosevic surgiu o turbo folk, mistura de pop, com música regional sérvia e oriental. As estrelas do turbo folk vestiam-se como se vestem as vocalistas das bandas de 'forró', parafraseando Luiz Gonzaga, as blusas terminavam muito cedo, as saias e shortes começavam muito tarde.




Numa entrevista ao jornal inglês The Guardian, o diretor do Centro de Estudos Alternativos de Belgrado, Milan Nikolic, afirmou, em 2003, que o regime Milosevic incentivou uma música que destruiu o bom-gosto e relevou o primitivismo estético. Pior, o glamour, a facilidade estética, pegou em cheio uma juventude que perdeu a crença nos políticos, nos valores morais de uma sociedade dominada pela máfia, que, por sua vez, dominava o governo. Aqui o que se autodenomina 'forró estilizado' continua de vento em popa. Tomou o lugar do forró autêntico nos principais arraiais juninos do Nordeste. Sem falso moralismo, nem elitismo, um fenômeno lamentável emerecedor de maior atenção. Quando um vocalista de uma banda de música popular, em plena praça pública, de uma grande cidade, com presença de
autoridades competentes (e suas respectivas patroas) pergunta se tem 'rapariga na platéia', alguma coisa está fora de ordem. Quando canta uma canção (canção?!!!) que tem como tema uma transa de uma moça com dois rapazes (ao mesmo tempo), e o refrão é 'E vou dá-lhe
de cano de ferro/e toma cano de ferro!', alguma coisa está muito doente.




Sem esquecer que uma juventude cuja cabeça é feita por tal tipo de música é a que vai tomar as rédeas do poder daqui a alguns poucos anos... não precisa dizer mais nada...'

domingo, 13 de setembro de 2009

Ser feliz ou ter razão?

"Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo, assim como o caminho que ela conferiu no mapa antes de sair. Ele dirige o carro.

Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem a certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde
.
Mas ele ainda quer saber:

- Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais.

E ela diz:

- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite.

Esta pequena história foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente de tê-la ou não.


'Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.' "

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

O que é que a Bahia tem?

"Das raras vezes que paro para asssitir televisão, vejo a ênfase no caso da professora que foi demitida por causa de ter dançado em cima do palco. Não era uma dança comum, além de misturar a coreografia simbologicamente mostrando atos sexuais ( como a maioria das danças de swigueiras e do funk ), Jaqueline Carvalho para entrar no clima do refrão: '' Mas essa mina tem um fio só. Todo enfiado, todo enfiado, todo enfiado... '', deixa Mário Brasil, o cantor da então banda '' O Troco '', levantar seu vestido, subir a calcinha dela fazendo-a de fio dental e ela como dançarina, continuar a rebolar. Calma, leitores. Antes, ele pediu autorização. A princípio pensei: Ora, o que isso implica na demissão? Ela não estava fazendo na frente de seus alunos, nem dentro do colégio. Estava apenas se divertindo, como todo ser humano. Mas, como toda polêmica, há sempre os dois lados da argumentação e sempre nos remete a outros princípios. A ideia foi amadurecendo enquanto esse caso foi repercutindo. É sempre recomendável saber o motivo da atitude e dar o direito de defesa da acusada, não? Pois bem, Jaqueline Carvalho e Mário Brasil defenderam-se, em um programa de auditório. Ele, como defensor da música baiana afirma que a atitude dela não foi vulgar, que a Bahia é feita dessas músicas e danças e só há sucesso porque há um apelo popular. Se não agradasse ao público, não faria sucesso. Essa citação só reforça o pré conceito que a Bahia divulga ao Brasil: Bahia pode ter o melhor carnaval, na opinião de alguns, mas o estado e a vulgaridade estão intimamente ligados.


Várias perguntas foram feitas. Ao perguntar se ela se arrepende ela se contradiz em questão de minutos. Mas o que mais me chamou a atenção foi a possível hipocrisia quando foi perguntado a ele se caso tivesse uma filha, ele deixaria ela se comportar de tal forma. A resposta veio entre sorrisos: Não tenho. Mas tenho irmã. Se ela quiser pode ir dançar '' Todo Enfiado comigo ''. Vamos considerar que ele ainda não sabe o sentimento de ter um filho e os cuidados com ele. Nesse mesmo âmbito, vamos a Jaqueline. Ela, que tem uma filha de sete anos, gostaria de vê-la rebolando semi nua no palco e ouvir milhares de homens gritando por ela, e pornograficamente? E pedir respeito nesse lugar é, no mínimo, sem lógica. Não! Ela não gostaria. Prova disso é que ela afirmou que se chocou quando viu a menina, ao ver o vídeo, imitando a mãe. Falha tentativa de amolecer o coração da população que a julga por ser irresponsável. Parece que temos aqui questão de ponto de vista, não? Para ela, ao beber dois litros de uísque - dois dias depois, disse que na verdade foram algumas doses - é perfeitamente normal se divertir desse modo. Entre por ou não a culpa no álcool, fica o sentimento de que é do feitio dela, intimamente ou não, dançar '' sensualmente '', termo usado por ela. Não é por inveja - termo usado pela professora, ao ver que os índices de mulheres contra a atitude dela são maiores do que os do homens - ou outros, que as mulheres são mais revoltosas quanto a esse assunto. Elas se põem no lugar. Não fariam o mesmo, por mais bêbadas que estivessem, creio.


E como ficam as crianças? Aquelas que diariamente veem a professora delas ensinarem o que é correto e procuram fazer o reflexo da '' tia ''. Naturalmente, professoras do ensino fundamental precisam ter a postura além do ensino, elas são acima de tudo, pessoas que participam ativamente da educação tanto moral, ética, religiosa e psicológica. Não me admira que os pais, ao verem o vídeo fiquem revoltados. A escola demitiu antes, por melhor profissional que seja, para evitar a confusão entre pais e educadores. Tratando-se disso, o grande vilão foi exclusivamente o vídeo ter se tornado público. Se não, iria ser mais uma mulher que ia subir no palco e dançar. Naquele momento não importa a profissão. Afinal, ninguém foi martirizar e julgar as outras mulheres que estavam com ela. Não ia ser repercussão mundial, mas internamente todos que ali estavam iam saber, de todo modo é exposição.


O vídeo só alertou os modos de diversão que acontecem nesses shows. Se não subir no palco, lá embaixo as danças acontecem da mesma forma. O que a população Brasileira precisa é de Educação. Funk, swigueiras e afins geralmente tem letras que incitam a danças que expõe o corpo de modo vulgar. O problema não é o ritmo. Se talvez, os ritmos acompanhassem letras mais construtivas, a dança naturalmente apresentaria outro aspecto, e mesmo assim não se perderia a diversão que é dançar.
Desliguei a televisão, em meio a esses pensamentos e com uma certa revolta ao ver que ela já estava sentindo o sucesso e os privilégios, levando o debate de forma divertida. As lágrimas deram lugar ao sorriso, a preocupação de perder o emprego deu lugar a uma nova oportunidade de dançar profissionalmente em outra banda - vale ressaltar que ela exige que a dança da futura banda não seja uma coreografia que venha denegrir sua imagem - e o modo 'estrela popular' que ela estava sendo tratada, nomeando-a como a '' Mulher mais famosa de Salvador '' ( ÃHN? )

Apresentador - Hoje, você faria a mesma coisa?
Jaqueline Carvalho - Não desse jeito.
Apresentador - Que jeito? Mostrando a calcinha?
Jaqueline Carvalho - Mostrar a calcinha eu até posso.
Esperem: '' Playboy - A baiana mostra que é uma professora de primeira ''( Pensando bem, o vídeo até que foi bastante lucrativo. )"

Por: Camilla Linson.

Bom, em parte concordo com boa parte do que a autora do texto comentou (Partes bem observadas) acima. Discordo primeiramente de que ela seria acusada ou não independente de ser professora. Pelo menos ao meu ver, iria sim, se ela não fosse professora, com toda a certeza, não haveira peso algum sobre ela e a polêmica "Toda enfiada" nas nossas cabeças simplesmente não existira. Professorar é uma coisa bem complicada, passar uma imagem de total integridade para crianças é complicado, se não fosse, teríamos vários professores por aqui... Na verdade, o problema não é o que ela vai passar para as crianças, mas sim, o que os pais vão pensar em relação a esse tipo de atitude de uma professora, "Se uma professora age assim, imagine o resto dos funcionários do colégio?". Mesmo se o vídeo tivesse sido lançado na internet e a "vítima" não fosse uma professora, não iria dar em lugar nenhum. O ponto é simples; "Porque uma professora, profissional que educa, fez isso? atos libidinosos desse jeito?". Meu ponto de vista em relação a isso é outro, no caso, o que ela fez realmente não diz respeito a postura que ela deveria ter em SALA de aula. Da vida pessoal dela, é ela quem sabe, não se pode impedi-la de gozar do seu direito de lazer, por mais ridículo e imoral que seja. Enfim, o caso é que, sendo professora "o bicho pegou" pra o lado dela. Vemos todos os dias políticos acabando com o que chamamos de ética e honestidade e não damos a mínima, se damos, não falamos o que achamos ou não nos movemos como deveria ser. Professores são espelhos da educação, assim como os políticos são o espelho da populaçao ou seja, se a população age como corruptos e desonestos, assim serão nossos políticos. Quem nunca ouviu alguém dizer "Ah, se eu estivesse lá também ia roubar um pouco". Isso resume muito da situação atual do país. Mas o foco não é esse. O que pensam é; "Se até professores estão nessa onda de pornografia e imoralidade, o que será do futuro de nosso país?" É o que pesa, brincar com a esperança de uma nação é perigoso. Acho que isso não passa de mais um factóide.

domingo, 30 de agosto de 2009

Reacionário.

Sou Reacionário. Não gosto dos sem terra e de todos os outro sem.
Dizem que isto é ser reacionário, mas não gosto de vê-los invadindo fazendas, indústrias, supermercados, Congresso Nacional, Assembléias Legislativas, Câmaras de Vereadores, Palácios do Executivo, parando ruas e estradas, ocupando linhas de trens, quebrando repartições públicas,tentando parar o lento progresso do Brasil.
Sou Reacionário.Não gosto dos congressistas que aprovam a demarcação de áreas indígenasnas fronteiras de nosso país, maiores do que muitos países europeus, para meia dúzia de índios aculturados e (muito bem) preparados no exterior, para formar uma nação ou várias, desmembradas do Brasil.

Sou Reacionário. Não gosto de índios insuflados por interesses obscuros parando explanação de engenheiros de estatais com facões, para parar o lento andar do progresso na construção de usinas hidrelétricas para geração de energia que tanto necessitamos (já tivemos apagões e teremos outros se não agilizarmos as novas construções).

Sou Reacionário. Não gosto de bufões que gritam contra governos estrangeiros e vendem petróleo a eles. Não gosto de cocaleiros que estatizam empresas brasileiras sem o devido ressarcimento dos investimentos feitos em seus países. Não gosto de esquerdistas eleitos em seus países, que querem discutir contratos firmados há mais de 30 anos, em hidrelétricas construídas com dinheiro tomado emprestado pelo Brasil, e, que nós estamos pagando com juros altíssimos.

Sou reacionário. Não gosto de governantes frouxos que não tomam atitudes enérgicas para impedir a espoliação de nossos investimentos externos, que compram aviões de empresas estrangeiras em detrimento das nacionais. Não gosto degovernantes semi-analfabetos que acham que instrução e educação não são importantes para o povo.Não gosto de governantes que pouco trabalharam na vida, aposentados como perseguidos políticos, tendo ficado menos de 24 horas detidos, que cortam o próprio dedo para conseguir indenização e que moram ou moraram em casas emprestadas por 'compadres'...

Sou Reacionário. Não acredito em cotas para negros e índios. Dizem que sou racista. Mas para mim racista é quem julga negros e índios incapazes de competir com os brancos em pé de igualdade. Eu acho que a cor da pele não pode servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser fonte para privilégios imerecidos, provocando cenas ridículas.

Sou Reacionário. Não gosto da farta distribuição de Bolsas tipo Família, vale gás, vale isso, vale aquilo, que na realidade são moedas de troca nas eleições, para que certos partidos políticos com seu filiados corruptos, possam se perpetuar no poder.

Sou Reacionário. Não gosto das bases de sustentação de governos eleitos de forma minoritária, com loteamento de cargos públicos e desvios de dinheiro público para partidos e seus filiados, como nos casos do mensalão e Detran.

Não quero ouvir mais notícias de pessoas morrendo de dengue. Tapo osouvidos e fecho os olhos mas continuo a ouvir e ver. Não quero saber de crianças sendo arrastadas em carros por bandidos, crianças adotadas sendo maltratadas pelos pais adotivos, velhos jogados (ou amontoados) em asilos,ou de uma menininha jogada pela janela em plena flor de idade. Meu coração não tem mais força para sentir emoções.
Estou mais velho que o Oscar Niemeyer.Ele ainda acredita em comunismo, coisa que deixou de existir. Eu não acredito em nada. Estou cansado de quererem me culpar por não ser pobre, por ter casa, carros e outros bens, todos adquiridos com honestidade e muito trabalho (mais de 12 horas por dia, seis dias por semana), por ser amado por minha mulher . Nada mais me comove...
Estou bem envelhecido! !!Bem, sou um brasileiro 'Reacionário' , indignado com as sacanagens e roubalheiras deste país. O melhor da Democracia não é eleger os melhores, é derrotar os corruptos,os demagogos, os mentirosos.


Sem comentários.

O Medo na era líquida.


A característica mais marcante do Medo na nossa época é que ele tornou-se abstrato e difuso, como se a ameaça pudesse vir de toda parte. É esse medo que leva a exclusão do outro, do diferente, sacrificando a liberdade em troca de um pouco mais de segurança.

A violência se alastra rapidamente, e é contra os transtornos dessa situação tensa que nossa sociedade se vê obrigada a criar mecanismos de fuga psíquica( progaramas de tv, jogos, terapias...) para se manter são. No auge da era da liquidez o ser humano passou a ser "a coisa consumida" para em seguida ser "descartada", este é um tipo de medo de uma violência simbólica contra a dignidade da condição humana. Este processo de despersonalização do homem é uma das características mais marcantes da era líquida, além da moralidade frágil e dos ímpetos egoístas dos relacionamentos efêmeros, uma vez que o parceiro é encarado como uma peça que entra em processo de obsolência.

De acordo com essa perspectiva mega-hedonista, o mais conveniente é se relacionar com álguém sem que haja afetividade de qualquer tipo criando assim uma superficialidade pseudoamorosa. É como se o consumismo tivesse invadido o mundo dos relacionamentos, criando o medo iminente do abandono fazendo das relações amorosas algo perigoso. O medo no amor é resumido por; insegurança de se dar plenamente a alguém e depois ser jogado fora.

O sentimento do medo nessa sociedade atual fez com que o homem criasse aparatos para aumentar a sensção de segurança. Surge então a "Industria do medo" composta de empresas de segurança e também farmacêuticas com suas "pílulas de alívio imediato". Nessa condição o medo se torna imprescindível para a manutenção social, por mais absurdo que isso seja.

"Todos os homens tem medo. Quem não tem medo não é normal; isso não tem nada a ver com coragem" - Sartre.

sábado, 22 de agosto de 2009

William Shakespeare


William Shakespeare nasceu em 1564 numa pequena cidade inglesa chamda Stratford-avon. Não existiam muitos registros sobre sua infância mas sabe-se que ele estudou latim e grego na sua escola.

Aos 18 anos se casou. Sua mulher, Ana Hathaway vinha de uma rica família de agricultores, juntos tiveram três filhos. No entanto a vida como pai não durou muito para Shakespeare, aos 25 anos ele deixou a família para ir para Londres.

Sua chegada a capital inglesa é cercada de mistérios. Ninguém sabe ao certo o que ele fazia antes de ser ator e dramaturgo, existem histórias que dizem que ele foi marinheiro e professor de primário. Outra história diz que ele foi guardador de cavalos na frente dos teatros da cidade.

Sua trajetória começou a ser registrada em 1591, quando terminou sua primeira obra, o drama histórico "Henrique VI" , a partir de então escreveu incansávelmente ganhando fama e fortuna além do prestígio com a corte britânica, para quem proporcionava encenações especiais.

Depois de anos de aplausos, Shakespeare deixou Londres em 1613 e retornou a Stratford-avon onde passou seus últimos dias. Morreu em 1616 aos 56 anos.



~> Cronologia as obras de Shakespeare


1590-1591- Henrique VI

1592-1593- Ricardo III

1593-1594- A megera domada

1595-1596- Romeu e Julieta

1595-1596- Sonhos de uma noite de verão

1596-1567- O mercador de veneza

1599- Júlio César

1600-1601- Hamlet

1604- Otelo

1605- Rei Lear

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Algumas formas de opensar o Ser Humano.


Existem duas formas de pensar o mundo humano. Uma delas é a cética, que diz que em nós há algo que não merece elogios. Freud diz que pode ser o desejo sexual que não se importa com preceitos morais. Nietzsche afirma que é a enorme vontade de poder. Já Hobbes defende que é a enorme desconfiança de todos contra todos, que leva-nos a guerra.

Outra forma vem de Rousseau e Wilhem Reich, em Marx e também em Thomas Morus, eles acreditam que tudo o que era ruim no ser humano descendia da propriedade privada (Morus, Rousseau e Marx) ou a moral seuxal repressiva (Reich). Se desativassemos esse veneno a vida mudaria completamente.

Reich simpatizava com Freud. O que lhe interessava era a energia interna dos homens (Energueia, dos gregos) ou presente na natureza. Reich afirmava também que nossas mazelas ficavam na parte interior de nosso ser enquanto o resto ficava na parte superficial, o ego, dito por Freud. É a consequência, o modo como lidamos com os valores que nos causa isso. Mas essa parte é fraco, o Id é que tem a força, é no Id que reside nossas pulsões mais agressivas, onde estão guardados os desejos sexuais reprimidos, a causa das mazelas, segundo Reich.

Talvez o que nos leve a escolher uma via ou outra seja a simpatia, mas acho mais fácil escolhermos pela utopia, a via dos libertadores, ou mesmo pelo realismo, caminho cético. Qualquer das rotas pode nos levar a injustiças, se abosovermos a injustiça abraçaremos o caos, se fizermos terror para que as mazelas acabem, faremos o mundo ainda pior. Difícil soma, ás vezes com saldo negativo...

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Os três grandes impactos e o surgimento da crise existencial do homem.

Durante um tempo fiquei pensando em algumas coisas aleatórias, e do nada me veio um pensamento, talvez fosse ele o motivo de algumas de nossas crises. Só reforçou mais quando em uma aula de História sobre Renascimento, o professor deu a chave, a pitada que faltava pra completar meu raciocínio. Como já avisei antes, o post pode estar meio desconexo em algumas partes, o que pode exigir uma repetição da leitura.







Na História da humanidade, levamos 3 grandes tapas. O primeiro foi Galileu quem deu, ele afirmou que a terra é que girava ao redor do sol e não o contrário, como se pensava na época. Para uma sociedade que acreditava que o centro da criação de Deus era o homem (logo a Terra estaria no centro do universo) foi um impacto enorme! pensar que logo ele,o homem , o ser mais perfeito existente, não era a medida de todas as coisas como diria Protágoras!








O segundo tapa foi dado por Darwin. Depois de publicar o livro que falava sobre a evolução das espécies ( A origem das espécies) foi praticamente chamado de satanista (No livro não há nada que diga que Darwin era ateu, nem nada sobre posição religiosa alguma) pelo fato de de algum jeito, negar a criação do homem por Deus. E mais uma vez, o Homem, que pensou ser a imagem do próprio Deus, tomou um grande choque, afinal, "viemos do macaco" ( particularmente não concordo com essa TEORIA). O pobre homem, que pensava ser tão superior, sofreu por ser apenas um tipo de primata.








O terceiro e derradeiro golpe foi Freud, o austríaco pai da psicanálise. Freud afirmou que não somos seres racionais, somo guiados mais por nossos estímulos inconscientes do que por nossas vontades aparentes. Este talvez tenha sido um dos mais fortes impactos já tomados pela humanidade. O homem que se gabava de, pelo menos, ser o mais inteligente dos animais, o único que era capaz de raciocinar, levou uma rasteira de seu próprio egocêntrismo. Somos tão irracionais quanto nossos animais de estimação.



Apesar de todos esses golpes quase mortais nada mudou, ainda que, por todas as perspectivas, seja porvado que somos todos animais quase iguais, alguns ainda teimam em alimentar um complexo megalomaníaco que nos leva a pensar que temos um deus na barriga. Egocentrismo é uma característica natural do ser humano, quando percebeu-se que não somos o que pensamos ser, surgiu então uma dolorosa e profunda cirse existencial que possivemente deu origem a nossa inversão de valores. Enlouquecemos ao saber que não somos o centro de tudo.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Pausa.

Vou dar uma pausa no blog... Não tenho mais nem tempo nem paciência para continuar postando, ainda mais postando pra meia dúzia de pessoas que raramente lêem o blog. Enfim, na verdade estou cansado de muita coisa ao mesmo tempo. Estou cansado é de espírito mesmo

Até daqui a algum tempo.

sábado, 1 de agosto de 2009

Resposta para o porque do Exterminador do futuro não ter ido proteger Cristo...

Ia ser campeão de bilheteria...

Comedimento, sinal de prudência.


A língua é um monstro feroz, difícil de ser dominado. A língua é o pulso da alma, dela sai do que o nosso coração está cheio, portanto, para que da língua saiam apenas coisas de boa qualidade, é preciso exercitar o coração naquilo que é bom. Os sábios usam a língua para nos falar de boas coisas, os atentos a usam para transmitir o que ouviram de seus corações. O problema é que aquele que deveria ser mais cauteloso, geralemente é o que menos o é. Quem sabe usar a língua eivta várias situações embaraçosas, aborrecimentos e mostra o quanto é senhor de si. Ás vezes, uma simpes palavra ou um comentário inocentemente mal feito põe tudo a perder, por vezes sem querer e por outras por maldade. É como uma conversa entre amantes, que passam horas de boa conversa, mas no final alguém deixa escapar um comentário inocente que acaba gerando uma briga desgastante e desnescessária. Tentar controlar a língua é um ótimo exercício de auto controle e quem consegue já é, em grande parte, prudente.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Ovídio.


Ovídio era o mestre da poesia latina. Influenciou com sua harmonia e suavidade diversos autores como; Dante, Chaucer, Milton e até mesmo Shakespeare. Públio Ovídio Nasão nasceu em 20 de março de 43 a.c em Sulmo, atual Sulmona, em Abruzos, Itália. Por volta do ano 1 a.c publicou Ars Amatoria (A arte de amar), um autêntico tratado sobre a sedução e o jogo amoroso. Escreveu também remendia amoris ( Os remédios do amor). Quando era jovem, escreveu obras eróticas, como "Amores" e também "Heróides", cartas em versos elegíacos de heroínas a seus respectivos amantes. Na maturidade produziu Metamorfoses, poema narrativo em 15 livros redigido em versos de 6 sílabas, é uma coleção de lendas, na maioria Helênicas. Ovídio recebeu "aulas" de Aurélio Fusco e Pórcio Latrão, junto ao seu irmão 1 ano mais velho que debruçava-se sobre a eloqüência e o Direito. Ovídio, mesmo com a insistencia do pai para que fosse advogado, desejava ser poeta. Casou-se 2 vezes e em ambas as vezes divorciou-se, sua 3º mulher, Fábia, parece ter sido o grande amor de sua vida. Teve uma filha que o fez avô 2 vezes, mas não se sabe ao certo de qual das mulheres nasceu a filha. Abandonou a poesia erótica quando tinha quase 40 anos. Morreu sexagenário no ano 17 de nossa era.

domingo, 26 de julho de 2009

Demonologia.


Não é bem um estudo em completo. O que há a seguir é uma compilação de todos, ou quase todos os demonios que temos informção, de todas as culturas é tal.... Enfim, é interessante saber disso, é uma forma de mitologia e religião.


Abigor - Também conhecido como Eligor, é o demônio da guerra.

Asmodeus - è um espírito feminino dia a lendo que foi o espírito que tentou Eva com a "maçã"

Astaroth - É o Grão Duque do Inferno que seduz as pessoas por meio da beleza, da vaidade e das filosofias racionalistas.

Azazel - Antes era um anjo, agora o demônio da dissimulção.

Baphomet - O deus bom dos wicca. Um demônio que pode ser interpretado em seu aspecto metafísico, onde pode representar o espírito divino que "ligou o céu e a terra", tema recorrente na literatura esotérica.

Belial - Demônio das mentiras.

Beelzebuth - Senhor das moscas, proporcionava os oráculos.Príncipe do Inferno, se assemelha a um anjo negro, possui um grande poder de ilusão.

Barliargos - Demônio secundário dos generais do inferno.

Biloxih - Demônio do subsolo que controla o fluxo de almas para o Inferno, quanto mais almas entram no Inferno, mais forte ele fica.

Besta - Carrasco dos prisioneiros.

Dahaka - Demônio guardião do tempo representado por um enorme bode bípede.

Demogorgon - Significa demônio em grego. Seria o demônio visível aos mortais.

Flavsios - Comandante dos demônios na guerra contra o Céu.

Jezebeth - Demônio das falsidades.

Lúcifer - Líder dos demônios, Príncipe das trevas, foi expulso do céu por ter se rebelado contra Deus. Seu nome significa "anjo de luz".

Lilith - A mãe de todos os demônios, rainha dos súcubos.

Súcubos- Demônios me forma de mulher que invaem os sonhos do homens fazendo-os trair as esposas. Forma feminina dos Incubus.

Íncubos - Forma masculina das Súcubos, Demônio medieval que tinha relações com mulheres.

Lamashtu - Deusa maligna comedora de recém-nascidos. Lamashtu era responsável pelos problemas de parto nas grávidas.

Lilin - Filhos da união de Lilith com outros demônios.

Leviatan - Quarto príncipe do Inferno, serpente maligna dos mares, deus das inundações.

Mammom- Deus aramaico da riqueza e do lucro.

Myhro - Demônio da ilusão e da fome.

Mummur - Demônio da música.

Mephisto - Demônio sedutor do terécuteco.

Nahema - Demônio feminino da sedução.

Pazuzu - Demônio do vento, filho do deus Hanbi.. Era responsável por trazer a estiagem e a fome. Assírio, datado de 1000 A.C. Geralmente era invocado para lutar contra a deusa maligna Lamashtu.

Queres - Demônio associado á morte violenta, se alimenta dos cadáveres na guerra. Tem origen grega.

Orisac - Guerreiro das chamas vermelhas do sul. O fruto das sombras neste mundo físico.

Radamanthys - Demônio dominador do fogo, possui 6 asas negras de najo e um terceiro olho na testa. É conhecido por sua personalidade boa e má.

Samael - Traduzido como "veneno de Deus".

Shaitandearth - Demônio da fome e da escarssez do reinado de Narghó.

Exu Caveira - Demônio da destruição.

Yriskele - Assassina do Anjo Dariel, arrancou a sua face, e utilizando-a como sua, matou cem serafins. Uma Demônio de contratos, apesar de quem os fizer não sobrevivera mais de 5 anos, embora possa ser persuadida a dar mais 5 anos de vida com o sacrifício de uma alma de uma pessoa pura e inocente. Yriskele, assim como muitos demonios de contratos, gosta de se meter com os contratos pregando partidas as pessoas.

sábado, 25 de julho de 2009

Mitomania.

A mitomania é a tendência mórbida para a mentira. Normalmente, as mentiras dos mitomaníacos estão relacionadas a assuntos específicos.Justamente pelos mitômanos não possuírem consciência plena de suas palavras, os mesmos acabam por iludir os outros em histórias de fins únicos e prácticos, com o intuito de suprirem aquilo de que falta em suas vidas. É considerada uma doença grave, necessitando o portador dela de grande atenção por parte dos amigos e familiares.


Dizer a verdade é um sofrimento para quem tem mitomania, doença definida como uma forma de desequilíbrio psíquico caracterizado essencialmente por declarações mentirosas, vistas pelos que sofrem do mal como realidade.Esse distúrbio tem sua origem na supervalorização de suas crenças em função da angústia subjacente. Muitas vezes as mesmas se apresentam unidas à angústia profunda, depressão e pós depressão.


A mitomania não pode ser considerada como uma mentira compulsiva, e sim como uma doença que se não tratada pode causar transtornos sérios à pessoa que possui. Em geral, essa manifestação deve-se à profunda necessidade de apreço ou atenção.


Grande parte dos casos de mitomania levam ao suicídio, principalmente se associados a depressão e pós depressão. O indivíduo ao não obter o apoio necessário e ser excluído daquele grupo que freqüentava ou participava acaba por vivenciar uma situação sem saída, isto é, o mesmo acaba por ser excluído de seus gostos e vê-se sem aquilo que ama e deseja. Casos comuns demonstram que mitomaníacos envergonhados de si, pelo porte de sua doença, infligem-se o óbito quando abandonados por amante, que não compreendem a sua doença e o abandonam, não acreditando na possibilidade de uma cura ou não reestabelecendo os laços afetivos de antes.


A cura do indivíduo reside muitas vezes na implementação de um quadro de cuidados que associa o tratamento em meio psiquiátrico do problema subjacente a um acompanhamento psicoterápico. Tal acompanhamento torna-se a parte mais importante, sendo realizado pelas pessoas que rodeiam o mitômano e que o mesmo requisitou para ajudá-lo. É importante nunca negar ao mesmo tal acompanhamento, sendo este a chave para a cura, até mais importante que um tratamento psiquiátrico.

Confie no coração, principalmente se ele for forte.


É bom não contraria-lo pois quase sempre ele consegue prognosticar o que mais importa, essa é a arma dos sentimentais, ou o que chamamos a grosso modo de "instinto animal". O coração é um tipo de oráculo caseiro. Muitos pereceram daquilo que mais temiam porque não souberam dar ouvidos ao coração. De que adianta temer sem se precaver?

Alguns tem um coração muito leal, vantagem de uma na natureza superior, sempre os previne do porvir e faz soar o alarme na hora de previnir o infortúnio vindouro. Contudo, é preciso ter cuidado. Nem sempre o coração acerta em cheio, por isso temos a dádivas da razão para ponderar.

Não é bom atirar-se cego aos reverses do caminho, mas sim encontrá-los a meio caminho, a fim de vencê-los. Para isso, aprenda a ouvir o coração, e como reserva, usar um pouco da razão.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Terremoto no Ceará.(Claro que é palhaçada¬¬)

Depois dos terremotos ocorridos na Ásia, o Governo Brasileiro resolveu instalar um sistema de medição de abalos sísmicos, que cobre todo o país.
O então recém-criado Centro Sísmico Nacional, dias após entrar em funcionamento, já detectou que haveria um grande terremoto no Nordeste do Brasil. Assim, enviou um telegrama á delegacia de Icó, uma cidadezinha no interior do estado do Ceará.

Dizia a mensagem:

"Urgente. Possível movimento sísmico na zona. Muito perigoso. Richter7. Epicentro a 3 Km da cidade. Tomem medidas e informem os resultados com urgência."

Somente uma semana depois o Centro Sísmico recebeu um telegrama que dizia:

"Aqui é da Polícia de Icó. Movimento sísmico totalmente desarticulado. Richter tentou se evadir mas foi abatido a tiros. Desativamos as zonas. Todas as prostitutas estão presas. Epicentro, Epifânio, Epicleison e os outros cinco irmãos estão detidos. Não respondemos antes porque houve um terremoto da porra por aqui."

Nada a declarar....

sábado, 18 de julho de 2009

Nem todos os amigos podem ser íntimos.

Porque nem todos os amigos são verdadeiramente amigos. Também não permita que se tornem familiares, se não forem verdadeiros amigos, é o mesmo que carregar um peso desnescessário. Deve-se ter cuidado até mesmo com os familiares, alguns querem competir ou manipular. Manter-se oculto é divino, os astros não tocam em nós e por isso mantém seu esplendor e mistério. Intimidade pode ser confundida com falta de decoro, Deus é presente mas não é totalmente íntimo, mantendo assim, o decoro. Familiaridade pode degenerar-se em desrespeito se não for devidamente monitorada e regulada. Infelizmente, em relação as coisas humanas, quanto mais temos menos valem pois a comunicação revela os defeitos que antes a reserva ocultava. Não convém intimidade com malandros, pois é perigoso nem com tolos pois se torna mole e insolente. A intimidade só é permitida nas formas puras de amor, pois um casal precisa de transparência para sobreviver, mas deve ser dosada, tomada aos poucos, para que não vire desrespeito ou vulgaridade. è preciso ser íntimo para poder ajudar a carregar a cruz do outros, mas também é preciso ser reservado para que os conselhos dados possam ser levados a sério, afinal "santo de casa não faz milagre". Cuide-se para que a intimidade não pareça nem favor, pois não o é, nem obrigação, pois aparentará falta de amor próprio.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

A democracia pode ser a mãe da desigualdade

Foi quase assim que Platão e Sócrates designaram a relação entre a democracia e a desigualdade. Historicamente falando, os filósofos podem estar certos. a democracia surgiu em Atenas, nos tempos da sociedade escravista, obviamente o direito de votar estava restrito a escravos, mulheres e crianças, criando, ou pelo menos potencializando o que chamamos falta de igualitarismo.

Para anaximandro tudo tinha dois lados, seco e molhado, frio e quente, preto e branco e etc... logo, igualdade levaria a um desequilíbrio, para balancear o mundo os opostos teriam que existir, de certo modo, na interpretação de alguns filósofos contemporâneos, a democracia seria a solução para evitar esse desequilíbrio. Por falta do "todos iguais" e de outros fatores, a democracia foi criada, o problema é que já surgiu como uma forma de "inclusão excludente", afinal, a maioria ainda era comandada pela aristocracia. De certa forma, é um sitema paradoxal pois quem mais "produz" é quem menos tem (uma tênue diferença em relação ao modelo econômico capitalista.)

A noção de igualitarismo sempre existiu mas com formas ideo-históricas diferentes. Antes a ideia de igualitarismo nas sociedades palaciais, ainda que mítica, era permeada por uma consciência mítico-religiosa em que protagonistas desse igualitarismo não eram homens mas sim os deuses em favor dos homens. Esse tipo de representação nessas sociedades ,ditas palaciais, expressavam suas formas socio-metabólicas da representação de vida.

"A burguesia quando voltou ao passado e viu a experiência grega , não copiou, mas recriou a democracia" . A democracia tem condição regular a desigualdade, por isso incorporou o igualitarismo em seu interior, o que não quer dizer que ela o tem como meta. Platão em "Górgias" é radical em vincular a degradação da sociedade ateniense á democracia e por meio das "palavras" de sócrates acusa Péricles de ser o responsável pela transformação das pessoas em seres ávidos, ociosos e corruptos. No caso da democracia atual o igualitarismo está mais longe que no plano abstrato.